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Paranaguá

Polícia Civil elucida tentativas de homicídio e prende dois suspeitos

Crimes ocorreram na vila Cruzeiro, em novembro, e na vila Paranaguá, este mês.

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) elucidou duas tentativas de homicídio ocorridas recentemente na cidade de Paranaguá e prendeu os principais suspeitos dos crimes.

O primeiro caso aconteceu do dia 19 de dezembro, por volta das 22h30, na Rua Samuel Pires de Mello, quase esquina com a Rua Antônio Pereira, na Vila Paranaguá.

Um homem, de 42 anos, atingido por dois tiros foi encaminhado pelo SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência para o Hospital Regional do Litoral.

Dois homens que ocupavam uma motocicleta surpreenderam a vítima em via pública e atiraram na sua direção.

Com informações repassadas para a ALI – Agência Local de Inteligência e ROTAM – Rondas Ostensivas Tático Móvel, da Polícia Militar, um dos suspeitos foi preso.

Everton Wilson Ferreira Schenke, de 23 anos, estava em uma casa na Travessa Airton Teodoro, no bairro Serraria do Rocha.

Com ele, os militares encontraram um revólver calibre 38, carregado, e outras oito munições intactas.

Durante o registro do flagrante, a PCPR conseguiu elucidar o crime e imediatamente solicitou a prisão preventiva de Everton, que foi deferida pelo Poder Judiciário.

O outro indivíduo que participou do atentado a tiros foi identificado e segue foragido.

SEGUNDA PRISÃO
A segunda prisão aconteceu na tarde desta sexta-feira (22), durante diligências realizadas pela Polícia Civil que tinham como objetivo capturar o comparsa de Everton.

Com o apoio de equipes da Força Nacional, os agentes trafegavam pela Rua Alfredo Budant, no bairro Porto dos Padres, quando cruzaram com outro foragido da Justiça que pilotava uma motocicleta.

Leonardo Pontes Miranda, de 24 anos, tentou fugir das equipes, mas foi perseguido, abordado e preso.

Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Criminal de Paranaguá.

Investigações realizadas pela PCPR indicam que Leonardo participou de uma tentativa de homicídio registrada no dia 18 de novembro, na Vila Cruzeiro, quando um rapaz de 29 anos foi atingido por um tiro no pé direito e outro no abdômen.

Os dois suspeitos presos seguem recolhidos na Cadeia Pública de Paranaguá.

Segundo os delegados da Polícia Civil, Ivan da Silva e Nilson Diniz, que coordenaram as duas investigações, “por meio de ações rápidas e investigações sólidas, a PCPR elucida os dois crimes e retira de circulação indivíduos perigosos, com amplo histórico criminal, o que certamente trará mais tranquilidade à população de Paranaguá”.

Os agentes seguem trabalhando na coleta de informações e investigando os dois casos. O objetivo é identificar, localizar e prender os outros indivíduos que participaram das ações criminosas.

DENÚNCIAS
Informações sobre a identificação de suspeitos e o paradeiro desses indivíduos devem ser repassadas imediatamente para o telefone 197 ou para o 181 – Disque Denúncia da Secretaria Estadual da Segurança Pública.

Paranaguá

Oficina sobre produção de “açaí” juçara é realizada na Ilha do Amparo

Evento gratuito reuniu 80 moradores da comunidade

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Foto: Claudio Neves

Na última semana, a Portos do Paraná realizou na Ilha do Amparo, a primeira Oficina de Coleta e Despolpa de Juçara, fruta semelhante ao açaí amazônico. Ocorrida entre os dias 25 e 26 (quinta e sexta-feira), na Associação Comunitária, a oficina contou com a participação de 80 moradores da comunidade.

O evento buscou fomentar a geração de renda aliada à conservação ambiental na comunidade.

“O curso é muito importante para o desenvolvimento sustentável do território, trazendo a consciência ambiental e a educação alimentar. É um momento de troca de conhecimento com a comunidade, onde demonstramos uma nova forma de olhar para a palmeira juçara, que até então, era derrubada para a retirada de palmito, condenando a espécie. Agora, com o conhecimento da despolpa dos frutos, é possível uma mudança cultural, trazendo renda às comunidades e incentivando o replantio das sementes contribuindo para a preservação da espécie”, destacou o diretor de Meio Ambiente, João Paulo Santana.

No primeiro dia, o Instituto Juçara de Agroecologia deu uma palestra sobre o tema e fez uma pesquisa de campo para a coleta dos frutos. Na sexta-feira houve a colheita, o preparo, a despolpa e o congelamento do produto.

“Esse tema despertou muito interesse das mulheres da comunidade, das crianças, do pessoal da escola, que já estão querendo se organizar para quem sabe, conseguir adquirir uma despolpadeira para fazer esse trabalho e dar continuidade para que o trabalho não se encerre após o fim do curso”, enfatizou o coordenador de Sustentabilidade da Portos do Paraná, Pedro Pisacco Pereira Cordeiro.

O fruto juçara é semelhante ao açaí da Amazônia, mas é produzido por uma espécie de palmeira diferente, a Euterpe edulis, nativa das áreas litorâneas de Mata Atlântica, principalmente no Sul e Sudeste do país. Esta palmeira é mais conhecida por ter sido explorada para produzir o palmito juçara. O “açaí” juçara é rico em antocianina, um antioxidante que dá a coloração mais escura de roxo, muito semelhante ao açaí amazônico.

“Tem mercados que já vendem o quilo da polpa pura por até 50 reais o quilo, então ele é muito mais rentável do que o palmito, que você precisa cortar a árvore para extraí-lo, que você vai conseguir de 10 a 15, 20 reais e ainda vai eliminar a planta”, explicou o vice-presidente do Instituto Juçara de Agroecologia, Rafael Serafim da Luz.

São selecionados os grãos maduros e sadios, que passam por um processo de lavagem com água sanitária para a esterilização. Após o enxágue, ela vai para a despolpadeira, para remover os caroços, sementes ou cascas, e depois entrega o líquido engrossado e peneirado.

Cursos e oficinas da Portos do Paraná

A oficina faz parte do Programa de Educação Ambiental (PEA) da Portos do Paraná. Desde 2019, a empresa pública já realizou dezenas de oficinas de capacitação e cursos profissionalizantes gratuitos para comunidades litorâneas do Paraná. As iniciativas visam promover além de práticas permaculturais, a educação ambiental, a organização comunitária e a valorização ambiental ao tempo em que apresenta possibilidades de geração de renda para os membros das comunidades. Entre os temas abordados estão os de comunicação e atendimento e o de introdução à maquiagem para jovens, pelo Senac. As mulheres das comunidades de Piaçaguera e do Valadares também puderam participar dos cursos de corte e costura.

Da Portos do Paraná

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Paranaguá

Ação da Rotam no Labra resulta na prisão de rapaz por tráfico de drogas

Foi na noite de domingo, no “Beco do Rato”

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Na noite de domingo, 28, em Paranaguá, policiais militares das Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam um rapaz por envolvimento com o tráfico de drogas. Na ação houve a apreensão de porções de crack e maconha.

Tudo começou quando os policiais estavam em patrulhamento pelo bairro Labra, para averiguar informações de que no local conhecido como “Beco do Rato” estaria um homem comercializando entorpecentes diuturnamente e que, possivelmente, também estaria portando uma arma de fogo.

Ao se aproximarem do local informado os policiais encontraram um homem com as características mencionadas na denúncia e, de imediato, realizaram a abordagem. O suspeito foi identificado como Cristiano Emídio de Araújo Júnior, de 21 anos, e com ele apreendida uma faca, a qual estava em sua cintura com resquícios de crack.

Na ação ainda houve a apreensão de 8 gramas de crack que Cristiano acabou admitindo estar comercializando, por unidade fracionada, além de 9 gramas de maconha e R$ 918, em notas diversas.

Diante dos fatos, o abordado recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao plantão da Delegacia Cidadã de Paranaguá, junto com tudo que foi apreendido, para que fossem tomadas as providências necessárias.

ANTECEDENTES CRIMINAIS
Cristiano Emídio de Araújo Júnior já foi manchete no setor policial do Agora Litoral. Em julho do ano passado ele e mais outro rapaz, foram presos pela Romu por tráfico de drogas em Alexandra e, em julho de 2022, foi detido com outro homem, suspeitos de arrombarem uma casa no Parque São João. Veja:

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Paranaguá

GCM prende homem por agredir e quebrar o celular da companheira

Com medo do agressor, vítima pediu ajuda em um comércio perto de casa

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A violência doméstica anda em alta na cidade de Paranaguá. Na tarde de sexta-feira (26), agentes da Guarda Civil Municipal-GCM prenderam um homem de 29 anos por agressão. A vítima foi a companheira dele, uma moça de 20 anos.

A OCORRÊNCIA: Tudo começou por volta das 16h30 de sexta, quando uma equipe da Patrulha Maria da Penha da GCM foi acionada para se deslocar até o Jardim Ouro Fino e averiguar informações de que uma mulher teria ido pedir ajuda em um comércio na região, após ter sido agredida pelo companheiro.

No local, as agentes da GCM encontraram a vítima, que relatou ter saído de casa com medo, pois tinha sido agredida pelo marido. Ela apresentava lesões em seu pescoço e braço que teriam sido resultado da violência. A moça ainda contou que o companheiro também havia quebrado seu telefone celular.

Em seguida, as agentes foram até a residência da mãe do suspeito e, com o apoio de uma equipe da ROMU (Ronda Ostensiva Municipal), ele acabou preso e, conforme previsto na Lei Maria da Penha, foi encaminhado à Delegacia Cidadã para a elaboração do flagrante.

A moça agredida, que é natural de Santa Catarina e não tem outros familiares em Paranaguá, após ser ouvida na delegacia, foi encaminhada para uma instituição que atende vítimas de violência doméstica no município.

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