Um golpe cibernético contra a corretora Binance resultou no desvio de US$ 6,3 bilhões em moedas digitais, consolidando-se como a maior invasão da história do mercado cripto.
Suspeitas sobre a autoria
Companhias de análise dos Estados Unidos, especificamente a TRM Labs e a Chainalysis, apontaram indícios de que o grupo criminoso responsável tenha vínculos com o governo da Coreia do Norte. Por outro lado, a própria Binance declarou que as apurações internas ainda não conseguiram determinar a autoria do incidente.
Análise especializada em cibersegurança
O programa Olhar Digital News da última sexta-feira (30) abordou o caso em entrevista com Jean Michel Guillot, que atua como diretor de negócios e soluções da DINAMO Cyber Security Company, organização nacional especializada em proteção digital.
Durante a conversa, o executivo detalhou as brechas técnicas que permitiram a invasão aos ambientes da Binance. Além disso, ele apontou quais barreiras de proteção poderiam ter evitado o desastre ou diminuído o prejuízo, destacando aprendizados cruciais para o ecossistema brasileiro que lida com a custódia de ativos digitais.
O episódio histórico evidencia a urgência de investimentos robustos em infraestrutura de segurança para plataformas que gerenciam grandes volumes de criptomoedas ao redor do mundo.








