O renomado cineasta Hayao Miyazaki, mente criativa por trás do aclamado Studio Ghibli, construiu um legado inestimável que ajudou a desconstruir o preconceito de que animação é um formato voltado exclusivamente para o público infantil.
A trajetória do mestre japonês Embora tenha anunciado sua aposentadoria em diferentes ocasiões, o diretor segue cativando entusiastas da sétima arte ao redor do planeta com suas narrativas marcantes e visuais deslumbrantes.
Grandes sucessos como A Viagem de Chihiro, Meu Amigo Totoro e Princesa Mononoke consolidaram o prestígio internacional do estúdio nipônico, unindo a aprovação da crítica especializada ao sucesso comercial estrondoso.
Influências e preferências cinematográficas Para compreender a mente por trás de tantas obras-primas que desafiam o senso comum, é preciso olhar para as referências que inspiraram o autor ao longo de sua jornada artística.
A seleção de produções favoritas do cineasta abrange desde clássicos absolutos de estúdios americanos até joias pouco conhecidas do antigo cinema soviético, além de produções fundamentais da cinematografia do Japão.
A relação com o cinema ocidental Mesmo manifestando ressalvas em relação às produções hollywoodianas contemporâneas ao longo dos anos, o criador incluiu títulos marcantes dos Estados Unidos em sua relação definitiva.
Abaixo, confira o catálogo completo com os 25 filmes preferidos do lendário diretor japonês:
– Tubarão (Steven Spielberg, 1975) – Ladrões de Bicicletas (Vittorio De Sica, 1948) – Tempos Modernos (Charlie Chaplin, 1936) – Paixão dos Fortes (John Ford, 1946) – A Festa de Babette (Gabriel Axel, 1987) – Um Conto sobre Contos (Yuri Norstein, 1979) – O Espírito da Colmeia (Víctor Erice, 1973) – Ikiru (Akira Kurosawa, 1952) – Kōchiyama Sōshun (Priest of Darkness) (Sadao Yamanaka, 1936) – Peter Pan (Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske, 1953) – O Reino Gelado (Lev Atamanov, 1957) – A Revolução dos Bichos (Joy Batchelor e John Halas, 1954) – O Velho Moinho (Wilfred Jackson, 1937) – Cinzas e Diamantes (Andrzej Wajda, 1958) – Como Era Verde o Meu Vale (John Ford, 1941) – Ran (Akira Kurosawa, 1985) – A Balada do Soldado (Grigory Chukhray, 1959) – O Rei e o Pássaro (Paul Grimault, 1980) – Chama e Mulheres (Yoshishige Yoshida, 1967) – Os Sete Samurais (Akira Kurosawa, 1954) – A Pequena Sereia (Ron Clements e John Musker, 1989) – Nostalgia (Andrei Tarkovsky, 1983) – As Curiosas Aventuras do Sr. Wonderbird (Paul Grimault, 1952) – Ouriço no Nevoeiro (Yuri Norstein, 1975) – Chikemuri Takanobaba (Daisuke Itô, 1928)
Essas escolhas refletem a admiração profunda que o artista nutre por toda a história da sétima arte que precedeu o surgimento de seu próprio estúdio.








