Planejar uma jornada entre setembro e novembro representa uma oportunidade estratégica para encontrar tarifas aéreas e diárias de hotéis significativamente mais acessíveis. Um levantamento recente revela que os voos domésticos pesquisados para esse período custam, em média, 31% menos do que no verão, compreendido entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, enquanto a redução no mercado internacional chega a 14%.
Queda expressiva em destinos nacionais
Entre os locais mais procurados pelos brasileiros internamente, São Paulo lidera o ranking de buscas, seguido por Rio de Janeiro e Recife. O território pernambucano, inclusive, apresenta uma das retração mais marcantes, registrando uma queda de 37% na passagem média de ida e volta, que recua de R$ 1.485 no verão para R$ 936 na baixa temporada.
Outras capitais nordestinas como Salvador, Fortaleza e João Pessoa também se destacam com diminuições superiores a 30% nos bilhetes aéreos. No cenário geral do país, os voos analisados caem de uma média de R$ 1.373 no período de férias para R$ 950 nos meses seguintes.
Destinos internacionais em alta e Miami liderando a economia
No exterior, a preferência dos viajantes tem como principal destaque Lisboa, seguida por Madri, Roma, Buenos Aires e Paris, concentrando quatro cidades europeias no topo das buscas. Apesar disso, o avanço geral do interesse externo é notável, com um crescimento de 4% nas buscas por voos e um salto impressionante de 89% nas pesquisas por hospedagens fora do país.
As maiores economias financeiras nas passagens, no entanto, concentram-se nas Américas. Miami lidera com um recuo de 38% no preço médio, indo de R$ 4.769 para R$ 2.949. Orlando aparece logo atrás com desvalorização de 32%, e Cancún retrai 30%. Com isso, a média internacional passa de R$ 5.454 para R$ 4.699.
Economia também na hospedagem
Além dos deslocamentos aéreos, acomodações em território nacional registraram uma retração média de 43%, caindo de R$ 574 para R$ 324. O Rio de Janeiro reduziu o valor da diária em 47%, enquanto Porto Seguro liderou as quedas no Nordeste com 53% de abatimento. Na contramão, algumas localidades sofreram encarecimento, como São Paulo, que subiu 9%, e Nova York, com alta de 17% nas diárias.
Os números divulgados baseiam-se em pesquisas de bilhetes de ida e volta na classe econômica e em consultas de hospedagem para viagens programadas entre setembro e novembro, servindo como parâmetro médio que pode variar conforme a antecedência da compra e a disponibilidade.








