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Instagram testa modo somente leitura para navegação anônima

O recurso inédito descoberto em códigos da plataforma promete ocultar visualizações de stories, curtidas e comentários.

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Modo stalker? Instagram testa navegação sem deixar rastros em perfis

Um dos maiores temores dos usuários ao examinar o perfil de terceiros, principalmente de contas desconhecidas, é acionar acidentalmente alguma curtida ou comando. Contudo, uma funcionalidade avaliada pela plataforma, apelidada de modo somente leitura, tem o objetivo de eliminar esse risco durante o uso diário do aplicativo.

Como funciona a navegação invisível

A ferramenta foi localizada nos códigos do aplicativo pelo desenvolvedor Alessandro Paluzzi, viabilizando uma experiência restrita à consulta de conteúdos. O mecanismo bloquearia ações como curtidas, comentários, envio de mensagens diretas e a própria marcação de visualização nos stories, operando de maneira semelhante a editores de arquivos que impedem edições.

Exclusividade para assinantes do plano pago

De acordo com os indícios encontrados, o recurso seria destinado exclusivamente aos assinantes do Instagram Plus. Em imagens compartilhadas pelo desenvolvedor, um aviso detalha que a ferramenta impede qualquer registro de atividade e pode até exibir um pop-up ao entrar em perfis específicos para permitir uma consulta totalmente oculta.

Posicionamento oficial da empresa

Questionada sobre a descoberta, a companhia esclareceu que o projeto é apenas um conceito interno e ressaltou que nenhuma fase de testes externos está em andamento no momento. Por ser uma ideia em fase de desenvolvimento, ainda não existem garantias de que a novidade será lançada oficialmente para o público.

Polêmicas envolvendo o Instagram Plus

A assinatura paga da rede social já conta com diversas funções que geram debates, como notificações customizadas de visualização, histórico detalhado com data e hora, prévias anônimas de stories e a leitura parcial de mensagens sem o envio do recibo de confirmação.

Essas ferramentas já foram alvo de críticas por parte de especialistas em saúde mental, que apontam potenciais riscos associados ao monitoramento excessivo. Além disso, a empresa liderada por Adam Mosseri recentemente recuou após testar uma ferramenta de compartilhamento de localização em tempo real por meio de um mapa integrado.

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