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Morretes

Caminhão sem freios entra na área de escape da BR-277

ESTAVA CARREGADO COM FEIJÃO

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Agora Litoral
Um caminhão carregado com feijão ficou sem freios na manhã desta terça-feira (21), em Morretes, no Litoral do Estado. O incidente aconteceu na descida da Serra do Mar, na pista sentido Paranaguá, no km 36.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a área de escape foi fundamental para evitar que um grave acidente ocorresse. Ninguém se feriu.

O caminhoneiro do Volvo FH/500 conseguiu sair da pista após perceber ter perdido os freios e entrou na área de escape, deixando um rastro de 100 metros.
A PRF evitou o saque da carga de feijão. O teste de bafômetro deu negativo.

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Morretes

Torcedor do Athletico sofre infarto e morre após o título da Copa do Brasil

NÃO VIU O TIME DO CORAÇÃO ERGUER A TAÇA DE CAMPEÃO

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Agora Litoral
O taxista aposentado José Luiz Kuster Contador, de 63 anos, sofreu um infarto e morreu na noite de quarta-feira (18) enquanto comemorava o gol do título da Copa do Brasil do Athletico Paranaense contra o Internacional, em Porto Alegre.

Morador de Morretes, no litoral do Paraná, e torcedor rubro-negro, ele se sentiu mal quando viu o time confirmar a vitória por 2 a 1 no estádio Beira-Rio e garantir o título inédito.

“Quando saiu o segundo gol, o coração não aguentou. O cardiologista disse que foi instantâneo, infelizmente morreu na hora e sem volta”, disse o filho do torcedor, Francesco Contador, em entrevista à rádio Banda B.

“Quando encontrei meu pai, ele ainda estava quente e sorrindo. Ele estava sorrindo muito, parecendo alguém que foi embora, mas foi embora feliz”, comentou.

Contador era fanático pelo Athletico (Foto do arquivo pessoal)

Torcedor fanático, José Luiz Contador incentivou a família toda a torcer pela equipe. A vítima de infarto havia se aposentado há dois anos, quando decidiu sair de Curitiba e morar no litoral do Paraná.

“Ele tem ingressos desde a década de 1990 e todos da conquista do Brasileirão de 2001. Ele era fanático mesmo e toda nossa família é. Eu sou, os netos são e vamos manter vivo isso em homenagem a ele”, afirmou Francesco.

Outro torcedor perdeu a mão esquerda
O incidente em Morretes não foi o único nesta final da Copa do Brasil.

Na última terça-feira, no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, o torcedor Wesley Pontes perdeu a mão esquerda depois de um sinalizador que segurava estourar de forma inesperada. O time se sensibilizou com o caso.

“A gente pegou toda cena, foi muito feia. Queria dedicar esse título a ele”, disse o atacante Nikão após a partida.

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Morretes

Caminhão sem freio entra na área de escape na Serra do Mar (VÍDEO)

VEÍCULO LEVAVA 35 TONELADAS DE MILHO

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Agora Litoral
Uma câmera de monitoramento flagrou o momento em que um caminhão bitrem sem freio entrou na área de escape da Serra do Mar na BR-277, em Morretes, no litoral do Paraná. O vídeo foi registrado na sexta-feira (26), e divulgado nesta segunda-feira (29) pela Ecovia.

De acordo com a concessionária, o caminhão seguia sentido litoral carregando 35 toneladas de milho. Essa é a segunda vez que um veículo entra na área de escape desde que ela foi inaugurada, em dezembro de 2018.

Segundo a Ecovia o caminhão perdeu o freio e, por isso, precisou entrar na área de segurança. O bitrem passou a noite no local. O motorista não se feriu.

Para a remoção do caminhão, parte da carga precisou ser retirada do veículo. Dois guinchos auxiliaram na retirada do caminhão, que pôde seguir viagem após uma manutenção mecânica.

VEJA:

Área de escape
A área de escape está na descida da Serra do Mar, após um trecho sinuoso. Conforme a concessionária, muitos veículos pesados apresentam problemas técnicos na região da rodovia.

A área de escape é feita com argila expandida. O material ajuda a absorver a velocidade, além de reduzir impactos.

Do G1
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Morretes

Simulação prepara comunidade em caso de situações de desastres

AÇÃO DESTE SÁBADO ENVOLVEU 200 FAMÍLIAS DO RIO SAGRADO

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Agora Litoral
A manhã deste sábado (16) foi diferente para a comunidade do Rio Sagrado, em Morretes, no litoral do Estado. Ao invés do corriqueiro barulho da mata, se ouviam sirenes e alertas. Eram os avisos para que a população se deslocasse ao ponto de encontro, simulando uma situação de risco de desastres naturais.

A atividade foi coordenada pela Defesa Civil Estadual, envolvendo também a Regional do órgão no Litoral, Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil do município.

A intenção foi colocar em prática os protocolos de envio de informação entre as Defesas Civis e de alertas à população no caso de fortes chuvas que possam causar problemas como alagamentos, deslizamentos e inundações.
O coordenador estadual do órgão, coronel Ricardo Silva, explicou que a operação analisa os trabalhos de aperfeiçoamento dos sistemas e da equipe da Defesa Civil, já que o simulado marcou os oito anos dos desastres que atingiram o litoral paranaense, evento que ficou conhecido como Águas de Março.

“Foi a oportunidade de colocar à prova todo o planejamento feito há oito anos, que inclui nosso sistema informatizado e o treinamento feito nos municípios”, disse Silva. “A atividade envolveu a população, as autoridades municipais e órgãos de segurança. Com isso, demonstramos que o Estado trabalha de forma preventiva na segurança da população paranaense”, afirmou.

PREVIAMENTE – Os moradores participaram de uma reunião prévia para que as atividades do simulado fossem explicadas, assim como os locais para reunião antes de se deslocar ao abrigo. Com isso, a população se condiciona a agir preventivamente quando alertas e informações da Defesa Civil chegarem. A comunidade conta com cerca de 200 famílias.
Ao mesmo tempo em que o simulado foi feito no Litoral, equipes da Defesa Civil Estadual monitoram as atividades a partir do Centro Estadual de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cegerd), localizado em Curitiba. “Acompanhamos remotamente tudo o que aconteceu no simulado, de onde iniciamos as ações com o envio de alerta de abandono de área, além dos alertas que começaram a ser enviados à população, de maneira simulada, desde quinta-feira”, explicou o chefe do Cegerd, capitão Anderson Gomes das Neves.

RESILIÊNCIA – Ações como essa são importantes para que danos e prejuízos sejam diminuídos, especialmente para as pessoas. A resiliência, isto é, a capacidade de suportar o desastre, é um dos fatores mais importantes de uma comunidade.

De acordo com o major Jonas Emanuel Benghi Pinto, subcomandante do Corpo de Bombeiros do Litoral, o treinamento salva vidas. “Ele nos capacita a responder maior efetividade em caso de desastre. Hoje temos os fenômenos meteorológicos chegando com maior intensidade e cada vez mais o poder público e a comunidade tem que estar preparada”, ressaltou.

Segundo ele, com a atuação conjunta entre o poder público e a sociedade, é possível desenvolver essa capacidade de evitar riscos e agir rapidamente quando há desastres.
RADIOAMADORES – Além da Defesa Civil e Bombeiros, participaram também os radioamadores voluntários da Rede Estadual de Emergência de Radioamadores (REER), que auxiliam na comunicação e acompanhamento do exercício. Com o auxílio dos radioamadores nos desastres, é possível transmitir informações e garantir a comunicação das equipes de resposta mesmo quando existe falha nos sistemas normais de telefonia e transmissão.

GEOLOGIA –
Uma das etapas do simulado é a análise de risco de deslizamento a partir de um protocolo estabelecido na Defesa Civil Estadual.

Segundo a geóloga da Defesa Civil, Fabiane Acordes, são feitas visitas nas residências para uma análise técnica de risco. “Estamos desenvolvendo um check list para que os agentes municipais observem o que tem no terreno que pode predispor uma situação de deslizamento”.

Os geólogos do órgão fazem a análise do local, procurando por indícios de que um deslizamento pode ocorrer e afetar uma residência próxima à encosta. São indícios presenças de trincas, rachaduras, água escorrendo no solo, se a moradia se encontra em declive, entre outros fatores.

O protocolo visa facilitar a análise pelas Defesas Civis municipais de situações que possam ter risco para a população.
NA PRÁTICA – A ação deste sábado envolveu cerca de 200 residências na comunidade do Rio Sagrado. Foram utilizados três ônibus para levar os moradores a um lugar de abrigo, duas viaturas do Corpo de Bombeiros 4×4 e duas viaturas da Defesa Civil.

Os moradores que não receberam SMS com o alerta da Defesa Civil foram avisados pelo som das sirenes que percorreram a região.

DEPOIMENTOS – Quando ouviu a sirene, a dona de casa Izaura Nunes Machado, 64, saiu de casa e foi direto ao ônibus que aguardava a população em frente à Igreja, um dos pontos de encontro marcados pela Defesa Civil.  Ela presenciou o desastre de 2011 e disse que agora com conhecimento, a sensação é de segurança. “Eu acho muito bom isso, porque as pessoas precisam aprender a agir”, disse.
Franciele Morges de Andrade, 24, mora com o marido e três filhos em uma casa no mesmo terreno que os pais e conta que teve que ser resgatada no incidente de 2011. “Não tinha para onde correr e eu estava grávida do segundo filho. Fui resgatada pelo meu pai e já presenciei bastante risco’, recordou. A casa dela é atingida pelo Rio Sagrado, que passa na parte de trás. “Com o treinamento, nos preparamos para onde correr e o que pegar. Antes, quando a gente via, a água já estava dentro de casa e agora estão fazendo um bom serviço com a comunidade”, salientou.
O prefeito de Morretes, Osmair Costa Coelho, agradeceu o apoio da Defesa Civil e do Governo do Estado. “Quando aconteceu o transtorno em 2011, não tínhamos o preparo necessário e agora esse estudo em todas as localidades de risco e a simulação nos permite fazer o resgate em tempo e ofereça um local adequado para acomodar a população”, disse.

BALANÇO – Segundo o capitão Romero Nunes da Silva Filho, da Defesa Civil, o simulado colocou em prática diversos protocolos desenvolvidos para possível atendimento de desastre. “Conseguimos emitir SMS, fazer com que eles fossem aos pontos de encontro, a transmissão de dados em tempo real para Curitiba e a participação da população, mesmo em dia chuvoso”, afirmou.

O simulado também teve o objetivo de identificar o que pode ser melhorado e o que deve ser alterado. “Em 2011, a maior dificuldade era saber quantas pessoas estavam nessas áreas e hoje todas as casas são georreferenciadas, mapeadas, classificadas, em qual delas tem morador com necessidade, o que otimiza o tempo de resposta”, observou.

Da AEN – Fotos: Jaelson Lucas
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