A cidade histórica de Antonina se prepara para receber neste sábado (3) a abertura da exposição “Animorfa: Depois de nós”, concebida pela artista Bia Franzolin e com curadoria assinada por Jhon Voese.
Arte contemporânea nas Ruínas do Armazém Macedo
As obras serão exibidas nas paredes históricas das Ruínas do Armazém Macedo, criando um contraste visual que valoriza o patrimônio local e aproxima o público de novas linguagens artísticas. A coletânea é composta por pinturas que investigam as conexões profundas entre a natureza, os processos de mutação e os cenários futuros reservados para a humanidade.
Figuras híbridas e reflexão sobre o consumo
Na série que marca sua estreia, a criadora exibe seres híbridos que mesclam traços humanos e animais. Os personagens aparecem trajando vestimentas de alta costura e habitam paisagens em estado de ruína, estimulando questionamentos urgentes acerca da sociedade de consumo atual, da ação inexorável do tempo e da convivência entre o homem e o meio ambiente.
Conexão com a Bienal Internacional de Curitiba
Além do apelo estético, o projeto artístico estabelece conexões diretas com o mote “Limiares”, eixo central da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. A proposta curatorial enfatiza diferentes abordagens sobre a mutabilidade e a durabilidade das coisas.
A escolha do espaço expositivo não é casual, pois reforça o conceito da mostra ao fundir a produção artística contemporânea com a memória arquitetônica e histórica de Antonina.








