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Paraná

Homem abandona carro cheio de maconha e é preso pela PRF em Curitiba

Veículo com 565 kg da droga havia sido roubado em Londrina.

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Foto: Divulgação/PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma grande quantidade de maconha na noite desta sexta-feira (5) em Curitiba.

A droga era transportada em um carro roubado. O motorista foi preso em flagrante.
Por volta de 21 horas, os agentes da PRF deram ordem de parada ao motorista de um Volkswagen Tiguan, que transitava na BR-116, altura do Contorno Leste.

Seguido pelos policiais rodoviários federais, o homem abandonou o carro e tentou fugir a pé, mas foi alcançado e contido.

Com placas falsas, o veículo havia sido roubado no último dia 28 de maio, em Londrina.

O preso, de 23 anos de idade, responderá pelos crimes de tráfico de drogas e receptação de carro roubado.

Aos agentes da PRF, ele disse que saiu de Maringá e que tinha a capital paranaense como destino.

A PRF registrou a ocorrência na Central de Flagrantes da Polícia Civil, no bairro Portão, em Curitiba.
Ao todo, foram apreendidos 565 quilos de maconha.

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Paraná

Polícia Civil autua médica veterinária por maus-tratos a pitbulls em Curitiba

Cães estavam machucados, sem água e sem comida alguma.

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) resgatou três cães da raça Pitbull em uma residência, no bairro Mossunguê, em Curitiba, na noite de quarta-feira (1).

Os animais estavam sofrendo maus-tratos. A tutora era uma médica veterinária. Ela e seu marido foram autuados em flagrante pelo crime.

A PCPR chegou até o casal após receber um vídeo em que apareciam os três cães, sendo um deles gravemente atacado pelos outros dois. Este foi encaminhado em estado grave ao hospital veterinário. Os outros dois foram para a Casa do Produtor de Curitiba para receberam os devidos cuidados.

No local, além de encontrar os cães machucados, os policiais civis se depararam com um ambiente extremamente sujo. Os cachorros estavam sem água e sem comida nenhuma.

A médica veterinária e seu marido foram levados para Delegacia da PCPR, onde foram autuados e assinaram Termo Circunstanciado pelo crime de maus-tratos.

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Paraná

PCPR cerca quadrilha envolvida no tráfico de drogas e homicídios em Curitiba

Operação ocorre desde as primeiras horas desta segunda-feira.

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ATUALIZADA ÀS 11H45
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (29), em operação contra suspeitos de um homicídio consumado e outro tentado, no bairro Parolin, em Curitiba.

O objetivo é cumprir 12 mandados judiciais, sendo quatro mandados de prisão temporária e oito de busca e apreensão.

Para realizar a missão, 65 policiais civis – das áreas de investigação, inteligência e operações especiais – fazem um cerco na região de atuação do grupo criminoso, onde estão sendo cumpridos os mandados.

Cães farejadores da PCPR auxiliam nas buscas por drogas, armas e foragidos. Mais de 20 viaturas estão sendo utilizadas.

Os alvos da ação são indivíduos suspeitos de envolvimento no assassinato de Douglas dos Santos Rodrigues, de 20 anos, e na tentativa de homicídio contra uma segunda vítima, de 23. Os crimes ocorreram no dia 3 de junho deste ano.

Durante as investigações, a PCPR apurou que os suspeitos dos crimes fazem parte de uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas na região do Parolin. Além disso, os indivíduos estariam ameaçando moradores da região para que não contribuam com as investigações em andamento.

OS CRIMES – Na ocasião dos fatos, Douglas Rodrigues estaria “soltando pipa” junto com um amigo. Em determinado momento, quatro suspeitos em um veículo Ford/Fiesta preto chegaram perto das vítimas e logo em seguida realizaram diversos disparos de arma de fogo, atingindo a cabeça, tórax, costas e demais partes do corpo de Douglas, que morreu no local. O outro rapaz também foi atingido, mas sobreviveu.

MOTIVAÇÃO Nas investigações, a PCPR apurou que a motivação do crime estaria relacionada com desavenças em relação ao tráfico de entorpecentes na região. Douglas Rodrigues não teria deixado que os criminosos utilizassem sua casa como ponto de venda de drogas. Aí decidiram matá-lo.

Três suspeitos pelo crime foram presos. Um quarto segue desaparecido.

Um dos suspeitos do homicídio

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Mais de 30 pinguins já chegaram ao Litoral no mês de junho

15 deles estão em atendimento médico no Centro de Estudos do Mar.

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Foto : Laboratório de Ecologia e Conservação UFPR (LEC)

Nesta época do ano é comum o aparecimento de pinguins no Litoral do Paraná. O Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, em parceria com o Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná, orienta como o cidadão deve proceder, caso encontre essas aves no Litoral.
A principal ação é sempre procurar o atendimento correto de órgãos competentes. Caso as aves estejam em situação muito precária, é preciso dar proteção enquanto não chega o atendimento especializado.

Mais de 30 pinguins foram registrados no Estado neste mês de junho, mas a maioria já encalha morta. Atualmente, 15 aves estão em atendimento médico. Elas passam por processo de recuperação até serem devolvidas ao mar.
A espécie que mais aparece na costa paranaense é o Pinguim-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus), que se desloca pelas correntes marítimas em busca de alimento, desde as colônias reprodutivas onde vivem, no centro-sul da Argentina.

Muitos chegam debilitados, possivelmente por serem jovens e não se alimentarem adequadamente durante a migração. Para os que são atendidos no Centro de Estudos do Mar da UFPR, o tempo de cuidado varia de dois a 90 dias, dependendo das condições de saúde.
“Eles passam por uma série de análises e exames até ficarem aptos a serem devolvidos ao mar”, explica a bióloga Camila Domit, coordenadora do Centro de Reabilitação de fauna marinha na UFPR.

“Alguns chegam muito fracos, necessitando de mais cuidados, mas é importante que o trabalho de reabilitação seja feito em no máximo 90 dias para evitar outros problemas que podem surgir pelo excesso de tempo no cativeiro”, completou.
Depois de recuperadas, as aves são marcadas e devolvidas ao habitat natural, com licenças do Instituto Água e Terra e do Ibama.

PROCEDIMENTO – Conforme o Instituto Água e Terra, ao encontrar pinguins no Litoral, a pessoa deve procurar um órgão competente para tratar da questão.

“É preciso acionar o Centro de Reabilitação de Fauna Marinha da UFPR, que tem toda a estrutura necessária para que eles possam voltar ao mar e retomar a sua rota”, explica a bióloga Gisley Paula Vidolin, chefe do Setor de Fauna do IAT.

O Centro também realizou treinamentos às equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar do Paraná, das Guardas Municipais do Litoral e das prefeituras para fortalecer a rede de parceria e correto atendimento às ocorrências de fauna marinha.
PROTEÇÃO – Além de acionar imediatamente os órgãos capacitados, a pessoa que encontra um pinguim deve, se possível, isolar a área e proteger a ave marinha de ataque de animais doméstico.

Nos casos em que o pinguim se encontra muito debilitado, sem nenhuma reação à aproximação e sem conseguir se mover, é indicado, com cuidado e atenção, enrolá-lo em uma toalha seca e mantê-lo em uma caixa de papelão até o resgate especializado chegar.

“Ao contrário do que em geral as pessoas pensam, os pinguins fogem do frio. É importante mantê-los aquecidos para evitar uma hipotermia”, explica Camila Domit.
CONTATO – A equipe de resgates do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) da UFPR, atua das 7h às 18h e atende pelos telefones 0800-642-3341 ou (41) 99213-8746.

Também é possível acionar as Secretarias Municipais do Meio Ambiente e o Corpo de Bombeiros, que participam da rede de colaboração ao atendimento à encalhe.

O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma atividade conduzida pelo Ibama, com o objetivo de avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, através do monitoramento das praias, atendimento veterinário aos animais vivos e necropsia dos animais encontrados mortos.

O PMP-BS é realizado desde Laguna (SC) até Saquarema (RJ), sendo dividido em 15 trechos. A UFPR monitora o Trecho 6, compreendido entre os municípios de Guaratuba, Matinhos, Pontal do Paraná, Paranaguá (Ilha do Mel) e ilhas de Guaraqueçaba.

Da AEN
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