Apesar de ostentar o título informal de “O Professor” e figurar com unanimidade entre os maiores instrumentistas do rock, o baterista do Rush nunca permitiu que o sucesso o acomodasse. Mesmo acumulando décadas de experiência e aclamação mundial, ele fez questão de permanecer na posição de eterno aprendiz.
A responsabilidade perante o próprio talento
O músico encarava sua profissão com extrema disciplina. Em uma entrevista realizada em 2014, ele pontuou que o privilégio de “bater em coisas com baquetas para viver” trazia a obrigação de buscar evolução constante, rejeitando qualquer soberba associada à sua fama:
“Estudei com professores; ainda estudo com professores hoje em dia (2014), porque é isso que é preciso se você quiser estar entre os bons. Eu não sou… Ninguém vai usar o termo ‘o melhor’. Nem mesmo Buddy Rich diria ‘o melhor’. Mas, se você quer estar entre os bons, então a responsabilidade é sua.”
A busca por novas linguagens musicais
Formado essencialmente nas raízes do rock, o artista reconhecia que a transição para outros ritmos exigia instrução especializada. Para expandir horizontes e desvendar novas técnicas, procurou a tutela de referências como Freddie Gruber e Peter Erskine (Weather Report).</p







