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Internacional é processado na justiça por calote em acordo com Patrick

Volante atualmente no Clube do Remo cobra quase R$ 1,5 milhão após descumprimento de pagamento recém-firmado

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Inter é acionado na Justiça por dívida com Patrick

O Sport Club Internacional voltou a ser acionado na Justiça em 29 de setembro de 2026 por uma dívida pendente com o volante Patrick, atualmente jogador do Clube do Remo. A cobrança atualizada atingiu o patamar de R$ 1.493.811,46 após o não pagamento da primeira parcela de um acordo judicial homologado recentemente em julho de 2026.

Histórico de pendências financeiras do atleta Patrick defendeu as cores do colorado entre 2018 e 2021, período que acumulou salários pendentes. As tratativas judiciais englobam compromissos financeiros anteriores que deixaram de ser honrados pela instituição gaúcha.

A primeira tentativa de conciliação ocorreu em julho de 2022, quando jogador e diretoria estipularam um montante de R$ 1,35 milhão fracionado em uma entrada e 12 prestações. Embora a entrada e as seis primeiras parcelas tenham sido quitadas, os valores com vencimento entre fevereiro e julho de 2023 foram ignorados pelo clube.

Questionamentos e novo acordo em 2026 Na época, a empresa ligada ao atleta recorreu ao judiciário. A diretoria colorada tentou contestar os valores apresentados utilizando notas fiscais e índices de correção monetária, porém todas as argumentações sofreram rejeição tanto em primeira instância quanto no Tribunal de Justiça.

As partes tentaram uma nova composição em julho de 2026, momento em que o Internacional admitiu um débito de R$ 1.351.720,09, valor que englobava a quantia original somada aos honorários advocatícios. O cronograma estabeleceu sete parcelas, sendo a inicial no valor de R$ 55.720,09 com vencimento em 30 de agosto, seguida por seis prestações de R$ 216 mil mensais até fevereiro de 2027.

Cobrança total e risco de bloqueios A nova quebra de contrato ocorreu porque o clube omitiu o pagamento da primeira prestação e sequer apresentou justificativas formais para o atraso perante a defesa do atleta.

O instrumento jurídico previa o vencimento antecipado de todo o saldo devedor em caso de inadimplência, acrescindo penalidades como multa de 10%, juros e atualizações monetárias que elevaram a conta para R$ 1.493.811,46.

Diante do cenário, os representantes do volante exigiram que o judiciário valide a quebra do acordo e determine a intimação do clube para a quitação integral no prazo de 15 dias, sob pena de penhora de receitas e bloqueio de contas bancárias ou repasses originados pela CBF e pela Federação Gaúcha de Futebol.

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