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Princípio de incêndio em colégio assusta alunos e professores em Paranaguá

Curto-circuito em ventilador mobilizou a direção do Colégio Estadual Alberto Gomes Veiga na última quinta-feira.

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Alunos são retirados de salas após princípio de incêndio em colégio estadual de Paranaguá

Alunos e professores do Colégio Estadual Alberto Gomes Veiga, localizado em Paranaguá, precisaram ser evacuados de uma das alas da instituição no final da tarde da última quinta-feira (15). A medida de segurança foi adotada após um princípio de incêndio gerado por um curto-circuito em um aparelho de ventilação localizado em uma das salas de aula.

Relato dos estudantes sobre o cheiro de queimado

O episódio teve início quando o forte odor de fumaça começou a circular pelas dependências da escola. De acordo com o relato do estudante Pedro Toledo, o cheiro de queimado já era percebido desde as 16h, mas inicialmente havia a suspeita de que viesse de um dos banheiros. Somente por volta das 17h45 foi identificado um foco de incêndio em um ventilador.

No momento do incidente, a turma utilizava a quadra para uma aula de Educação Física. Alguns estudantes que permaneceram na sala perceberam o início das chamas e avisaram imediatamente uma inspetora, que buscou ajuda em uma sala próxima. Uma docente que estava no espaço conseguiu conter as chamas antes que o fogo se alastrasse para o restante do prédio.

Ação rápida e evacuação preventiva

Embora a situação tenha sido rapidamente contolada, a gestão escolar optou por realizar a evacuação preventiva da Ala 2. Estudantes e professores foram direcionados para a quadra esportiva do colégio. A direção confirmou que nenhum ocupante da escola sofreu ferimentos durante a ocorrência.

Esclarecimentos da direção e manutenção

Em comunicado oficial enviado aos responsáveis, o colégio esclareceu que o problema ocorreu na sala 5 devido a uma pane elétrica no ventilador. Um profissional da área elétrica foi imediatamente chamado para vistoriar o local e adotar as medidas cabíveis na rede elétrica da instituição.

Ao JB Litoral, a diretora Tirza Cunha Pires explicou que estudantes costumam movimentar manualmente os ventiladores para direcionar o vento, o que pode provocar o travamento das hélices. Segundo ela, quando isso acontece, o motor pode continuar funcionando mesmo com as hélices impedidas de girar.

A instituição de ensino reforçou que o ambiente foi normalizado e buscou tranquilizar as famílias, garantindo que a segurança de toda a comunidade escolar permanece sendo a prioridade máxima.

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