Em ritmo bastante inferior ao projetado pelo mercado financeiro, a atividade econômica da Argentina registrou uma expansão tímida de 0,1% em agosto na comparação direta com o mês anterior.
Desempenho aquém das projeções do mercado
O número frustrou analistas do setor financeiro, que previam um crescimento mediano de 1,5% para a produção do país. O ligeiro avanço sucedeu uma retração severa de 2,8% verificada em julho, evidenciando a fragilidade no processo de recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) argentino.
Desaceleração no segundo semestre amplia riscos
O resultado fraco reflete a perda de dinamismo enfrentada pela economia argentina ao longo de toda a segunda metade do ano. Diante desse desaquecimento contínuo em áreas cruciais, crescem os temores de que a nação vizinha possa mergulhar em um quadro de recessão técnica caso a falta de fôlego persista nos próximos levantamentos.







