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Carros envolvidos em duplo homicídio são incendiados na DP de Matinhos

Veículos foram queimados na noite de quinta-feira (16)

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Fogo se alastrou e atingiu outros no pátio da Delegacia

Os dois carros envolvidos num duplo homicídio ocorrido na noite de segunda-feira (13) em Matinhos, no Litoral do Paraná, foram incendiados no pátio da Delegacia de Polícia Civil da cidade.

O fogo começou por volta de 23h de quinta-feira (16) e se alastrou rapidamente, atingindo outros veículos que estavam no local.
Tudo indica que a ação criminosa visava destruir possíveis provas que pudessem levar à autoria dos assassinatos de Charlene Andressa Kus Maciejewski, de 35 anos, que morreu no local, e Davi Luiz Salustiano Lopes, de 30 anos, que foi a óbito após ser encaminhado para o Pronto Socorro de Praia de Leste, em Pontal do Paraná.Charlene e Davi (Foto redes sociais)

Os dois residiam no balneário Gaivotas e estavam em um Fiat Uno que foi atingido por vários disparos de fuzil e pistola. No carro estava também uma criança, que recebeu um tiro na perna, mas sobreviveu e atualmente está em um hospital de Curitiba.

96 TIROS
Levantamento da Polícia Civil aponta que foram encontradas no local 96 cápsulas – de fuzil 556, pistola 9 mm e calibre 12.

As pistolas, semiautomáticas, teriam o chamado “kit rajada”, que transforma a arma em automática, conseguindo disparar grande número de tiros num pequeno espaço de tempo.

INVESTIGAÇÃO
A Polícia Civil de Matinhos investiga em sigilo o duplo homicídio.

Extraoficialmente, o ainda não identificado dono do carro que estava na frente do Fiat Uno de Davi, Charlene e da criança ferida, usava o automóvel – que tinha as placas clonadas e constava com alerta de furto/roubo no sistema policial – como ‘Uber’ e teria levado um rapaz de 22 anos, morador em Pontal do Paraná, para se encontrar com Davi quando os tiros começaram.

O motorista e o rapaz conseguiram fugir a tempo sem serem atingidos.

O rapaz foi localizado pela Polícia Militar escondido em uma casa próxima do local do duplo homicídio. Ele contou aos militares que só viu quando alguns homens desceram de dois carros e começaram a atirar.

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Começa sábado em Paranaguá o rodízio no abastecimento de água

Bairros terão água por 12 horas e ficarão sem por igual período.

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Começa no próximo sábado (26) o rodízio no abastecimento de água na cidade de Paranaguá, no Litoral do Paraná.

O anúncio foi feito pelo diretor-geral da Paranaguá Saneamento, João Roberto Moraes, em entrevista coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (24).

A medida extrema, segundo João Roberto, deve-se ao agravamento da estiagem que castiga o Paraná, considerada a mais longa dos últimos 100 anos.

A ausência de chuvas e o aumento do consumo de água, devido à elevação da temperatura e à baixa umidade do ar, fez com que as fontes de captação de água da cidade (Miranda, Santa Cruz e Rio Ribeirão) chegassem ao seu menor nível registrado, com redução em 40% da vazão disponível.

CIDADE SERÁ DIVIDIDA
Para o rodízio de água a cidade será dividida em duas grandes regiões, onde metade terá água por 12 horas enquanto a outra metade ficará sem, e assim sucessivamente.

RETORNO À NORMALIDADE
O diretor da Paranaguá Saneamento disse ainda que não há prazo para a volta da normalidade, e que isso depende do volume de chuva.

“Quatro horas acima de 10mm serão suficientes, mas a previsão é que a falta de chuva perdure por um bom tempo”, avaliou João Roberto, ressaltando a importância de cada cidadão colaborar com essa situação extraordinária e economizar água.

“Não é hora de lavar carro, calçada, de escovar os dentes com a torneira aberta (…); a falta de água não é um problema somente de Paranaguá. Curitiba e região, por exemplo, estão com rodízio de água há seis meses”.

O diretor da Paranaguá Saneamento disse ainda que os serviços essenciais, como hospitais e postos de saúde entre outros, terão seu abastecimento garantido.

João Roberto Moraes, diretor da Paranaguá Saneamento

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Paraná é o segundo estado com o menor número de casos e óbitos de Covid-19

Está bem abaixo da média nacional e tem a melhor posição no Sul.

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O Paraná fica atrás apenas de Minas Gerais entre os estados brasileiros com o menor número de casos e de óbitos pela Covid-19 por 100 mil habitantes. A taxa de incidência da doença na população paranaense foi de 1.477,4 casos por 100 mil habitantes, com 37,1 mortes a cada 100 mil, mostram os dados mais recentes do Painel Coronavírus, do Ministério da Saúde, divulgados na noite de quarta-feira (23).

Os valores ficam bem abaixo da média nacional. No Brasil, o índice de incidência é de 2.200,8/100 mil, e a taxa mortalidade, 66,1 por 100 mil habitantes. O Paraná também tem a melhor posição no Sul, região com os menores índices de incidência e óbito pela Covid-19. A média regional é de 1.859 casos/100 mil e 38,2 óbitos/100 mil.

No Rio Grande do Sul, que tem uma população equivalente à do Paraná, a média de casos é de 1.577,1/100 mil e a de óbitos é 39,7/100 mil. Em Santa Catarina, a taxa de incidência é de 2915,6/100 mil e a de mortalidade é 37,5/100 mil.

A taxa de mortalidade do Distrito Federal, que é a maior do País, é de 104,4 óbitos/100 mil habitantes, seguido do Rio de Janeiro (103,7/100 mil) e Roraima (101,7/100 mil). Tirando Minas Gerais, onde o índice de mortalidade foi de 32,6/100 mil habitantes, e os estados do Sul, em nenhuma unidade da federação essa taxa foi menor que 43,1 óbitos por 100 mil habitantes.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior destaca que o planejamento do Estado foi fundamental para minimizar os impactos da pandemia no Paraná.

“Estruturamos a rede assistencial de forma transparente e organizada, sendo que nenhum paciente ficou sem atendimento desde o início da pandemia. Com apoio dos demais poderes e de toda a sociedade, conseguimos fazer esse enfrentamento para salvar o maior número de vidas possível”, destaca. “O ideal seria não perder nenhuma pessoa para essa doença, mas mantemos o trabalho organizado para que o impacto no Paraná seja o mínimo possível”, diz.

Para o diretor-geral da Secretaria de Estado da Saúde, Nestor Werner Júnior, o planejamento iniciado pelo Paraná antes de ter pacientes confirmados com o novo coronavírus, e a adoção de estratégias para conter o avanço da epidemia quando o número de casos ainda era baixo, permitiu um certo controle sobre a circulação do vírus no Estado.

“A adoção de medidas de distanciamento social ajudou a achatar a curva em um momento em que ainda preparávamos a rede hospitalar para receber os pacientes da Covid-19. Quando os números subiram, os hospitais já estavam prontos para o atendimento”, afirma Werner. “Priorizamos utilizar a estrutura já existente, com a contratação de leitos clínicos e de UTI exclusivos para a Covid nos hospitais estaduais e em nossos parceiros da rede privada e filantrópica, sem a necessidade de construir hospitais de campanha, que são caros e não ficariam como legado para o Estado”, explica.

A estratégia de estruturação incluiu uma maior celeridade nas obras dos hospitais regionais de Guarapuava, Telêmaco Borba e Ivaiporã, que foram entregues antes do prazo. As três unidades atendem hoje exclusivamente os pacientes com Covid-19. Também foram habilitados 1,1 mil leitos de UTI e aproximadamente 1,5 mil de enfermaria.

TESTAGEM – Outra vertente foi o investimento na aquisição de testes, para garantir o maior número possível de diagnósticos. Até agora, já foram realizados 632.282 testes RT-PCR, considerados padrão ouro pela Organização Mundial da Saúde.

A capacidade de processamento dos resultados pelo Laboratório Central do Estado (Lacen) e pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) é de 5,6 mil testes por dia.

A Secretaria também recebeu do Ministério da Saúde 427.980 One Step Test (teste rápido), que foram disponibilizados aos municípios. “A testagem em grande escala é a melhor forma de rastrear e impedir a circulação do vírus, reduzindo a contaminação”, explica Werner.

ESTABILIZAÇÃO – De acordo com o diretor-geral da Saúde, o Paraná está há cerca de 70 dias com estabilidade no número de casos, sem uma aceleração profunda ou uma queda abrupta de pacientes confirmados. Por isso, ainda é necessário manter a atenção, as medidas de distanciamento, as etiquetas de higiene e o uso de máscaras.

Essa situação também impede a retomada de algumas atividades, como o início das aulas.

“Ainda não há uma vacina ou algum remédio comprovado para a doença, por isso trabalhamos todos os dias com os municípios para evitar uma segunda onda de casos, como o que ocorre em outras partes do mundo”, ressalta. “A pandemia ainda não acabou. Enquanto não houver uma queda mais consistente, uma diminuição concreta de casos, a população vai precisar manter as medidas que conseguiram frear os casos no Estado. Foi graças a esse esforço coletivo que o Paraná tem um dos menores índices de incidência do País, que queremos manter”, completa.

Da Agência Estadual de Notícias
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Hospital Regional confirma mais um óbito em consequência da Covid-19

Outras três mortes na instituição estão sendo investigadas.

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O Hospital Regional do Litoral (HRL) confirmou, na manhã desta quinta-feira (24), mais um óbito ocorrido na instituição em consequência da Covid-19.

O paciente do sexo masculino, residente em Matinhos, de 64 anos, faleceu na segunda-feira (21) e teve confirmada a infecção como causa da morte.

De acordo com o boletim do HRL, nesta quinta-feira 18 pacientes estão internados na chamada “Ala Covid”. Destes, 16 confirmados com a doença provocada pelo novo coronavírus e dois sendo investigados.

Ainda segundo o Hospital Regional, outros três óbitos de pacientes aguardam resultado de exames para confirmar ou não se foram pela Covid-19.
ÓBITOS NO LITORAL – O informe epidemiológico da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) de quarta-feira (23) confirmou que 144 moradores do Litoral do Paraná morreram pela doença.

OBS.: Alguns óbitos ocorridos na região ainda não foram contabilizados pela Sesa e inseridos no informe epidemiológico divulgado diariamente.

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