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Biocombustível de bagaço de cana é exportado pelo Porto de Paranaguá

Biomassa vai atender o mercado do Reino Unido na geração de energia sustentável.

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Operação foi concluída na terça-feira (12)

No berço 204, a oeste do cais do Porto de Paranaguá, o embarque de um novo produto chamou a atenção nesse início de semana. A granel, pellets de bagaço de cana-de-açúcar encheram os porões do navio Marina Prince.

A biomassa é produto de exportação que vai atender o mercado do Reino Unido na geração de energia sustentável. A operação foi concluída na terça-feira (12).
“Ficamos muito satisfeitos quando novos produtos chegam e saem pelos portos do Paraná. Nesse caso, é ainda mais compensador o fato de se tratar de um biocombustível que será utilizado em substituição ao carvão na geração de energia termoelétrica”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

O produto embarcado pelo Estado, de origem paulista, é o bagaço da cana (que sobra das usinas de produção de açúcar e etanol) transformado em pellets, que nada mais é do que a matéria orgânica (biomassa) comprimida para se tornar biocombustível.

O procedimento de embarque é o mesmo dos demais graneis sólidos exportados no porto paranaense. Ou seja, o produto sai do terminal e, em esteiras transportadoras, chega até o shiploader (equipamento carregador de navios) que despeja o produto enchendo os porões da embarcação.
A operação é da Pasa, em parceria com a Céu Azul.

Segundo o gerente de operações da Pasa, Eric Ferreira de Souza, esta é a primeira vez que o produto é embarcado pela empresa.

“A movimentação de pellets de biomassa de cana de açúcar possibilita a abertura de novos mercados e negócios futuros. Mostra, também, o pioneirismo e o potencial do nosso terminal frente aos diversos produtos operados em Paranaguá”, afirma o gerente.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a cana-de-açúcar é considerada uma das grandes alternativas para o setor de biocombustíveis devido ao grande potencial na produção de etanol e seus respectivos subprodutos.
NO PARANÁ – No Estado, a produção de energia renovável também é estimulada. No último mês de dezembro, através da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-PR), o Governo do Paraná instituiu o programa Paraná Energia Rural Renovável.

O programa, que está em fase de estruturação, dará apoio à geração distribuída de energia elétrica a partir de fontes renováveis em unidades produtivas rurais.

A ideia é criar subsídios como linhas de crédito e incentivos tributários para que os produtores rurais e as agroindústrias paranaenses invistam nessa produção.

Segundo o coordenador do programa, Herlon Goelzer de Almeida, o principal objetivo é aproveitar essa matéria prima – tanto os dejetos animais quanto os resíduos vegetais das agroindústrias (principalmente do setor sucroalcooleiro) – para geração de energia dentro do próprio Estado.

“Esses subprodutos podem ser utilizados em biodigestão para gerar energia. O setor sucroalcooleiro é o que mais tem possibilidade e capacidade de produção de energia renovável. Estamos finalizando a estruturação do programa. Acredito que nos próximos anos teremos uma forte adesão do setor que pode inclusive gerar energia própria, a partir dessa biomassa, reduzindo seus custos e tornando a produção mais sustentável”, completa Herlon.

Da AEN

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Litoral registra 25 casos confirmados de Covid-19 neste domingo

Paraná soma 519.953 casos confirmados, 383.819 recuperados e 9.325 mortos pela infecção.

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A Secretaria do Estado da Saúde (SESA) confirmou 25 novos casos de Covid-19 no Litoral do Paraná. Os números estão no boletim epidemiológico deste domingo (24).

Os 25 novos casos de hoje são de moradores de Guaratuba.

Com essas informações, a região litorânea acumula 17.591 casos e 316 óbitos em decorrência da doença.

CASOS POR CIDADE – Paranaguá (10.407); Guaratuba (2.042); Antonina (1.390); Pontal do Paraná (1.225); Matinhos (1.182). Morretes (1.152) e Guaraqueçaba (193).

ÓBITOS – Em Paranaguá 158; em Guaratuba 41; em Antonina 34; em Matinhos 28; em Pontal 27; em Morretes 24 e em Guaraqueçaba 4.

RECUPERADOS – Ao todo, 11.599 pessoas já se recuperaram da Covid-19 no Litoral.

O Paraná soma 519.953 casos confirmados, 383.819 recuperados e 9.325 mortos pela infecção.

CLIQUE AQUI para ver a íntegra do boletim.
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Identificado corpo encontrado boiando em rio de Paranaguá

Identificação ocorreu após a publicação da notícia no Agora Litoral

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Jhonatan (foto redes sociais)

Foi identificado por conhecidos o corpo do rapaz que apareceu boiando no Rio Emboguaçu, na tarde de sábado (23/01), em Paranaguá, no Litoral do Paraná. A identificação dele ocorreu logo após a postagem da notícia da descoberta do corpo.

Trata-se de Jhonatan Fernandes Cardoso (FOTO), de 18 anos, que teve um vídeo divulgado nas redes sociais onde ele conta a sua participação em um homicídio ocorrido há poucos dias, a mando de uma facção criminosa.

No vídeo, Jhonatan – que também era conhecido por Jhow e Menor CV2 – narra o episódio que culminou na execução de uma pessoa e diz que vai trocar de grupo.

Tudo leva a crer que a gravação foi feita por ordem de quem determinou a morte do rapaz – ação típica do denominado “Tribunal do Crime”.

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Corpo encontrado em rio de Paranaguá é de rapaz ligado à facção criminosa

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Nova variante do coronavírus já pode estar circulando em Curitiba

Atual mutação do coronavírus pode ser mais mortal que as anteriores

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A nova variante do coronavírus, identificada recentemente no Amazonas, já pode estar circulando por Curitiba. Segundo informou nesta sexta-feira (22) a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), parte das pessoas que vieram do norte do país para a capital paranaense sabiam que estavam infectadas pelo novo coronavírus, mas mesmo assim decidiram viajar.

Até o momento, já foram identificados nove casos desse tipo, sendo que três dos pacientes estão internados. Todas essas pessoas estão sendo monitoradas desde que buscaram atendimento na rede de saúde.

Segundo afirmou a médica infectologista Marion Burger, da Prefeitura de Curitiba, em entrevista ao Meio Dia Paraná, da RPC, todas essas pessoas infectadas vieram de avião para Curitiba.

O desafio das equipes de saúde agora é identificar se os manauaras contaminaram mais alguém, se utilizaram máscara durante toda a viagem entre outras coisas.

Caos no Amazonas – Um dos motivos que teria levado essas pessoas que vivem em Manaus a viajar, mesmo sabendo que estavam contaminadas, seria o temor por conta do caos na saúde no Amazonas. O estado no norte do país passa por uma crise por falta de oxigênio, inclusive com pacientes morrendo asfixiados em hospitais.

“Há pessoas que vieram porque estavam preocupadas com a situação da saúde em Manaus. Algumas vieram com início de sintomas e outras coletaram amostra, mas vieram antes dos dias de complicação da doença”, afirmou Burger.

A confirmar – As amostras coletadas dos pacientes manauaras foram encaminhadas para a FioCruz, no Rio de Janeiro, que irá verificar e confirmar (ou não) se esses pacientes estavam contaminados pela nova linhagem do coronavírus.

O alerta – Segundo o Laboratório Dasa, a nova variante do vírus que circula no Brasil é a mesma detectada recentemente na Inglaterra e nos Estados Unidos. A confirmação da cepa em dois pacientes foi feita por meio de sequenciamento genético realizado em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, afirmou na sexta-feira (22), que a mutação do coronavírus identificada no Reino Unido pode ser mais mortal que as anteriores.

“Além de se disseminar mais rapidamente, agora parece haver evidência de que a nova variante detectada em Londres e no sudeste pode estar associada com um grau mais alto de mortalidade”, explicou, em coletiva de imprensa.

Os estudos ainda são preliminares e estão sendo analisados por cientistas do Grupo de Conselho para Novas Ameaça de Vírus Respiratórios, que assessora o governo. Desde que foi descoberta, no final do ano passado, a nova cepa do vírus se espalhou rapidamente para mais de 50 países.

“É basicamente o impacto da nova variante que faz o NHS (sistema nacional de saúde) estar sob intensa pressão”, disse o premiê.

Com informações do Bem Paraná
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