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Paraná

Municípios são capacitados para prevenção de desastres

Capacitação faz parte das ações do Verão Maior

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Coordenadores receberam capacitação

A temporada de verão leva muitos turistas para o litoral paranaense, mas também acende o alerta dos municípios com o aumento das chuvas e a possibilidade de desastres. Para preparar as cidades na prevenção e resposta rápida nessas ocorrências, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil promoveu nesta sexta-feira (6), em Curitiba, uma capacitação com os coordenadores municipais de Defesa Civil das sete cidades litorâneas.

O objetivo é apresentar a estrutura do Centro Estadual de Gerenciamento de Risco e Desastres (Cegerd), que monitora as condições meteorológicas, acompanha as ocorrências e dá apoio aos municípios, e apresentar as ferramentas que dão suporte e permitem uma resposta rápida em casos de desastres.

A capacitação também faz parte das ações do Verão Maior, que reforça os serviços do Governo do Estado no Litoral e nas praias de água doce do Interior.

“Estamos preparando os municípios para agirem em uma situação de desastre, em um momento em que haverá um grande número de pessoas no Litoral, há um aumento nas chuvas e as ocorrências podem se agravar”, afirmou o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Ricardo Silva.

De acordo com ele, uma resposta rápida faz a diferença para a população que está nas áreas de atenção. “Este treinamento faz com que a resposta do Estado e dos municípios seja rápida, competente e o mais eficaz possível”, disse.

“O histórico mostra que essa época é bastante sensível na região, com chuvas na Serra do Mar que deságuam naquela área e trazem muitos transtornos às pessoas. Então é necessário se preparar para isso”, salientou.

FERRAMENTAS – A Defesa Civil estadual conta com uma série de ferramentas de monitoramento e alertas meteorológicos, comunicação em casos de desastres e o cadastro das áreas de atenção no Estado, que permitem um trabalho mais eficaz de prevenção.

“Nessa formação, apresentamos aos coordenadores municipais todos os instrumentos que podem ser usados para operacionalizar as ações lá na ponta, para chegar de forma efetiva nas áreas vulneráveis e na população atingida”, explicou o capitão Romero Nunes da Silva Filho, chefe da Divisão de Gestão de Desastres da coordenadoria estadual.

Os gestores municipais têm acesso ao aplicativo do Sistema de Defesa Civil do Paraná (SISDC), que permite o cadastro da população que vive em áreas de atenção, dos abrigos e áreas de atendimento localizados nas cidades. Uma nova funcionalidade foi incluída no aplicativo para permitir o aviso imediato de uma situação de desastres, o que permite uma resposta imediata do Estado.

Também há ferramentas voltadas para a população em geral. A Defesa Civil envia alertas pelo celular, via SMS, para avisar sobre a ocorrência de eventos climáticos severos, para que ninguém seja pego de surpresa em casos de chuvas fortes, vendavais ou outras situações.

Para receber os avisos basta enviar um SMS com o CEP de residência para o número 40199. A Defesa Civil responde a mensagem com uma confirmação do cadastro e envia alertas periódicos sobre situações que requerem atenção redobrada da população.
PARANÁ SOLIDÁRIO – Outra tecnologia desenvolvida pelo Governo do Estado também pode contribuir com os municípios nessas ocorrências, mas com foco na solidariedade. O aplicativo Paraná Solidário, da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho, que faz a ponte entre doadores e instituições sociais, está ganhando uma nova função para incluir a doações quando há situações desastres.

Quando houver uma ocorrência, os doadores cadastrados no aplicativo receberão um alerta para destinar alimentos, roupas, móveis, telhas, produtos de higiene e limpeza a alguma entidade daquele município, que fará o repasse à população atingida.

Da AEN / Fotos: Ari Dias

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Suspeito de atropelar e matar menina tenta fugir, mas é linchado

Fato aconteceu na noite de sábado, em Cascavel, no Oeste do estado

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Um homem suspeito de atropelar e matar uma menina de 7 anos, na noite de sábado (18), em Cascavel, no Oeste do Paraná, tentou fugir após o atropelamento, mas foi contido e linchado por populares.

A surra só parou com a chegada da Polícia Militar. O atropelador – cuja identidade não foi revelada – foi levado para atendimento médico, com ferimentos moderados.

O atropelamento ocorreu na Rua Nogueira, bairro de Brasmadeira.

A garota, Maria Eduarda Mendes Eilkina, chegou a ser socorrida, mas morreu no local.

O corpo dela foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade.

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Estado terá quatro escolas cívico-militares neste ano

Modelo é diferente dos Colégios Militares

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Colégio em Colombo/Foto: Ari Dias

A rede estadual de educação do Paraná terá quatro escolas cívico-militares a partir de 2020. O projeto-piloto é parte do Programa Nacional Escolas Cívico-Militares, do Ministério da Educação e Cultura, e será implementado nos colégios estaduais Beatriz Faria Ansay, em Curitiba; Professora Adélia Barbosa, em Londrina; Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu; e Vinícius de Moraes, em Colombo.

O modelo é diferente dos Colégios Militares, uma iniciativa do Governo do Paraná, que já existem em Curitiba, Londrina, Maringá e Cornélio Procópio – os últimos três inaugurados em 2019. Nesse caso, a gestão é da PM e o corpo docente e demais servidores são da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte.
Nas cívico-militares a secretaria permanece responsável pelo corpo docente, currículo e trabalho didático-pedagógico, que passam a contar com o apoio de militares da reserva do Exército Brasileiro, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

De acordo com o diretor de Educação Raph Gomes Alves, esse ano será dedicado à adequação do programa à realidade escolar do Paraná. “Estamos trabalhando para implementar o modelo de escola cívico-militar, segundo as diretrizes do MEC, e realizando os ajustes necessários às peculiaridades das nossas escolas a fim de que, ao final do ano, o Estado do Paraná tenha um modelo próprio de escolas cívico-militares que servirá de base para futura ampliação”, explica.
DIFERENÇAS – Há outras particularidades em relação aos Colégios Militares e às escolas estaduais regulares. Diferente dos Colégios Militares, que fazem processo seletivo para ingresso, as escolas cívico-militares têm matrícula regular, como qualquer outra escola estadual.

Enquanto a gestão dos Colégios Militares compete à Polícia Militar do Paraná, nas escolas cívico-militares essas funções são de responsabilidade de profissionais da secretaria estadual da Educação e do Esporte, apoiados, também, por militares.

Quanto às escolas regulares, a principal diferença é a ampliação da matriz curricular, que passará de 800 horas-aula por ano letivo para mil horas-aula por ano letivo, ou seja, o aluno terá uma aula diária a mais.

Além disso, os estudantes das cívico-militares contarão com aulas semanais de civismo e cidadania.

O investimento extra-anual por escola de até mil alunos é de cerca de R$ 1 milhão, financiado pelo MEC com contrapartida financeira do Estado para cobrir os demais gastos regulares, que superam essa cifra.

A parceria com os estados poderá acontecer de duas formas: o MEC repassa recursos para pagamento de militares das Forças Armadas alocados nas escolas, enquanto os estados custeiam as adaptações nas instalações das unidades e compra de uniformes, materiais e tecnologias; onde não houver pessoal das Forças Armadas, o MEC repassará recursos financeiros para a adaptação das escolas e os estados disponibilizarão militares das Corporações Estaduais.
APOIO DA COMUNIDADE – As instituições de ensino que participam do projeto-piloto foram escolhidas a partir do interesse da comunidade e contemplado diferentes perfis de vulnerabilidade. A adesão ao programa se deu após discussão e aprovação da comunidade escolar para a implantação do modelo.

BRASIL – O Programa Nacional Escolas Cívico-Militares é resultado de uma parceria entre o MEC, o Ministério da Defesa e governos estaduais.

Orientadas pelo Decreto 10.004/2019 e pela Portaria 2.015/2019, as escolas cívico-militares são escolas públicas regulares que implementam um modelo de gestão nas áreas educacional, pedagógica e administrativa baseado nos Colégios Militares do Exército, das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares. A proposta do Governo Federal é implantar 216 escolas cívico-militares em todo o país até 2023.

Da AEN
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Vaquinha na internet ultrapassa meta e família furtada vai ganhar outro carro

Em menos de 12 horas a meta foi superada

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Adrian faz tratamento de leucemia

Foram menos de 12 horas até a meta ser superada. Contando com a solidariedade de 262 pessoas, a família do adolescente Adrian Mathias, de 14 anos, conseguiu arrecadar o valor necessário para a compra de um carro novo. O veículo Fiat Uno 1994 da família, que era o único meio de locomoção de Adrian até o tratamento de leucemia, foi furtado no último domingo (12).

(Veja o vídeo do furto do carro na matéria relacionada abaixo).

O automóvel foi encontrado no final da tarde desta quarta-feira (15), no bairro Tatuquara, completamente ‘depenado’.

Organizador da vaquinha, Paulo Henrique Bortolan disse ter ficado extremamente surpreso com a velocidade com que tudo aconteceu. “A ficha parece não cair com tamanho carinho e generosidade que a gente encontrou. Eu achei que demoraria semanas para a arrecadação, mas conseguimos em menos de 12 horas. A intenção sempre foi a de ajudar a família”, comentou.

Bortolan cita o amigo André Luis da Rosa como idealizador da ideia, mas garante que nenhum deles imaginava uma arrecadação tão rápida. A meta inicial da vaquinha era de R$ 10 mil para a compra de um novo carro, mas a arrecadação foi encerrada com um valor superior a R$ 14 mil.

O pai de Adrian, Gerson de Moraes, disse não ter palavras para agradecer. “A gente passa a ter certeza que existe muita gente boa no mundo. São muitas pessoas nos procurando e é tudo muito comovente”, descreveu.

Adrian e a família são do Rio de Janeiro e vieram morar em Curitiba para o tratamento de leucemia no Hospital Pequeno Príncipe.

“Todo mundo que ajudou é importante, era um momento de dificuldade e que contou com a ajuda de muita gente. Quero agradecer também muito a Banda B por tudo isso”, concluiu Bortolan.

Carro encontrado
Três dias após o furto, o Fiat Uno ano 1994 foi encontrado ‘depenado’ pela polícia no final da tarde de quarta-feira (15).

A família estava em frente de casa, quando avistou o veículo sendo transportado em cima de um caminhão reboque, na rua Jovenilson Américo de Oliveira, no bairro Tatuquara, em Curitiba.

O veículo está sem condições de uso.

Da Banda B

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Carro usado para transportar garoto com leucemia é furtado em Curitiba

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