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Aplicativo de emergência começa a funcionar em dezembro no Litoral

190 PR servirá a moradores e veranistas

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Moradores e veranistas do Litoral do Paraná poderão contar com o aplicativo 190 PR, uma plataforma de acionamento de emergência, a partir da Operação Verão 2019/2020.

De acordo com o Subcomandante do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM), major Luciano José Ribeiro Romão, a novidade irá proporcionar aos moradores litorâneos o contato com a Polícia Militar em casos de emergência diretamente pelo aplicativo, sem a necessidade de fazer a ligação telefônica.

“Não dependeremos mais do contato exclusivo por telefone, que durante a temporada de verão, devido ao grande volume de solicitações, acaba sofrendo oscilações. Um dos diferenciais será que o usuário poderá adicionar fotos e vídeos da ocorrência pelo aplicativo, ilustrando ao atendente a real situação”, explicou.

Para o cidadão, outro recurso importante é a possibilidade de receber o feedback do atendimento e consultar o histórico de acionamentos pelo perfil feito no aplicativo. “Todo o processo passa a ser transparente e o solicitante poderá acompanhar o andamento do pedido em tempo real”, acrescentou o major Romão.

Com a chegada da temporada de verão e aumento de público em todo o Litoral, principalmente por conta do Natal e Ano Novo, o aplicativo será funcional também para os veranistas que estiverem a passeio e necessitarem do apoio da Polícia Militar, ou até mesmo para fazer uma denúncia sobre algo suspeito ou crime.

O APLICATIVO
Criado por meio de uma parceria entre a PM e a Companhia Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (CELEPAR), o aplicativo foi pioneiro em acionamentos de emergência, sem a necessidade de ligação telefônica ao 190 para solicitar atendimento.

A ferramenta contou com contribuições de técnicos e especialistas, integrantes da Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico e Qualidade (DDTQ) da PM, do Centro de Operações Policiais Militares (COPOM) e da Diretoria de Pessoal (DP) da Corporação.

Preliminarmente, em outubro do ano passado, o aplicativo foi lançado para usuários do Android e, em fevereiro deste ano, foi disponibilizado para o sistema IOS, ambos gratuitamente.

A novidade arrastou milhares de pessoas que tinham curiosidade em conhecer o aplicativo. Em um ano, foram feitos 39.943 downloads nas duas plataformas, permanecendo 17.319 usuários ativos.

CONHEÇA O 190 PR

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Recurso ‘escondido’ do WhatsApp ajuda a liberar espaço no celular

Saiba como limpar seu aparelho de maneira fácil

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Olhar Digital

Ao interagir com os seus contatos do WhatsApp, todas as conversas ficam armazenadas e acabam ocupando espaço em seu aparelho. Para ajudar a identificar quem está ‘gastando’ mais espaço, o aplicativo possui um recurso que revela o tamanho das conversas com cada contato seu. Veja abaixo como usá-lo:

  1. Na tela inicial do WhatsApp, dê um toque no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”;


    2. Entre em “Dados e armazenamento” e vá em “Uso de armazenamento”;
    3. Confira a lista para saber qual conversa ou contato está ocupando mais espaço.

Agora que você já sabe quais conversas estão ocupando espaço, também é possível apagá-las neste mesmo menu. Siga os passos:

  1. Selecione uma das conversas da última tela e toque em “Gerenciar mensagens”;

2. Marque o conteúdo que deseja apagar e vá em “Limpar mensagens”.

No iPhone
A função também está disponível para os usuários do iOS e segue um passo a passo parecido com o do Android. Na área de “Ajustes” do WhatsApp, clique em “Uso de Dados e Armazenamento”, depois em “Uso de Armazenamento”. Então, é só escolher a conversa que deseja apagar, clicar nela e depois tocar em “Gerenciar”, no final da tela. Na sequência, clique em “Limpar”. Pronto! Desta forma, você conseguirá liberar algum espaço de armazenamento interno de seu aparelho.

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Ação Integrada de Fiscalização Urbana fecha comércio em Paranaguá

Operação foi desenvolvida na quinta-feira (5)

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Intensidade do som também é fiscalizada

Durante a noite de quinta-feira (5), foi realizada na cidade de Paranaguá a operação Aifu (Ação Integrada de Fiscalização Urbana), que tem como objetivo a proteção dos frequentadores dos diversos estabelecimentos comerciais e o seu entorno, assim como edificações e espaços de uso coletivo e frequentação pública, com vistas a garantir a segurança e bem-estar dos consumidores, habitantes, vizinhos e munícipes em geral.

A operação integrada, comandada pelo 1º tenente Casagrande, da Polícia Militar do Paraná, contou com a participação do Corpo de Bombeiros, Guarda Civil Municipal, Secretaria de Urbanismo, Secretaria de Meio Ambiente, Secretaria de Serviços Urbanos, Vigilância Sanitária e Assistência Social.
De acordo com as informações do Setor de Comunicação Social do 9º Batalhão, foram 10 pontos fiscalizados e 27 pessoas abordadas, resultando em nove autuações administrativas e a desativação de um comércio por constar irregularidades em seu funcionamento.

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Brasil poderá ter lei que manda pra cadeia pais que não vacinarem filhos

Também terá prisão para quem divulgar fake news sobre vacinas

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Vacina é o único meio de proteger crianças

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana um projeto que prevê a prisão de quem deixar de vacinar criança ou adolescente. A medida acontece em meio a surtos de sarampo no país e trata de uma mudança no Código Penal. Ainda é preciso a aprovação da Comissão de Constituição e Justiça antes de ir a plenário da Casa.

Relator do projeto, o deputado Pedro Westphalen (PP-RS) acrescenta ao Código Penal o crime de omissão e oposição à vacinação sem justa causa. Se aprovado o projeto, pais e responsáveis poderão sofrer detenção de um mês a um ano ou multa.

NOTÍCIAS FALSAS
Ainda de acordo com o projeto, incorre na mesma pena quem divulgar, propagar e disseminar, por qualquer meio, notícias falsas sobre as vacinas componentes de programas públicos de imunização.

O deputado disse que achou importante a inclusão do combate às fake news. Essa mesma preocupação já fez a Organização Mundial da Saúde (OMS) convocar gigantes de tecnologia, como o Facebook e o YouTube, para participar de uma reunião com técnicos do órgão para buscar soluções para a disseminação de fake news sobre o tema.

Do Estadão
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