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Liberado no IML corpo de homem que morreu em calçada de Paranaguá

SEGUNDO O IML, DOMINGOS DOS SANTOS TEVE INFARTO FULMINANTE

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Documento facilitou identificar vítima

Agora Litoral
Foi liberado no sábado (10), e encaminhado para ser sepultado no estado da Bahia, o corpo do homem que morreu na calçada da Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, no Parque São João, em Paranaguá, na manhã de quinta-feira (8). A vítima foi identificada como Domingos Raimundo dos Santos, de 41 anos, através do crachá da empresa onde trabalhava e que estava em seu bolso.

Por volta das 6h30, a Polícia Militar e o SAMU foram acionados por populares, que relataram sobre um homem caído de bruços, na calçada. De imediato as equipes se deslocaram ao local e constataram que a vítima já estava em óbito.

Como havia um ferimento na cabeça de Domingos e próximo do local tem um terreno baldio, onde estavam algumas barras de ferro, foi levantada a suspeita de Domingos ter sido vítima de agressão. Equipes da Polícia Civil e Instituto de Criminalística também se deslocaram ao local, mas as análises constataram que a lesão era antiga, indicando que a morte ocorreu por causas naturais.

Corpo ficou um bom tempo na calçada

TRÂNSITO
Agentes da Guarda Civil Municipal também deram atendimento à ocorrência e fizeram o controle do trânsito no local, para o trabalho de perícia. Em seguida, o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) para exames complementares, que constataram que Domingos foi vítima de um infarto. Ele era natural de Dias d’Ávila, na Bahia, para onde o corpo foi levado para ser sepultado.

Domingos estava morando em uma pensão, em Paranaguá, junto com familiares que também são funcionários da empresa de engenharia e construção onde ele trabalhava.

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Paraná tem 44 novos casos de Covid-19; Litoral, 13 em investigação.

Estado registra 229 casos confirmados – destes, três óbitos.

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A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quarta-feira (1º) mais 44 casos de coronavírus no Paraná. São 26 homens e 18 mulheres com idades entre nove e 78 anos.

Os pacientes residem em Curitiba (11), Campo Largo (1), Maringá (1), Assis Chateaubriand (1), Cianorte (1), Ibaiti (1), Fazenda Rio Grande (1), Pinhais (1), Foz do Iguaçu (2), Londrina (17), São José dos Pinhais (1), Quatiguá (1), Arapongas (2), Campo Mourão (1), Araucária (1)  e Cambé (1).

BOLETIM  O Estado registra 229 casos confirmados – destes, três óbitos –, 3.683 descartados e 602 em investigação. Dentre confirmações, até às 12 horas desta quarta-feira, 38 pacientes estavam internados, 21 deles em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 17 em leitos clínicos.

Os dados do boletim são referentes a suspeitos que tiveram amostras coletadas e processadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen) e demais laboratórios habilitados no Paraná.

O caso confirmado de um paciente da Venezuela foi transferido para o município de Goioerê. Portanto, o Paraná tem agora cinco casos confirmados de pacientes que residem fora do Estado. Um paciente de Curitiba foi transferido para Almirante Tamandaré porque reside na Região Metropolitana.

Litoral tem 13 suspeitos
O Litoral do Paraná aparece no mais recente boletim da Sesa com apenas um caso confirmado, da cidade de Matinhos, e outros 13 em investigação – 5 em Guaratuba, 3 em Paranaguá, 3 em Morretes, 1 em Matinhos e 1 em Guaraqueçaba.

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Apreendidos mais de 88 kg de cocaína no Porto de Paranaguá

Droga estava em uma caçamba que seria exportada para a Costa do Marfim

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Apreensão foi realizada na tarde desta quarta-feira (1º)

Mais de 88 kg de cocaína, que estavam em uma caçamba que seria exportada no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, foram apreendidos em uma operação conjunta da Receita e Polícia Federal na tarde desta quarta-feira (1º).

Segundo os agentes da Receita Federal, a droga seria levada para a Costa do Marfim, na África. Ninguém foi preso durante a ação.

A cocaína foi encaminhada para a Polícia Federal.

Desde o início do ano, mais de duas toneladas da droga (2.715,5 kg) foram apreendidas no Porto de Paranaguá.

A mais recente descoberta de cocaína no porto havia ocorrido no dia 26 de março e resultou na apreensão de 325 kg da droga.

O Agora Litoral registrou:

Receita Federal faz nova apreensão de cocaína em Paranaguá

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Prefeitura de Pontal do Paraná vai decretar toque de recolher na cidade

Medida deve ser publicada nesta quarta-feira (1º de abril) e fecha também o acesso às praias

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A exemplo de Paranaguá, o município de Pontal do Paraná decidiu instituir o toque de recolher para combater a propagação do coronavírus.

O Agora Litoral teve acesso à minuta do decreto, que está sendo analisado pelo Departamento Jurídico e que deverá ser publicado ainda nesta quarta-feira (1º de abril) e que veda o acesso às praias e endurece o isolamento social na cidade.

O artigo 22 do decreto estipula que “fica estabelecido o toque de recolher diário, a partir de 1º de abril de 2020, sendo vedada a locomoção, permanência em qualquer espaço público, abarcando logradouros, praças e calçadão, entre às 20h e às 5h do dia seguinte, em razão do enfrentamento da pandemia decorrente do novo coronavírus – Covid-19, a fim de evitar sua propagação”.

O texto pontua ainda que será permitida a circulação nesse período apenas para prestadores de serviços na área de saúde, segurança, assistência social, delivery de alimentos (entregues em domicílio) e funcionários de empresas privadas que estejam trabalhando no período noturno ou retornando a sua residência, desde que comprovada a necessidade, urgência no deslocamento e identificação funcional.

O decreto torna compulsório o recolhimento de pessoas com mais de 60 anos à residência ou equivalente para efetivar o distanciamento social, restringindo sua circulação no território do município, com o objetivo de preservação de sua vida e saúde.

O texto também traz diversas determinações em relação ao funcionalismo público e à utilização dos serviços de saúde do município, todas elas voltadas ao atendimento do público com suspeita ou confirmação da infecção por coronavírus.

O descumprimento das determinações municipais acarreta vários tipos de sanção, que vão desde advertência, suspensão de alvarás, interdição de estabelecimentos e multas, entre cinco e dez UFMs, quando aplicadas a pessoas jurídicas.

Ainda de acordo com a minuta do decreto, a vigência da determinação é de trinta dias, a partir de 1º de abril, podendo ser estendida.

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