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Barcos apreendidos de criminosos vão reforçar patrulhamento costeiro

PARA INIBIR O TRÁFICO NOS MUNICÍPIOS LITORÂNEOS

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Agora Litoral
Dois barcos que eram utilizados pelo crime organizado e foram apreendidos durante a operação que descobriu 3,5 toneladas de cocaína em uma marina em Guaratuba, no mês passado, serão empregados pela Polícia Militar do Paraná em um projeto de patrulhamento marítimo no Litoral do Estado.

O trabalho será executado pelo 9º Batalhão de PM para reforçar as ações de combate ao crime organizado. Paranaguá é a primeira cidade contemplada com a iniciativa, que deve ser expandida para os outros municípios da região.

De acordo com o batalhão, os policiais militares passarão por uma seleção de aptidão ao trabalho de policiamento marítimo e costeiro. O treinamento contará com o apoio da Capitania dos Portos do Paraná.

As duas embarcações foram apreendidas no último mês pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope). Os barcos foram doados ao 9º Batalhão pelo Poder Judiciário, possibilitando o início das atividades.
Com a nova modalidade de policiamento, a ideia é reforçar a presença da PM em comunidades distantes, que vivem praticamente isoladas, fortalecendo operações e inibindo crimes como o tráfico de drogas nos municípios litorâneos e ilhas, além de ser uma oportunidade de promover atividades de cunho comunitário.

Da AEN

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Farmácias do Estado auxiliam no enfrentamento à pandemia

Trabalho foi desenvolvido pelo setor de assistência farmacêutica e pelo Cemepar

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Farmácia de Paranaguá. Foto: Márcia Regina

A Secretaria de Estado da Saúde promoveu ajustes na entrega de medicamentos e reduziu a necessidade de circulação de pessoas nas sedes das farmácias das Regionais de Saúde. O trabalho foi desenvolvido pelo setor de assistência farmacêutica e pelo Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar).

“Quando começamos a diagnosticar pessoas infectadas com o novo coronavírus, prontamente colocamos todas as áreas para pensar o que seria possível modificar para evitar aglomeração de pessoas. A farmácia é um dos serviços que atende mais de 257 mil pessoas no Paraná inteiro, por isso foi de extrema importância a rapidez nas adequações e ajustes realizados”, explicou o secretário da Saúde, Beto Preto.

Equipe que atua em Paranaguá

O Estado tem 23 farmácias localizadas nas 22 Regionais de Saúde que atendem aos usuários cadastrados para o recebimento de 280 itens (medicamentos e insumos) do componente especializado da assistência farmacêutica e do elenco complementar.

Desde o início de março, após a publicação do Decreto 4230/2020, o atendimento aos usuários tem sido somente no horário agendado. Além disso, é permitida a entrada de somente uma pessoa (usuário ou seu representante), que deve obrigatoriamente estar com máscara.

Os locais foram reorganizados em relação aos fluxos de trabalho e adequação dos ambientes físicos. Nas áreas de espera houve redução de cadeiras possibilitando um maior espaçamento entre elas para que o distanciamento seja respeitado, além da disponibilização de álcool em gel.
ANTECIPAÇÃO – Em relação à dispensação dos medicamentos do componente especializado, as farmácias foram orientadas, já a partir de 16 de março, a entrega antecipada para dois ou três meses de tratamento, a depender dos seus estoques e da orientação do Cemepar.

No primeiro trimestre de 2020 foram 194.465 dispensações, sendo que no segundo trimestre esse número cai para 134.195. Esta medida trouxe uma redução de 60.270 pessoas circulando nas farmácias, o que contribuiu em muito para diminuir a aglomeração nesses ambientes.

“A estratégia foi tão bem-sucedida que será adotada daqui para frente como regra, independente da pandemia. As farmácias com maior número de pacientes já realizavam a dispensação para dois meses, porém agora essa regra está sendo adotada por todas as 22 Regionais de Saúde”, explica a coordenadora de Assistência Farmacêutica, Deise Pontarolli.

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Três municípios do Estado permanecem sem nenhuma confirmação de Covid-19

Paraná chegou a 87.915, com 2.244 mortes em decorrência do novo Coronavírus

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Enquanto o número de casos confirmados do novo coronavírus no Paraná chegou a 87.915, com 2.244 mortes, três municípios do estado permanecem sem nenhum diagnóstico da doença, segundo boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

O relatório da Sesa, divulgado na sexta-feira (7), mostra que somente os municípios de Boa Ventura de São Roque, Flor da Serra do Sul e Godoy Moreira não tiveram casos confirmados, desde o início da pandemia.

O Paraná possui 399 municípios. Os primeiros casos no estado foram confirmados em 12 de março, e as primeiras mortes registradas no dia 27 do mesmo mês.

Veja abaixo as medidas que foram tomadas em cada uma delas.

Boa Ventura de São Roque
De acordo com registros do governo estadual, Boa Ventura de São Roque, na região central do Paraná, tem 6.411 habitantes.

A secretaria municipal de Saúde informou que, mesmo sem casos da doença, publicou sete decretos em prevenção à Covid-19 e montou um comitê de operações emergenciais para tratar do assunto.

Um dos decretos, segundo o município, determinou a obrigação do uso de máscaras. O comércio e serviços não-essenciais também tiveram fechamento determinado.

A prefeitura informou que as aulas municipais foram suspensas e que outras atividades que podem provocar aglomerações foram proibidas.

Hospitais de atendimento
Os hospitais de referência que atendem a população de Boa Ventura de São Roque, caso houvessem as primeiras confirmações de pacientes com diagnóstico da Covid-19 são o Hospital São Vicente, em Pitanga, e o Hospital Bom Jesus, em Turvo.

Ainda conforme o município, havendo necessidade de internamento, os pacientes devem ser encaminhados ao hospital São Vicente, de Guarapuava.

Flor da Serra do Sul
Em Flor da Serra do Sul, cidade do sudoeste do Paraná com 4.645 habitantes, a Secretaria Municipal de Saúde informou que equipes da Polícia Militar (PM) têm atuado na fiscalização para evitar aglomerações de pessoas em vias públicas e no comércio.

Em março, início da pandemia, segundo a secretaria, o município decretou a suspensão de atividades que pudessem gerar aglomerações de pessoas.

Depois, outro decreto determinou o fechamento do comércio considerado não essencial, pelo período de 14 dias. As atividades foram retomadas de forma gradual.

Atualmente o comércio está em funcionamento na cidade, com o uso obrigatório de máscara e a disponibilização de álcool gel.

Aulas suspensas
As aulas municipais foram suspensas, com a implantação de atividades escolares não presenciais. A prefeitura informou que disponibiliza materiais e conteúdos pedagógicos previstos na base curricular comum, para o cumprimento da carga horária mínima anual.

Atendimento hospitalar
Em caso de confirmação de diagnósticos do novo coronavírus, a secretaria de saúde informou que os pacientes podem ser encaminhados para o Hospital Regional de Francisco Beltrão ou para o Hospital Santa Rita de Cássia, na cidade de Palma Sola, em Santa Catarina.

Godoy Moreira
O município de Godoy Moreira, na região norte do estado, é o que possui menor população entre as três cidades que permanecem sem casos confirmados. São 2.996 habitantes, segundo o relatório da Sesa.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que, mesmo sem casos da doença, o município assinou decretos que determinaram restrições na abertura do comércio, que chegaram até a ter fechamento total aos finais de semana e em dias alternativos.

A prefeitura determinou o uso obrigatório de máscaras nas vias públicas e dentro dos estabelecimentos públicos e comerciais.

Também houve a suspensão das aulas municipais, assim como foi determinado para as aulas da rede estadual.

Orientação e prevenção
Equipes realizaram barreiras sanitárias, com orientação nas ruas de entrada da cidade, entre março e abril. Equipes da área da saúde orientaram a população sobre os cuidados e prevenção contra a Covid-19, inclusive, com anúncios em carro de som.

Em caso de surgimento de um primeiro caso de Covid-19, segundo o município, o atendimento de referência deve ser no Hospital Regional de Ivaiporã.

Do G1
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Paraná

IAT suspende por 30 dias queimada de cana-de-açúcar no Estado

Portaria levou em consideração a atual crise de estiagem e a pandemia do novo coronavírus.

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O Instituto Água e Terra (IAT) suspendeu por 30 dias a prática de queima controlada como método para a despalha de cana-de-açúcar no Estado do Paraná. A medida visa a defesa da qualidade do ar e da vida e o combate a todas as formas de poluição, inclusive a atmosférica.

O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.

O documento (Portaria nº 221/2020), publicado nesta quinta-feira (6), levou em consideração uma soma de fatores, como a estiagem que o Estado vive atualmente, problemas respiratórios que podem ser causados pelas queimadas com o clima seco, e a baixa visibilidade nas estradas que é provocada pela fumaça.

“Problemas respiratórios podem ser graves neste momento de pandemia do coronavírus”, disse a gerente de Licenciamento Ambiental do IAT, Ivonete Chaves. “Outro problema que as queimadas podem acarretar com o clima seco é a grande intensidade de neblina nas estradas, especialmente à noite, podendo causar acidentes graves”, acrescentou.

O Norte Pioneiro e o Norte do Estado são regiões com bastante neblina e as queimadas normalmente são feitas em áreas próximas às estradas.

O Paraná tem cerca de 600 mil hectares de produção de cana-de-açúcar, a maioria à beira de estradas, e 21 usinas em atividade.

“A queimada da cana-de-açúcar aumenta significativamente a concentração de material particulado no ar, conhecido como fuligem, inclusive perceptível visualmente, podendo impactar na saúde do ser humano e nas condições de tráfego de rodovias”, afirmou o diretor-presidente do IAT, Everton Luiz da Costa Souza.

“Toda e qualquer queimada altera e viola os padrões da qualidade do ar”, acrescenta Souza.

No Paraná, o Decreto Estadual nº10.068 de 2014 determina que as indústrias e produtores de cana-de-açúcar têm até 2025 para deixar de queimar o produto e fazer a colheita de forma mecanizada.

“A maior parte dos produtores no Estado já trabalha com maquinário, apesar de ter um custo mais elevado. Mas todos devem se adequar a essa norma para contribuir com o meio ambiente e a saúde da população”, disse Ivonete Chaves.

Da Agência Estadual de Notícias
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