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Antonina

Portos do Paraná formam agentes ambientais voluntários

CURSO ACONTECEU NA PONTA DA PITA

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Agora Litoral
A empresa pública Portos do Paraná reuniu nesta quarta-feira (25) a comunidade da Ponta da Pita, em Antonina, no litoral do Estado, para o Curso de Agentes Ambientais Voluntários. Dividida em aulas teóricas e práticas, a ação reuniu 50 pessoas na sede da Associação dos Moradores.

As aulas foram sobre prevenção e também como agir em caso de emergência. Foi a primeira vez que a comunidade teve contato com especialistas da área para aprender mais sobre o assunto.

Ação foi na sede da Associação de Moradores

“O objetivo é formar voluntários que tenham conhecimento básico para poder auxiliar no atendimento em caso de uma emergência ambiental, principalmente envolvendo produto oleoso, para atuar na limpeza de praia ou manguezais”, explicou Jaqueline Dittrich, bióloga da diretoria de Meio Ambiente da Portos do Paraná.

O mesmo contato acontece em outras comunidades do litoral paranaense e é uma condicionante à licença ambiental de operação dos Portos.

Voluntários tiveram aulas teóricas e práticas

De acordo com André Wolinski, coordenador de operações da Albriggs (empresa contratada pela Portos do Paraná para a defesa ambiental), é importante que pessoas da comunidade estejam preparadas, para que estejam cientes dos riscos envolvidos, quais são as técnicas e como podem agir num caso de acidente, com segurança.

Curso trará benefícios para a Comunidade

Wolinski lembrou que os voluntários também atuam como uma espécie de vigilantes. “Estão próximos, trabalham no mar, podem ver uma situação antes e reportar aos órgãos corretos. Com conhecimento, essa informação ajuda no atendimento mais ágil e eficaz”, disse.

Para Daiana Aparecida Ribeiro, moradora da Ponta da Pita, o encontro com os especialistas foi instrutivo. “É interessante, mostra bem os fatos, como se preserva e acho muito importante isso”, disse. Ela ressaltou que tem uma preocupação com a conservação da água. “Acho muito importante que a empresa disponha dessa palestra para outras pessoas conhecerem e preservarem mais”.
Bira Rodriguez, presidente da Associação dos Moradores da Ponta da Pita, afirmou que esse tipo de encontro é importante. “Já tivemos acidentes dessa natureza e é importante que eles tenham conhecimento e possam usar. Tomara que não precise, mas que tratem dessa situação com uma melhor qualificação”, finalizou.

Da AEN
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Antonina

Colégio Estadual Moysés Lupion realizará Feira do Conhecimento

Evento incentiva a criatividade e aproxima comunidade da escola

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Estudantes e professores do Moysés Lupion

O Colégio Estadual Moysés Lupion, de Antonina, realizará na próxima terça-feira (13), a sua 1ª Feira do Conhecimento. Trata-se de um evento dinâmico, envolvente, que incentiva a criatividade e reflexão dos estudantes da educação pública e aproxima a comunidade da escola.

Segundo o educandário, até o momento 118 trabalhos estão inscritos e quatro salas temáticas prontas para abordar temas como física, matemática, artes, história e divulgar o curso de Formação de Docentes.

A feira contará com oficinas educativas de Realidade Virtual, em parceria com a UFPR LITORAL; Impressão em 3D e cortadora a laser (UNIMAR EAD – Marília-SP); Bioconstrução; Reciclagem de eletrônicos e de programação de jogos digitais.

DESTAQUE
Recentemente o Colégio Moysés Lupion foi premiado com o 1º e 2º lugares na IX Feira de Ciências da UFPR Litoral, na categoria desenvolvimento científico e tecnológico, sendo contemplado com quatro bolsas de iniciação científica para o desenvolvimento de suas pesquisas.

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Antonina

PM prende dois em abordagem de rotina na Ponta da Pita

Um por tráfico; o outro era procurado pela Justiça

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Policiais militares do 9º Batalhão prenderam um homem por tráfico de drogas e outro que era procurado pela Justiça, durante uma abordagem de rotina, na tarde de segunda-feira (4), na região da Ponta da Pita, na cidade de Antonina.

De acordo com o relatório policial, por volta das 14h50, uma equipe de Rádio Patrulha estava em ronda pela região quando visualizou dois indivíduos em atitude suspeita e decidiu abordá-los.

No momento da abordagem, Wesley Gonçalves Fernandes, de 22 anos, tentou se livrar de um objeto que portava, vindo a jogá-lo ao chão. Porém, os policiais perceberam a tentativa e, ao verificar o que ele havia tentado dispensar, encontraram um pequeno pote contendo porções de crack e cocaína em embalagens prontas para a venda.

Ao pesquisar os nomes dos abordados os policiais verificaram que o outro suspeito, identificado como Savio Gonçalves Neris, de 24 anos, tinha um mandado de prisão em seu desfavor, com validade até 08/08/2024, expedido pela 11ª Vara Criminal de Curitiba.

Diante dos fatos, ambos abordados foram encaminhados à 8ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Antonina, para o cumprimento do mandado de prisão de Savio e elaboração do flagrante de tráfico de drogas contra Wesley, que, segundo foi apurado pela polícia, já tinha passagem pelo mesmo delito.

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Antonina

Prefeito e mais cinco têm bens bloqueados por fraude em licitação

BLOQUEIO ULTRAPASSA OS R$ 500 MIL

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Agora Litoral
A Vara da Fazenda Pública de Antonina, no Litoral paranaense, determinou o bloqueio de bens do prefeito de Antonina, José Paulo Vieira Azim, do ex-secretário de Obras e Planejamento, Arlindo José Ricardo, do presidente da Comissão Licitatória, Anderson Alves Mauricio, do empresário Luiz Otávio Franco, da empresa dele, e do contador Deoclécio Nogueira Junior. O valor total bloqueado é de R$ 552.926,24. A decisão atende pedido liminar formulado pela 1ª Promotoria de Justiça de Paranaguá em ação civil pública por ato de improbidade administrativa.

De acordo com a ação, os envolvidos direcionaram procedimento licitatório – inclusive fraudando orçamentos de outras empresas – para contratação da empresa de Luiz Otávio para prestação de serviços de limpeza e conservação de vias públicas (serviços de roçada). Conforme as investigações do Ministério Público do Paraná, diversos funcionários da empresa contratada eram prévia e politicamente indicados por agentes públicos, configurando esquema de contratações irregulares pagas com o dinheiro público.

Na análise do mérito da ação, o MPPR requer a anulação do procedimento licitatório e a condenação dos réus às penas da Lei de Improbidade, como perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, ressarcimento dos danos ao erário e pagamento de multa.

Com informações do MPPR
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