Com programas de governo longos, debates diários e uma enxurrada de anúncios de candidatos, recorrer à tecnologia parece um caminho prático. Para os eleitores indecisos que costumam definir o voto nos últimos dias, o smartphone surge como uma alternativa rápida para consultar robôs baseados em inteligência artificial.
Regras para chatbots nas eleições
Diante desse cenário de alta circulação de informações, surge a dúvida sobre quais respostas os assistentes virtuais estão autorizados a fornecer durante o pleito. Para esclarecer essa questão, o programa Olhar Digital News convidou Ricardo Souza, advogado especialista em direito digital.
O objetivo é analisar detalhadamente o que é permitido e o que é proibido para essas ferramentas tecnológicas no contexto político brasileiro, ajudando a entender o impacto da tecnologia na tomada de decisão do eleitorado.








