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Homem acusado de pedofilia nas redes sociais é morto a tiros em Paranaguá
Ele foi executado poucas horas após a postagem.
Um homem acusado de pedofilia foi morto a tiros, no final da noite de quarta-feira (29), em Paranaguá, no Litoral do Paraná.
Everson Francisco de Carvalho, de 47 anos, conhecido por Shrek, foi executado dentro de casa, no “Beco do Rato”, aonde estavam a esposa dele e um filho do casal.
Algumas horas antes, a irmã da vítima do suposto pedófilo havia tornado pública a denúncia de que a menina era abusada por ele desde os oito anos de idade.
O relato, acompanhado do nome e foto do homem apontado como autor dos abusos – que teriam ocorrido também com outras pessoas da família – provavelmente tenha sido o estopim para o seu assassinato, poucas horas após, no bairro Labra.
O denunciado foi executado com um tiro na cabeça e outro nas costas.
“JUSTIÇA DO FACEBOOK”
Na postagem, a denunciante disse também que, por muito tempo, o acusado enviava imagens pornográficas para a irmã pelo WhatsApp, e que ela e a mãe teriam feito prints dessas mensagens e levado à Delegacia da Mulher, que nada teria feito.
Tudo indica que a postagem tenha sensibilizado alguém a tal ponto que este, com o nome e foto do acusado, tenha feito justiça com as próprias mãos.
RISCOS
O Agora Litoral alerta para riscos que uma publicação desse tipo possa trazer.
Buscar justiça nas redes sociais, apesar de aparentar ser justo, não é a melhor saída. Até porque existem vários casos em que muita injustiça foi feita por denúncias tornadas públicas de forma online.
Não entramos no mérito da denúncia da adolescente, mas alertamos que uma situação desse tipo pode ter consequências jurídicas.
Mesmo que a história seja verdadeira, a denunciante pode sofrer um processo judicial. Quem compartilha também não está imune.
Especialistas indicam que a decisão de denunciar um caso de agressão publicamente não deve ser tomada de cabeça quente. Há muito a ser analisado antes de apertar o botão “publicar”.
Uma vez que um relato esteja online, a pessoa é responsável pela publicação de forma permanente, ainda que o conteúdo seja apagado minutos ou mesmo instantes depois.
Os mesmos cuidados valem para publicações em grupos fechados, que podem parecer ambientes mais seguros, mas não são. Se um print vazar, as consequências são as mesmas.
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Maioria do STF vota por manter símbolos religiosos em órgãos públicos
De acordo com MPF, a permissão dos símbolos viola os princípios constitucionais da liberdade de crença religiosa e da laicidade do Estado.
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta segunda-feira (25) maioria de votos para permitir a continuidade do uso de símbolos religiosos em órgãos públicos de todo o país.
Até o momento, a Corte tem seis dos 11 votos do plenário para rejeitar um recurso do Ministério Público Federal (MPF) que pede a proibição da utilização de crucifixos, imagens de santos e outros objetos nos prédios públicos.
Para o MPF, a permissão dos símbolos viola os princípios constitucionais da liberdade de crença religiosa e da laicidade do Estado.
Prevalece no julgamento virtual o voto do relator, ministro Cristiano Zanin. O ministro ressaltou que o cristianismo faz parte da formação da sociedade brasileira e que os feriados alusivos à religião, os nomes de cidades, estados e locais públicos fazem parte da cultura do Brasil. Dessa forma, segundo o ministro, a manutenção dos símbolos nas repartições não é inconstitucional.
“A presença de símbolos religiosos em prédios públicos, desde que tenha o objetivo de manifestar a tradição cultural da sociedade brasileira, não viola os princípios da não discriminação, da laicidade estatal e da impessoalidade”, escreveu Zanin.
O voto do relator foi seguido pelos ministros Flávio Dino, André Mendonça, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Edson Fachin.
O julgamento virtual será finalizado nesta terça-feira (26).
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PCPR leva diversos serviços à população de Morretes nesta semana
Atendimento acontece de terça a sexta-feira, na Prefeitura
De terça-feira (26) a quinta-feira (28), a Polícia Civil do Paraná (PCPR) oferecerá serviços de polícia judiciária, orientações e exposições à população de Morretes. Registro de boletins de ocorrência, atividades lúdicas, demonstrações de perícia papiloscópica e exposição de materiais táticos e bélicos, além da confecção de Carteira de Identidade Nacional (CIN) para quem agendou previamente, serão os serviços ofertados.
O PCPR na Comunidade estará na Prefeitura, na Praça Rocha Pombo, das 9h às 17h.
PCPR NA COMUNIDADE
O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação de serviços públicos.
Com informações da AEN
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Criança de 3 anos morre afogada ao cair em piscina em Pontal do Paraná
Fatalidade ocorreu no final de semana
Uma fatalidade ocorrida na sexta-feira (22) em Pontal do Paraná, no litoral do Estado, devastou uma família da cidade de Imbituva, nos Campos Gerais. Emanuel Santos de Antoni, de apenas 3 anos, morreu afogado ao cair na piscina onde a família estava hospedada.
A vítima foi encaminhada ao hospital com o auxílio do Corpo de Bombeiros, mas não foi possível reanimá-la. Após a confirmação do óbito, o corpo do menino foi encaminhado ao IML de Paranaguá para exames complementares.
A trágica morte de Emanuel comoveu a região e mensagens de apoio e solidariedade tomaram conta das redes sociais neste final de semana. O velório e sepultamento do menino ocorreu no sábado (23), em Imbituva, cidade onde a família reside.