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Paraná

Homem de 40 anos é preso após marcar encontro com menina de 12 anos

Foi em Cascavel; suspeito disse que queria formar família com a garota.

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Um homem de 40 anos foi preso em flagrante por suspeita de tentativa de estupro de vulnerável após marcar um encontro com uma menina de 12 anos, em Cascavel, no oeste do Paraná.

O flagrante aconteceu na segunda-feira (5/4) após o irmão da menina notar que ela estava arrumando uma mochila para sair de casa. O menino, de seis anos, alertou a avó, que chamou os pais da adolescente.

Quando os pais chegaram em casa, a menina já tinha, inclusive, chamado um carro de aplicativo para levá-la ao local do encontro que, pelas mensagens trocadas, aconteceria na BR-277, próximo ao Trevo Cataratas, na saída da cidade.

O pai continuou conversando com o homem se passando pela filha, foi até o local e chamou a polícia, que prendeu o suspeito em flagrante. Pelas mensagens, o homem falou que queria levá-la para outra cidade para formar uma família com a garota, de acordo com a Polícia Militar.

CONVERSAS

O homem chegou até a adolescente pelas redes sociais, passando-se por um garoto da mesma idade que ela. Só depois de algumas conversas ele teria revelado que era mais velho.

De acordo com o pai da menina, ele e a mãe dela controlavam o acesso da garota ao celular, mas com as aulas online, por causa da pandemia, os filhos passaram a ficar mais tempo na internet.

Segundo a PM, o homem – que não teve o nome revelado – realizava aliciamento por mensagens, que eram trocadas por um aplicativo de conversas. Ele é catarinense, mas morava em Cascavel.

O suspeito foi detido por estupro de vulnerável e encaminhado até a 15ª SDP para ser interrogado e, em seguida, conduzido à carceragem para responder pelos crimes cometidos. O homem não possuía nenhuma passagem policial.

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Paraná

Número de famílias endividadas cresce pelo segundo mês consecutivo no Paraná

Dívidas estão relacionadas com compromissos a longo prazo, financiamentos e parcelamentos

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O percentual de famílias endividadas no Paraná cresceu pelo segundo mês consecutivo, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio-PR).

O indicador passou de 89,2% em fevereiro para 90,5% em março, e atingiu o maior nível desde janeiro do ano passado. Este também é o pior índice do mês de março de toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2010.

De acordo com a Fecomércio-PR, a elevação do endividamento foi impulsionada pelas famílias de maior renda, entre as quais o indicador aumentou de 92,7% em fevereiro para 95,1% em março.

Nas famílias de menor renda, o endividamento também cresceu, mas em menor proporção, saindo de 88,4% para 89,5% em março.

O endividamento está relacionado com compromissos a longo prazo, como financiamentos e parcelamentos de dívidas.

Tipo de dívidas

O levantamento apontou que, em meio à inflação dos alimentos e o impacto na renda, as famílias paranaenses recorreram mais ao cartão de crédito para manter o consumo, tanto que esta modalidade de dívida subiu de 72,1% em fevereiro para 74,3% em março.

O financiamento imobiliário foi outro fator de endividamento das famílias e correspondeu a 11% das dívidas no mês de março, o maior índice desde setembro de 2017. Já o financiamento de veículos caiu de 10,1% para 9,2% na variação mensal.

Contas em atraso

Ainda segundo a federação, apesar do número de endividados ter aumentado, o percentual de famílias com contas atrasadas baixou de 26,5% para 25,2% no mês de março. A proporção de paranaenses sem condições de quitar os débitos caiu de 12% em fevereiro para 10,9% em março.

A Fecomércio-PR sinaliza que essa aparente melhora nas condições de pagamento pode ter sido causada pelas mudanças na política monetária, com o aumento dos juros e restrição de crédito para os inadimplentes, o que obrigou as famílias a priorizarem o pagamento de dívidas antigas.

O refinanciamento de dívidas também foi uma alternativa implementada pelos consumidores, além do aumento do uso do cartão de crédito.

Da CBN
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Paraná

Medidas restritivas seguem em vigor no Estado até o dia 15 de abril

Manutenção deve-se aos números da pandemia

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O Governo do Estado prorrogou por mais 15 dias as medidas restritivas de enfrentamento da pandemia que vigoram desde o dia 10 de março.

O Decreto 7.230/21, assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior na quarta-feira (31), estende o período de restrição até as 5 horas do dia 15 de abril e traz algumas mudanças, como, por exemplo, a permissão para que shopping centers e comércio não essencial possam atender aos sábados nas modalidades delivery e drive thru.

As regras só não se aplicam a Curitiba e Região Metropolitana, onde continua em vigor, até 5 de abril, o Decreto 7.194/2021, com regramento próprio.

A manutenção de medidas de restrição reflete os números da pandemia no Estado e a necessidade de conter a transmissão do coronavírus. Na quarta-feira (31), a Secretaria de Estado da Saúde registrou mais 196 mortes e 3.059 casos.

A taxa de ocupação nas UTIs exclusivas para atendimento de pacientes adultos com Covid-19 é de 95%. No total, o Paraná soma 840.728 diagnósticos e 16.600 óbitos em decorrência da doença.

Mudanças –  O novo decreto altera algumas regras do anterior:

A partir de agora, atividades comerciais de rua não essenciais, galerias e centros comerciais e de prestação de serviços não essenciais em municípios com mais de 50 mil habitantes poderão funcionar das 10 horas às 17 horas, de segunda a sexta-feira, com limitação de 50% de ocupação, e sábado exclusivamente nas modalidades delivery e drive thru, das 10 horas às 17 horas.

Os shopping centers poderão abrir ao público das 11 horas às 20 horas, de segunda a sexta-feira, com limitação de 50% de ocupação, e no sábado apenas nas modalidades delivery e drive thru, no mesmo horário.

Os municípios com menos de 50 mil habitantes devem seguir a regulamentação municipal.

Restrições – Continua proibida a circulação de pessoas entre as 20h e 5h. Ficam de fora desta regra apenas os profissionais e veículos vinculados a atividades essenciais.

Também continua proibida a venda e consumo de bebidas alcoólicas em espaços de uso público e coletivo no mesmo horário, em todos os dias da semana.

Bares, restaurantes e lanchonetes só podem abrir para o público de segunda a sexta-feira das 10h às 20h, com ocupação máxima de 50%. No entanto, na modalidade de delivery, podem funcionar sem restrição de dia e horário.

O decreto mantém suspensas atividades que causem aglomerações, como casas de shows, circos, teatros, cinemas e museus; os destinados a eventos sociais e atividades correlatas em espaços fechados, como casas de festas, de eventos, incluídas aquelas com serviços de buffet; os estabelecimentos destinados a mostras comerciais, feiras, eventos técnicos, congressos e convenções; bares, casas noturnas e correlatos; além de reuniões com aglomeração de pessoas, encontros familiares e corporativos.

Outras atividades – As atividades religiosas devem seguir a regulamentação da Secretaria da Saúde publicada em 26 de fevereiro, especificada na Resolução 221/2021.

Segundo o documento, os templos, igrejas e outros espaços devem realizar suas atividades de forma preferencialmente virtual. Em casos de atividades presenciais, deve-se respeitar o limite de 15% da ocupação.

Já as aulas presenciais da rede estadual, embora não constem do decreto, continuam suspensas. O cronograma do retorno será definido pela Secretaria de Estado da Educação e do Esporte.

Da AEN
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Paraná

UFPR desenvolve vacina 100% paranaense contra Covid-19

Imunizante está em fase de testes nos laboratórios da Universidade

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A Universidade Federal do Paraná (UFPR) pode disponibilizar, no ano que vem, uma vacina contra a Covid-19, 100% paranaense. O imunizante, que está sendo desenvolvido por professores e cientistas da instituição, já demonstrou títulos de anticorpos comparáveis e até superiores aos reportados pela vacina AstraZeneca/Oxford.

A vacina está em estudos na fase pré-clínica realizados em camundongos, e a previsão é de que possa estar disponível em 2022. A informação foi revelada na reunião de segunda-feira (29), da Frente Parlamentar do Coronavírus da Assembleia Legislativa do Paraná.

Apoio Financeiro – Durante o encontro, os deputados membros da Frente aprovaram o envio de um requerimento para Mesa Executiva da Assembleia solicitando a destinação de R$ 2 milhões de recursos do próprio orçamento da Casa para ajudar a financiar o desenvolvimento da vacina paranaense.

A importância do apoio para o estudo foi destacada pelo coordenador da Frente Parlamentar, deputado Michele Caputo (PSDB). “A Universidade Federal do Paraná nunca nos falta no trabalho em busca da ciência e da pesquisa”, afirmou Caputo.

Os detalhes da vacina foram apresentados pelo reitor da UFPR, Ricardo Marcelo Fonseca, e por três professores/pesquisadores que encabeçam a pesquisa. Segundo o reitor, a vacina usa insumos nacionais, o que diminui o custo de produção do imunizante.

De acordo com a UFPR, a vacina se mostrou eficaz sem o acréscimo de adjuvante, substância utilizada para facilitar a resposta imune normal. As partículas do polímero bacteriano polihidroxibutirato (PHB), utilizadas pelos pesquisadores para inserir partes da proteína viral do Sars-CoV-2 no organismo, já apresentam a atividade de adjuvante, mostrando a resposta imune em camundongos.

“Temos hoje no Brasil entre oito e 10 vacinas em desenvolvimento. A nossa vacina está entre as cinco mais avançadas. Nossa previsão é de que em seis meses podemos chegar na fase de testes clínicos”, informou o reitor da universidade.

Esforços – Além deles, a reunião contou com a participação do secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva, que explicou o trabalho do governo estadual para garantir a imunização da população.

Fábrica de vacinas no Paraná – Guto Silva informou que o governo já iniciou as tratativas junto ao Ministério da Saúde para a instalação de uma fábrica de vacinas no Paraná. De acordo com o chefe da Casa Civil, os investimentos podem chegar a R$ 1 bilhão.

“Com esta fábrica, poderíamos contribuir para termos em breve uma vacina totalmente paranaense, criando um terceiro eixo de tecnologia, além de Rio Janeiro e São Paulo”, disse Guto Silva.

O diretor-executivo do Consórcio Paraná Saúde, Carlos Setti, detalhou os esforços do órgão para adquirir vacinas. Segundo Setti, o Consórcio iniciou tratativas com 12 fabricantes de vacinas, que informaram que a comercialização de imunizantes está sendo realizada apenas para o governo federal e a Organização Mundial de Saúde (OMS).

“No momento, não é possível avançar na compra de vacinas”, disse.

Da Alep
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