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TRAGÉDIA NA 116: Acidente deixa três mortos e quatro feridos

Foi no Km 94, sentido Campo Largo, em São José dos Pinhais

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Colisão foi na manhã desta terça-feira

Um gravíssimo acidente envolvendo pelo menos quatro caminhões e um carro foi registrado na manhã desta terça-feira (10), na BR-116 (sentido Campo Largo), no km 94, em São José dos Pinhais.

Não se sabe ainda o que ocasionou a tragédia, que deixou o carro embaixo de uma das carretas. Informações preliminares informam que o acidente tenha ocasionado três mortos e quatro feridos.

A aeronave da Polícia Militar se deslocou até o local para prestar atendimento aos feridos.

O vídeo é de colaboradores do WhatsApp.

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Suspeito de atropelar e matar menina tenta fugir, mas é linchado

Fato aconteceu na noite de sábado, em Cascavel, no Oeste do estado

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Um homem suspeito de atropelar e matar uma menina de 7 anos, na noite de sábado (18), em Cascavel, no Oeste do Paraná, tentou fugir após o atropelamento, mas foi contido e linchado por populares.

A surra só parou com a chegada da Polícia Militar. O atropelador – cuja identidade não foi revelada – foi levado para atendimento médico, com ferimentos moderados.

O atropelamento ocorreu na Rua Nogueira, bairro de Brasmadeira.

A garota, Maria Eduarda Mendes Eilkina, chegou a ser socorrida, mas morreu no local.

O corpo dela foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade.

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Estado terá quatro escolas cívico-militares neste ano

Modelo é diferente dos Colégios Militares

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Colégio em Colombo/Foto: Ari Dias

A rede estadual de educação do Paraná terá quatro escolas cívico-militares a partir de 2020. O projeto-piloto é parte do Programa Nacional Escolas Cívico-Militares, do Ministério da Educação e Cultura, e será implementado nos colégios estaduais Beatriz Faria Ansay, em Curitiba; Professora Adélia Barbosa, em Londrina; Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu; e Vinícius de Moraes, em Colombo.

O modelo é diferente dos Colégios Militares, uma iniciativa do Governo do Paraná, que já existem em Curitiba, Londrina, Maringá e Cornélio Procópio – os últimos três inaugurados em 2019. Nesse caso, a gestão é da PM e o corpo docente e demais servidores são da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte.
Nas cívico-militares a secretaria permanece responsável pelo corpo docente, currículo e trabalho didático-pedagógico, que passam a contar com o apoio de militares da reserva do Exército Brasileiro, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

De acordo com o diretor de Educação Raph Gomes Alves, esse ano será dedicado à adequação do programa à realidade escolar do Paraná. “Estamos trabalhando para implementar o modelo de escola cívico-militar, segundo as diretrizes do MEC, e realizando os ajustes necessários às peculiaridades das nossas escolas a fim de que, ao final do ano, o Estado do Paraná tenha um modelo próprio de escolas cívico-militares que servirá de base para futura ampliação”, explica.
DIFERENÇAS – Há outras particularidades em relação aos Colégios Militares e às escolas estaduais regulares. Diferente dos Colégios Militares, que fazem processo seletivo para ingresso, as escolas cívico-militares têm matrícula regular, como qualquer outra escola estadual.

Enquanto a gestão dos Colégios Militares compete à Polícia Militar do Paraná, nas escolas cívico-militares essas funções são de responsabilidade de profissionais da secretaria estadual da Educação e do Esporte, apoiados, também, por militares.

Quanto às escolas regulares, a principal diferença é a ampliação da matriz curricular, que passará de 800 horas-aula por ano letivo para mil horas-aula por ano letivo, ou seja, o aluno terá uma aula diária a mais.

Além disso, os estudantes das cívico-militares contarão com aulas semanais de civismo e cidadania.

O investimento extra-anual por escola de até mil alunos é de cerca de R$ 1 milhão, financiado pelo MEC com contrapartida financeira do Estado para cobrir os demais gastos regulares, que superam essa cifra.

A parceria com os estados poderá acontecer de duas formas: o MEC repassa recursos para pagamento de militares das Forças Armadas alocados nas escolas, enquanto os estados custeiam as adaptações nas instalações das unidades e compra de uniformes, materiais e tecnologias; onde não houver pessoal das Forças Armadas, o MEC repassará recursos financeiros para a adaptação das escolas e os estados disponibilizarão militares das Corporações Estaduais.
APOIO DA COMUNIDADE – As instituições de ensino que participam do projeto-piloto foram escolhidas a partir do interesse da comunidade e contemplado diferentes perfis de vulnerabilidade. A adesão ao programa se deu após discussão e aprovação da comunidade escolar para a implantação do modelo.

BRASIL – O Programa Nacional Escolas Cívico-Militares é resultado de uma parceria entre o MEC, o Ministério da Defesa e governos estaduais.

Orientadas pelo Decreto 10.004/2019 e pela Portaria 2.015/2019, as escolas cívico-militares são escolas públicas regulares que implementam um modelo de gestão nas áreas educacional, pedagógica e administrativa baseado nos Colégios Militares do Exército, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. A proposta do Governo Federal é implantar 216 escolas cívico-militares em todo o país até 2023.

Da AEN
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Vaquinha na internet ultrapassa meta e família furtada vai ganhar outro carro

Em menos de 12 horas a meta foi superada

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Adrian faz tratamento de leucemia

Foram menos de 12 horas até a meta ser superada. Contando com a solidariedade de 262 pessoas, a família do adolescente Adrian Mathias, de 14 anos, conseguiu arrecadar o valor necessário para a compra de um carro novo. O veículo Fiat Uno 1994 da família, que era o único meio de locomoção de Adrian até o tratamento de leucemia, foi furtado no último domingo (12).

(Veja o vídeo do furto do carro na matéria relacionada abaixo).

O automóvel foi encontrado no final da tarde desta quarta-feira (15), no bairro Tatuquara, completamente ‘depenado’.

Organizador da vaquinha, Paulo Henrique Bortolan disse ter ficado extremamente surpreso com a velocidade com que tudo aconteceu. “A ficha parece não cair com tamanho carinho e generosidade que a gente encontrou. Eu achei que demoraria semanas para a arrecadação, mas conseguimos em menos de 12 horas. A intenção sempre foi a de ajudar a família”, comentou.

Bortolan cita o amigo André Luis da Rosa como idealizador da ideia, mas garante que nenhum deles imaginava uma arrecadação tão rápida. A meta inicial da vaquinha era de R$ 10 mil para a compra de um novo carro, mas a arrecadação foi encerrada com um valor superior a R$ 14 mil.

O pai de Adrian, Gerson de Moraes, disse não ter palavras para agradecer. “A gente passa a ter certeza que existe muita gente boa no mundo. São muitas pessoas nos procurando e é tudo muito comovente”, descreveu.

Adrian e a família são do Rio de Janeiro e vieram morar em Curitiba para o tratamento de leucemia no Hospital Pequeno Príncipe.

“Todo mundo que ajudou é importante, era um momento de dificuldade e que contou com a ajuda de muita gente. Quero agradecer também muito a Banda B por tudo isso”, concluiu Bortolan.

Carro encontrado
Três dias após o furto, o Fiat Uno ano 1994 foi encontrado ‘depenado’ pela polícia no final da tarde de quarta-feira (15).

A família estava em frente de casa, quando avistou o veículo sendo transportado em cima de um caminhão reboque, na rua Jovenilson Américo de Oliveira, no bairro Tatuquara, em Curitiba.

O veículo está sem condições de uso.

Da Banda B

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Carro usado para transportar garoto com leucemia é furtado em Curitiba

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