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Paraná

Movimento de junho nos Portos do Paraná tem aumento de 15%

NÚMEROS FORAM DIVULGADOS NESTA TERÇA-FEIRA (09)

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Agora Litoral
Os Portos de Paranaguá e Antonina movimentaram, em junho, cerca de 5,3 milhões de toneladas de carga, 15% maior que o registrado no mesmo mês de 2018, quando foram movimentadas 4,6 milhões de toneladas. Os números foram divulgados nesta terça-feira (9) pela empresa pública Portos do Paraná.

Quase 68% deste total saiu para exportação, com crescimento nas movimentações de grãos. “Os aumentos mais significativos na movimentação são nos granéis sólidos de exportação”, diz o diretor de Operações, Luiz Teixeira da Silva Júnior. Segundo ele, no ano passado, em junho, foram pouco mais de 3,1 milhões de toneladas de granéis sólidos. Em junho deste ano, foram quase 3,8 milhões. “O milho foi um grande diferencial. Em junho de 2018 não movimentamos o produto. Este ano, no mês, exportamos mais de 795 mil toneladas”, acrescenta.

Juntos, a soja (em grão e farelo) e o milho, movimentaram quase 2,5 milhões de toneladas, no sexto mês do ano. Esse total é 29% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram 1,9 milhões.

Foto- Cláudio Neves

LÍQUIDOS – Outro destaque foi a exportação dos derivados de petróleo. O produto apresentou aumento de 84% na comparação. No último mês foram 58,7 mil toneladas do produto exportadas; no ano passado, nos mesmos 30 dias, foram 31,9 mil toneladas.

A importação dos produtos derivados de petróleo apresenta queda de 22%. Em junho de 2018, foram 301.517 toneladas importadas pelo Porto de Paranaguá. Este ano, no mês, são 233.820. Foram 929.688 toneladas do produto importadas em junho de 2019, contra 865.640 no mesmo mês do ano anterior.

Só o Porto de Antonina registrou um aumento de 143% na movimentação de adubo. Em junho deste ano, foram 35.482 toneladas importadas do produto. Em 2018, no mês, foram apenas 14.585 toneladas.

ANTONINA – Na movimentação geral, o Porto de Antonina registra um mês de junho 119% mais movimentado. No total, este ano são 79.063 toneladas de produtos movimentados (açúcar em saca e farelo de soja não transgênico para exportação e fertilizantes de importação). Em junho de 2018, a movimentação mensal foi de 36.117 toneladas.

Porto de Antonina

CARGA GERAL – No Porto de Paranaguá, destaque para as operações de carga geral, que registraram aumento de 12%: 973.068 toneladas em junho de 2019, ante 872.387 toneladas em junho de 2018.

Os aumentos foram mais significativos nos volumes de contêineres, que cresceram 29%. Foram 76.245 unidades movimentadas no último mês e 58.967 em junho do ano passado.

Os veículos também tiveram alta. As 10.650 unidades exportadas e importadas no mês este ano representam 9% a mais que as 9.770 unidades registradas em junho de 2018
CAMINHÕES – Somente no mês de junho, 42.407 caminhões passaram pelo Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá. O volume é quase 6% maior que em junho do ano passado.
SEMESTRE – Nos primeiros seis meses de 2019, os Portos do Paraná já registram volume de mais de 25 milhões de toneladas de cargas movimentadas. Desse total, mais de 63,2% – ou seja, quase 15,8 milhões de toneladas – são de exportação e o restante, pouco mais de 9,2 milhões de toneladas, de importação.

Considerando o semestre, o movimento de 2019 caiu 6% em comparação com o ano passado.

Da AEN

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Suspeito de atropelar e matar menina tenta fugir, mas é linchado

Fato aconteceu na noite de sábado, em Cascavel, no Oeste do estado

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Um homem suspeito de atropelar e matar uma menina de 7 anos, na noite de sábado (18), em Cascavel, no Oeste do Paraná, tentou fugir após o atropelamento, mas foi contido e linchado por populares.

A surra só parou com a chegada da Polícia Militar. O atropelador – cuja identidade não foi revelada – foi levado para atendimento médico, com ferimentos moderados.

O atropelamento ocorreu na Rua Nogueira, bairro de Brasmadeira.

A garota, Maria Eduarda Mendes Eilkina, chegou a ser socorrida, mas morreu no local.

O corpo dela foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade.

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Estado terá quatro escolas cívico-militares neste ano

Modelo é diferente dos Colégios Militares

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Colégio em Colombo/Foto: Ari Dias

A rede estadual de educação do Paraná terá quatro escolas cívico-militares a partir de 2020. O projeto-piloto é parte do Programa Nacional Escolas Cívico-Militares, do Ministério da Educação e Cultura, e será implementado nos colégios estaduais Beatriz Faria Ansay, em Curitiba; Professora Adélia Barbosa, em Londrina; Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu; e Vinícius de Moraes, em Colombo.

O modelo é diferente dos Colégios Militares, uma iniciativa do Governo do Paraná, que já existem em Curitiba, Londrina, Maringá e Cornélio Procópio – os últimos três inaugurados em 2019. Nesse caso, a gestão é da PM e o corpo docente e demais servidores são da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte.
Nas cívico-militares a secretaria permanece responsável pelo corpo docente, currículo e trabalho didático-pedagógico, que passam a contar com o apoio de militares da reserva do Exército Brasileiro, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

De acordo com o diretor de Educação Raph Gomes Alves, esse ano será dedicado à adequação do programa à realidade escolar do Paraná. “Estamos trabalhando para implementar o modelo de escola cívico-militar, segundo as diretrizes do MEC, e realizando os ajustes necessários às peculiaridades das nossas escolas a fim de que, ao final do ano, o Estado do Paraná tenha um modelo próprio de escolas cívico-militares que servirá de base para futura ampliação”, explica.
DIFERENÇAS – Há outras particularidades em relação aos Colégios Militares e às escolas estaduais regulares. Diferente dos Colégios Militares, que fazem processo seletivo para ingresso, as escolas cívico-militares têm matrícula regular, como qualquer outra escola estadual.

Enquanto a gestão dos Colégios Militares compete à Polícia Militar do Paraná, nas escolas cívico-militares essas funções são de responsabilidade de profissionais da secretaria estadual da Educação e do Esporte, apoiados, também, por militares.

Quanto às escolas regulares, a principal diferença é a ampliação da matriz curricular, que passará de 800 horas-aula por ano letivo para mil horas-aula por ano letivo, ou seja, o aluno terá uma aula diária a mais.

Além disso, os estudantes das cívico-militares contarão com aulas semanais de civismo e cidadania.

O investimento extra-anual por escola de até mil alunos é de cerca de R$ 1 milhão, financiado pelo MEC com contrapartida financeira do Estado para cobrir os demais gastos regulares, que superam essa cifra.

A parceria com os estados poderá acontecer de duas formas: o MEC repassa recursos para pagamento de militares das Forças Armadas alocados nas escolas, enquanto os estados custeiam as adaptações nas instalações das unidades e compra de uniformes, materiais e tecnologias; onde não houver pessoal das Forças Armadas, o MEC repassará recursos financeiros para a adaptação das escolas e os estados disponibilizarão militares das Corporações Estaduais.
APOIO DA COMUNIDADE – As instituições de ensino que participam do projeto-piloto foram escolhidas a partir do interesse da comunidade e contemplado diferentes perfis de vulnerabilidade. A adesão ao programa se deu após discussão e aprovação da comunidade escolar para a implantação do modelo.

BRASIL – O Programa Nacional Escolas Cívico-Militares é resultado de uma parceria entre o MEC, o Ministério da Defesa e governos estaduais.

Orientadas pelo Decreto 10.004/2019 e pela Portaria 2.015/2019, as escolas cívico-militares são escolas públicas regulares que implementam um modelo de gestão nas áreas educacional, pedagógica e administrativa baseado nos Colégios Militares do Exército, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. A proposta do Governo Federal é implantar 216 escolas cívico-militares em todo o país até 2023.

Da AEN
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Vaquinha na internet ultrapassa meta e família furtada vai ganhar outro carro

Em menos de 12 horas a meta foi superada

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Adrian faz tratamento de leucemia

Foram menos de 12 horas até a meta ser superada. Contando com a solidariedade de 262 pessoas, a família do adolescente Adrian Mathias, de 14 anos, conseguiu arrecadar o valor necessário para a compra de um carro novo. O veículo Fiat Uno 1994 da família, que era o único meio de locomoção de Adrian até o tratamento de leucemia, foi furtado no último domingo (12).

(Veja o vídeo do furto do carro na matéria relacionada abaixo).

O automóvel foi encontrado no final da tarde desta quarta-feira (15), no bairro Tatuquara, completamente ‘depenado’.

Organizador da vaquinha, Paulo Henrique Bortolan disse ter ficado extremamente surpreso com a velocidade com que tudo aconteceu. “A ficha parece não cair com tamanho carinho e generosidade que a gente encontrou. Eu achei que demoraria semanas para a arrecadação, mas conseguimos em menos de 12 horas. A intenção sempre foi a de ajudar a família”, comentou.

Bortolan cita o amigo André Luis da Rosa como idealizador da ideia, mas garante que nenhum deles imaginava uma arrecadação tão rápida. A meta inicial da vaquinha era de R$ 10 mil para a compra de um novo carro, mas a arrecadação foi encerrada com um valor superior a R$ 14 mil.

O pai de Adrian, Gerson de Moraes, disse não ter palavras para agradecer. “A gente passa a ter certeza que existe muita gente boa no mundo. São muitas pessoas nos procurando e é tudo muito comovente”, descreveu.

Adrian e a família são do Rio de Janeiro e vieram morar em Curitiba para o tratamento de leucemia no Hospital Pequeno Príncipe.

“Todo mundo que ajudou é importante, era um momento de dificuldade e que contou com a ajuda de muita gente. Quero agradecer também muito a Banda B por tudo isso”, concluiu Bortolan.

Carro encontrado
Três dias após o furto, o Fiat Uno ano 1994 foi encontrado ‘depenado’ pela polícia no final da tarde de quarta-feira (15).

A família estava em frente de casa, quando avistou o veículo sendo transportado em cima de um caminhão reboque, na rua Jovenilson Américo de Oliveira, no bairro Tatuquara, em Curitiba.

O veículo está sem condições de uso.

Da Banda B

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Carro usado para transportar garoto com leucemia é furtado em Curitiba

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