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Paraná

Quadrilha especializada em roubos a bancos mantinha arsenal de guerra em residência

FOI PRESA PELO COPE

Agora Litoral
A quadrilha especializada em roubos a bancos presa nesta terça-feira (9), por policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), mantinha um grande arsenal de armas na residência em que foi localizada, no bairro Umbará, em Curitiba. No local, foram apreendidos 6 fuzis, três pistolas, 24 carregadores de arma de fogo, 10 explosivos, 8 coletes balísticos e até fardas usadas por policiais militares.
De acordo com o delegado Rodrigo Brown, há indícios de que parte do material já tenha sido usado em ações do grupo. “Teve o caso de Quatro Barras em que o indivíduo usou a farda para assaltar. O material será periciado para saber se realmente é o que foi usado na ação”, salientou Brown.
A quadrilha é suspeita de ter participado de ao menos quatro roubos a agências bancárias e caixas eletrônicos no Estado, em 2019, em Araucária, Lapa e Quatro Barras, na região Metropolitana de Curitiba e Matinhos, no litoral do Estado. “Vale chamar a atenção de um indivíduo que perdeu uma perna em confronto com a polícia e é considerado um dos maiores ladrões de carro-forte do Brasil”, ressaltou o delegado.
Características dos presos
Ao todo, seis homens, com idades entre 32 e 41 anos, foram detidos em flagrante em posse de armamento pesado, cartuchos, munições, veículos blindados e demais ferramentas utilizadas na prática de crimes. São eles: Alex Gomes, o “Molecote” ou “Pônei”; Antonio Marcos Soares Floriano, o “Marquinhos”; Carlos Eduardo Fernandes Moreira, o “Carlos” ou “Gordo”; Devit Luis Pedroso, o “DVD” ou “DDD”; Fabiano Guimarães Medeiros, o “Magelo” ou “Colombiano PCC”; e Jean Lucas Soares, o “Buiu”.
“Todos os presos são perigosos e com mandados de prisão. Cercamos a casa e não foi preciso utilizar nenhum disparo de arma de fogo. Nenhuma pessoa saiu ferida ou morta e agimos com firmeza. Foi utilizada uma granada de luz e de som e, com segurança, efetuamos a prisão, pois havia mulheres e crianças. Foi um serviço extremamente bem sucedido”, disse Brown.

Serviço de Inteligência
O trabalho de investigação iniciou há quatro meses, e desde então o serviço de inteligência das Polícias Civil e Militar trabalha junto para desvendar os autores do crime e prendê-los. “Um trabalho integrado e de união. Com a prisão deles, o número de roubo a banco no Estado irá diminuir”, relatou o Coronel Rômulo Marinho Soares, Secretário Estadual de Segurança Pública.

Da Tribuna
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