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Tribunal do Júri condena acusados de matar filho de empresário em Paranaguá

FERNANDO E HERIQUE SENTARAM NO BANCO DOS RÉUS

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Fernando e Herique foram julgados por crime ocorrido em 2016

Reunido na quarta-feira, 17, o Tribunal do Júri condenou à prisão dois homens acusados de matar o filho de um empresário em Paranaguá no mês de abril de 2016. O julgamento terminou por volta das 23 horas e teve, além de familiares da vítima e dos acusados, expressiva participação popular dada à repercussão que o caso teve à época.

Fernando Lopes Gonçalves, o “Fernandinho”, e Herique Mendes Alves, o “Erick”, foram julgados pelo assassinato de Rodrigo Oliveira da Silva, de 30 anos, ocorrido por volta das 6 horas do dia 21 de abril de 2016, após um desentendimento em uma casa noturna de Paranaguá. Rodrigo teria dito alguns gracejos para uma amiga de Herique e Fernando, o que teria motivado o crime.

De acordo com o Ministério Público do Paraná, após o final da festa, os dois procuraram Rodrigo e o encontraram na Rua Alipio dos Santos, Vila Rute, e o surpreenderam, sem chance de defesa. Rodrigo foi atingido por três tiros: um na testa e dois entre o olho e a orelha esquerda. O rapaz teve morte instantânea.

Uma testemunha ocular disse ter visto Fernando (que pilotava uma motocicleta Honda Fan de cor vermelha com Herique na garupa) parar a moto onde Rodrigo se encontrava e Herique ter descido e efetuado os disparos contra o rapaz.

Herique foi reconhecido por que, antes de disparar, tirou o capacete. A testemunha também afirmou que, em nenhum momento, Fernando tentou segurar Herique – que foi preso em 8 de fevereiro de 2017, quase um ano após o crime.

VEREDITO
Após ouvir os argumentos da defesa de Herique (a cargo do advogado Felipe Strapasson) e de Fernando (feita pelo advogado Werner Kovaltchuk); e do promotor Rodrigo Casagrande (que teve como assistente de acusação o advogado Giordano Sadday Vilarinho Reinert), os jurados decidiram pela condenação dos dois acusados.

Fernando Lopes Gonçalves foi condenado a 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão. Já Herique Mendes Alves, a 12 anos. Apesar de ter sido o autor dos disparos, ele era menor de idade à época do crime e confessou, o que serviu como atenuante na aplicação da pena. O advogado de Fernando já anunciou que irá recorrer da decisão.

ENTENDA O CASO

Rodrigo foi assassinado por motivo fútil

Rodrigo Oliveira da Silva foi assassinado no início da manhã do dia 21 de abril de 2016, após sair de uma boate para levar uma moça em casa.

Junto do casal estava um amigo de Rodrigo. Os três estavam no interior de uma Fiat Strada de propriedade do pai da vítima, o empresário Ricarte Siqueira da Silva, dono de uma empresa de locação de empilhadeiras em Paranaguá.

O amigo de Rodrigo – que pilotava o automóvel – contou à época que no momento em que Rodrigo descia do veículo uma motocicleta se aproximou e ouviu os disparos. Para não ser atingido, o amigo acelerou o carro e fugiu, chamando a polícia em seguida.

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Feto de oito meses é encontrado em forro de casa de Paranaguá

Mulher de 28 anos, que teria abortado o menino, foi levada para a DP.

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Casa onde o feto foi encontrado

O feto de um menino, de aproximadamente oito meses, foi encontrado dentro de uma sacola no forro de uma residência, na Travessa Ernesto das Neves, no bairro Porto dos Padres, em Paranaguá.

A descoberta foi de uma mulher que seria responsável por cuidar da casa. No dia anterior, ela já havia sentido um odor desagradável na residência e, na tarde desta quarta-feira (19), vislumbrou um pouco de sangue escorrendo por uma das paredes.

Apavorada, ela chamou um vizinho e este subiu até o forro da casa e descobriu o feto.

A Polícia Militar foi chamada para atender a ocorrência. Em seguida, uma equipe da Criminalística também chegou ao local e constatou o crime.

Após algumas investigações, chegou-se ao nome de uma mulher, que estaria grávida e que frequentaria a residência. Os militares foram atrás dela e a conduziram até a 1ª Subdivisão Policial.

A suspeita de ter abortado e escondido o feto no forro da casa tem 28 anos e é natural de Paranaguá.

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Porto de Paranaguá recebe navio para novo embarque de DDGs

O primeiro embarque do coproduto aconteceu em dezembro de forma inédita no País

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Navio M. Emir Aksoy - Foto: APPA

Terminais paranaenses concluíram na terça-feira (18), pelo Corredor de Exportação de Paranaguá, o segundo carregamento de DDGS, um coproduto do processamento do milho para a fabricação de etanol – o que sobra do grão.

O primeiro embarque aconteceu em dezembro no porto paranaense de forma inédita do País. Para esta nova operação, ajustes garantiram mais agilidade e produtividade.

O navio M.Emir Aksoy atracou no berço 213, no início da noite de domingo (16). A embarcação começou a ser carregada logo em seguida, passou a segunda-feira em operação e deixou o Porto de Paranaguá na terça (18), por volta das 12h30.

O período de embarque não ultrapassou dois dias, quase três a menos que na primeira vez, apesar da quantidade do produto ser um pouco maior.

“Como era uma carga nova, não tínhamos noção, no primeiro embarque, de como se comportaria, como seria a produção”, explica o chefe da Divisão de Silos da Portos do Paraná, Gilmar Francener.

Segundo ele, após essa primeira experiência, o terminal responsável (Cimbessul) fez algumas mudanças operacionais.

“Eles dividiram a carga desse segundo navio em dois terminais. Foram embarcadas 28.750 toneladas, sendo 14.187 carregados pela Centro Sul e 14.563 da Cimbessul”, disse Francener.

O representante da Diretoria de Operações acrescentou que a medida garantiu mais produtividade, já que o carregamento foi feito com dois shiploaders (carregadores) simultaneamente.
Os equipamentos transportaram a carga dos dois terminais, enchendo, ao mesmo tempo, dois dos quatro porões totais do navio.

Novos embarques do produto devem acontecer ao longo do ano. “A expectativa é grande. Novas fábricas de etanol de milho estão previstas. Então, a demanda será cada vez maior e, segundo os terminais, são altas as perspectivas de novos embarques por aqui”, comentou Francener.

Um terceiro embarque deve acontecer ainda neste primeiro trimestre, ainda sem data prevista.

Da AEN
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Litoral terá Força-Tarefa para proteger crianças no Carnaval

Operação integrada conta com a participação de diferentes instituições públicas

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Foto: Divulgação SEJUF

A Operação Integrada de Carnaval no Litoral começou a atuar efetivamente na sexta-feira (14), e vai se estender durante todo o Carnaval. Trata-se de uma iniciativa da Força-Tarefa Infância Segura, da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho, que agregou diferentes instituições públicas, com foco na prevenção de crimes e violências contra crianças e adolescentes e no combate à exploração sexual infantil.

A iniciativa conta com a participação da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Científica e Conselho Tutelar. Sua primeira ação foi feita em estabelecimentos de Guaratuba, onde ocorreu caso de flagrante delito por venda de bebida alcoólica e cigarros a adolescentes e uma autuação por posse de droga ilícita para consumo.

Também foram registradas autuações do Corpo de Bombeiros por irregularidades e uma interdição de estabelecimento. Oito menores foram encaminhados pelo Conselho Tutelar.

A Força-Tarefa integra uma série de operações que serão realizadas no Litoral no Carnaval Protegido do Paraná, lançado nesta semana pelo secretário Ney Leprevost (Justiça, Família e Trabalho). Na programação estão previstas atividades de conscientização do público e haverá distribuição de pulseiras, para evitar que as crianças se percam de pais e responsáveis durante os festejos.

Ao longo do feriado prolongado, a campanha prossegue com a orientação sobre a importância de denunciar casos de negligência, abuso, abandono, discriminação e violência contra crianças e adolescentes, idosos e mulheres pelo telefone 181.

A proposta principal da secretaria visa a constituição de uma rede de proteção, que integra os órgãos públicos e a própria sociedade. De forma inédita, a Força-Tarefa Infância Segura envolve secretarias de estado, Judiciário, Ministério Público e instituições da sociedade civil organizada para a integração das políticas públicas, com ações coordenadas e efetivas para o acolhimento e o atendimento integral às crianças vítimas de violência.

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