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Eduardo Bolsonaro reage a ordem de prisão e ataca decisão de Moraes

Ex-deputado está morando nos Estados Unidos desde 2025 e teve os passaportes cancelados pelo Supremo.

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Eduardo Bolsonaro chama de arbitrária decisão de Moraes sobre cumprimento de pena

O ex-parlamentar Eduardo Bolsonaro se manifestou publicamente a respeito da determinação emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenou o início imediato de sua pena de quatro anos e dois meses de reclusão em regime fechado.

Execução da pena e ordens do STF A medida judicial foi expedida nesta quinta-feira (8) após o trânsito em julgado da ação ocorrido em 3 de outubro. Com a decisão, o magistrado também ordenou a emissão de mandado de prisão contra o político, a suspensão de seus direitos políticos e a anulação de todos os passaportes emitidos pelo governo brasileiro em seu nome. A condenação foi proferida por unanimidade pela Primeira Turma da Corte devido ao crime de coação no curso do processo, pois o réu teria tentado articular sanções dos Estados Unidos contra ministros do STF para influenciar o julgamento de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe.

Críticas e posicionamento oficial Em um comunicado oficial divulgado à imprensa, o ex-deputado rechaçou a medida do STF e declarou: “Mesmo após o claro recado de basta dado pelas urnas, Alexandre de Moraes mais uma vez tumultua o País com uma decisão arbitrária, inoportuna e inócua”.

Contexto internacional e exílio Residindo no exterior desde 2025, o político argumentou que o governo norte-americano “já deixaram claro que não cumprem decisões” expedidas pela Justiça brasileira. Para ele, a ordem de prisão tem como único objetivo “acirrar ainda mais, e sem nenhuma necessidade, os ânimos do País”.

Projeções políticas para o futuro Por fim, o ex-deputado direcionou suas críticas para o cenário eleitoral e concluiu: “Felizmente, no próximo dia 25, o povo brasileiro dará o seu recado final elegendo Flávio Bolsonaro, que, com o novo Congresso, vai restaurar a normalidade no Brasil”. Caso decida retornar ao território nacional, a ordem de prisão expedida pela Suprema Corte será cumprida de maneira imediata pelas autoridades.

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