O ex-presidente Michel Temer (MDB) utilizou as redes sociais nesta 5ª feira (8.out.2026) para denunciar que foi vítima de fraudes digitais geradas por inteligência artificial. Conforme o político, os arquivos utilizam tecnologia de deepfake para falsificar tanto sua fisionomia quanto sua voz, simulando ataques direcionados ao Supremo Tribunal Federal.
Repercussão e providências jurídicas O ex-mandatário negou veementemente a autoria das falas veiculadas e informou que providências já estão em andamento para rastrear e punir os responsáveis pelos materiais falsificados.
“Circulam nas redes sociais vídeos fraudulentos que utilizam ferramentas de inteligência artificial (deepfake) para simular de forma falsa a minha imagem e a minha voz, atribuindo-me ataques e acusações ao Supremo Tribuna “Reafirmo que tais conteúdos são inteiramente falsos e criminosos. Jamais proferi as declarações veiculadas nessas montagens. Minha trajetória pública sempre foi pautada pelo respeito abs “As medidas legais cabíveis para identificar e responsabilizar os autores já estão sendo adotadas”.
Contexto político recente O episódio ocorre poucos dias após uma movimentação política importante envolvendo o emedebista. Na 2ª feira (5.out), o ex-presidente declarou publicamente seu voto no senador Flávio Bolsonaro (PL) para a disputa do segundo turno na corrida presidencial, argumentando na ocasião que a sociedade brasileira busca uma “reconexão” e que “reconexão é Flávio”.
Disputa presidencial em andamento O pleito no segundo turno acontecerá no dia 25 de outubro, colocando frente a frente Flávio Bolsonaro e o atual mandatário Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na etapa inicial da votação, o candidato do PL alcançou 47,03% dos votos válidos, ao passo que o representante petista registrou 45,16% da preferência do eleitorado nacional.







