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Paraná retoma projeto de ferrovia de Paranaguá a MS

CORREDOR FERROVIÁRIO FICARIA A CARGO DA INICIATIVA PRIVADA

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Linha ferroviária com cerca de mil quilômetros de extensão, custaria mais de R$ 10 bilhões. (Foto: Jorge Woll/DER)

O governo do Paraná retomou as aspirações de implantar uma nova ferrovia que ligaria o Porto de Paranaguá ao Mato Grosso do Sul. A ideia é que o novo modal venha a se consolidar como um “corredor de exportação”, em alternativa logística que supere o gargalo ferroviário.

Uma estimativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) estima que a linha ferroviária – que teria cerca de mil quilômetros de extensão – custaria mais de R$ 10 bilhões.

A partir desta quinta-feira (5), a Ferroeste – sociedade de economia mista ligada do governo do Paraná – inicia uma série de consultas públicas, com o objetivo de debater a proposta com a sociedade civil e receber eventuais sugestões ao projeto.

Após essas audiências, o governo deve lançar uma proposta de manifestação de interesse (PMI) para escolher a empresa que queira executar um estudo de viabilidade técnica, para implantar a ferrovia.

“Nosso objetivo é acabar com essa discussão em que cada um fala o que acha. É termos um estudo técnico e demanda, que aponte qual a melhor forma de tirar esse projeto do papel, que aponte qual será o impacto econômico”, disse o presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin Araújo.

A expectativa é de que o estudo custe R$ 25 milhões, bancados pela empresa escolhida a partir da PMI. “Quando houver a concessão, os concessionários fazem o ressarcimento ao responsável pelo estudo”, explicou Araújo.

TRECHOS
Em princípio, o projeto leva em conta dois trechos. O primeiro prevê a implantação de cerca de 400 quilômetros de linha férrea, entre o Porto de Paranaguá e Guarapuava, no Centro-Sul do Paraná.

A proposta é de que haja um novo traçado, paralelo à rodovia BR-277. Com isso, a nova ferrovia não usaria o trecho da ferrovia histórica, que liga o Litoral a Curitiba e que continuaria sendo explorado para fins turísticos.

O segundo trecho contempla a construção de 350 quilômetros de trilhos , entre Cascavel e Dourados, no Mato Grosso do Sul, passando por Guaíra, no Oeste do Paraná. Com este traçado, a Ferroeste espera absorver a demanda logística do Paraguai (via Guaíra) e do Mato Grosso do Sul.

A expectativa é de que o modal sirva para escoar não só a crescente safra de grãos, mas também da indústria pecuária.

“O Oeste do Paraná, sozinho, perde R$ 330 milhões por ano, por falta de estrutura logística por ter que usar o transporte rodoviário para exportar sua produção. Então o investimento da implantação deste corredor ferroviário é muito pequeno, é nada, diante do retorno”, apontou Araújo.

INICIATIVA PRIVADA
A ideia do governo é implantar o corredor ferroviário por meio da iniciativa privada. Para isso, o primeiro trecho (entre Paranaguá a Guarapuava) seria explorado por meio de uma concessão estadual. O segundo trecho (entre Cascavel a Dourados) seria administrado por subconcessão da Ferroeste.

Segundo o cronograma, o governo espera ter em mãos o estudo de viabilidade técnica em um ano – até o segundo semestre de 2018. A partir de então, o Paraná deve definir aspectos técnicos da licitação.

Da Gazeta do Povo

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Estado recebe mais 213.480 vacinas para crianças e adolescentes

Distribuição para as Regionais de Saúde acontece nesta quarta-feira

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu na noite desta terça-feira (25/01) mais 213.480 vacinas contra a Covid-19, exclusivas para crianças e adolescentes. Do total são:

  • 118.280 da CoronaVac para a faixa etária de 6 a 17 anos (não imunocomprometidos),
  • 95.200 da Pfizer/BioNTech destinadas às crianças de 5 a 11 anos.

Assim que chegaram, os imunizantes foram encaminhados ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), para conferência e armazenamento. A distribuição para as Regionais de Saúde acontece nesta quarta-feira (26/01).

Essa é a primeira remessa da vacina CoronaVac que o Paraná recebe para a imunização do público infantil. Anteriormente, apenas a vacina pediátrica da Pfizer estava autorizada a ser aplicada nos jovens e crianças.

Somente em 21 de janeiro o imunizante foi incluído no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Uma das diferenças entre os dois é a idade recomendada.

“Tivemos essa mudança da faixa etária. Enquanto a Pfizer se inicia aos 5 anos de idade, a CoronaVac é aos 6 anos, se estendo até aos 17, desde que não sejam imunocomprometidos. Ainda hoje, nesta quarta, essas doses chegarão aos municípios”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

VACINAÇÃO – O Paraná já aplicou 9,1 milhões de primeiras doses e 8,3 milhões de pessoas já estão com o ciclo completo. 1,9 milhão de pessoas já tomaram a dose de reforço.

Com informações da AEN
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Polícia Civil inicia segunda fase da Operação Verão no Litoral

Efetivo regular em atuação na Região é reforçado com mais 172 policiais civis.

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) iniciou neste domingo (23/01) a segunda fase da Operação Verão no Litoral. Nesta nova etapa houve a mudança de equipes que irão atuar nas unidades até o dia 7 de março. Os policiais que participaram da primeira fase fizeram seu último plantão no sábado (22).

A PCPR divide sua atuação na Operação Verão em duas fases para dar oportunidade de mais policiais civis participarem dos trabalhos.

Assim é reforçada a presença policial nessa época de veraneio, com o efetivo sempre motivado.

O delegado e coordenador da Operação Verão, Gil Tesserolli, diz que o objetivo é manter o planejamento, já que a atuação tem sido exitosa.

“Os trabalhos têm fluído com bastante presteza e pretendemos manter a linha de atuação agora na segunda fase. Cremos que vamos, se não melhorar, manter o nível dos trabalhos da primeira fase”, diz o delegado.

Nesta segunda fase, o efetivo regular em atuação no Litoral é reforçado com mais 172 policiais civis, entre delegados, escrivães, investigadores e papiloscopistas.

Durante a manhã deste domingo, a equipe que assumiu o plantão recebeu orientações sobre o processo e o fluxo dos trabalhos durante a Operação Verão. Essa e outras medidas visam manter o elevado padrão dos trabalhos realizados pela PCPR na primeira fase.

Os policiais civis atuarão nos municípios de Matinhos, Guaratuba, Pontal do Paraná, Antonina e Morretes.

Além das atividades gerais de polícia judiciária, a atuação no Litoral conta com o reforço de Operações Aéreas com helicóptero, Operações Policiais Especiais, policiais especializados em investigações de desaparecimentos e crimes contra crianças, além da atuação com Delegacia Móvel e mutirões para confecção de carteiras de identidade.

Da AEN
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Sesa capacita profissionais do Litoral para operações do Sistema de Regulação de Leitos

Como medida de auxílio aos municípios da 1ª Regional de Saúde devido ao aumento de casos de Covid-19 e H3N2.

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Nesta semana, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) realizou um treinamento presencial com servidores da saúde do município de Paranaguá, visando instruir os profissionais para operarem o Sistema Estadual de Regulação de Leitos. A capacitação é uma medida de auxílio aos municípios da 1ª Regional de Saúde devido ao aumento de casos de Covid-19 e H3N2 desde o início do ano.

O curso, que também está disponível em formato digital no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Sistema Único de Saúde (AVASUS), foi ministrado por três técnicos da Sesa nos dias 18 e 19 e teve como finalidade treinar os profissionais para operarem o sistema de maneira ainda mais qualificada.

No início deste mês, o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, recebeu os prefeitos da 1ª RS para discutir sobre ações de apoio à região.

“A Sesa reconhece a importância da capacitação dos profissionais de saúde. Neste início do ano, os municípios do Litoral têm sentido maior pressão nos serviços de saúde. Por isso, após diálogo com os prefeitos, tomamos a decisão de ofertar esse curso para expandir ainda mais a qualificação dos servidores e dos serviços como um todo”, afirmou o secretário.

Foram capacitados cinco médicos e oito enfermeiros das UPAs, três técnicos do Litoral, um técnico de enfermagem e um administrador hospitalar.

Nota conjunta sobre a vacinação de crianças e adolescentes

Sobre a informação de que crianças e adolescentes foram imunizados em desacordo com a vacina autorizada pela Anvisa, a Sesa e o Cosems entendem a necessidade de uma verificação mais apurada e sóbria acerca dos dados no sistema do Ministério da Saúde (MS), que sofreu instabilidade nas últimas semanas, o que pode impactar a informação, assim como possíveis erros na alimentação de dados. Tal medida já está sendo analisada pelas equipes técnicas.

O Estado do Paraná tem expertise comprovada e eficiência histórica na vacinação, fruto de um trabalho comprometido de vacinadoras e vacinadores nos 399 municípios ao longo dos anos.

Da mesma forma, a Sesa também vai responder aos questionamentos do Supremo Tribunal Federal sobre a demanda da Advocacia Geral da União (AGU) nas ADPFs 754 e 756, dentro do prazo previsto.

A Sesa e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems) reafirmam a importância da campanha de vacinação dos paranaenses contra a Covid-19.

Da Sesa
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