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Homem é preso em Paranaguá após suspeita de abuso contra prima de 7 anos

Mãe agrediu o suspeito com uma cadeira após o relato da criança; Conselho Tutelar e Polícia Militar foram acionados para o atendimento

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Homem é preso após menina de 7 anos relatar abuso em Paranaguá

Um jovem de 23 anos foi detido em Paranaguá, no litoral do Paraná, sob a acusação de praticar abusos sexuais contra a própria prima, uma menina de 7 anos. A ocorrência foi atendida nas primeiras horas desta sexta-feira (18), no bairro Alexandra, e o caso foi levado para a Delegacia Cidadã.

A dinâmica do crime e o flagrante

De acordo com informações da Polícia Militar, o investigado compareceu à residência da família no período noturno. Pelo fato de pertencer ao círculo familiar, uma adolescente de 16 anos, irmã da vítima, autorizou a entrada dele na moradia enquanto a responsável pelas crianças dormia.

Em um dado momento da visita, a adolescente percebeu a ação do primo ao flagrá-lo tocando o corpo da menor. Na sequência, a menina buscou a mãe, relatou a situação sofrida e mencionou que sentia dores pelo corpo.

Confronto e acionamento das autoridades

Tomada pela revolta ao saber dos fatos, a mãe confrontou o suspeito e o agrediu utilizando uma cadeira. Diante da gravidade da denúncia, a Polícia Militar foi acionada, mobilizando uma equipe de Rádio Patrulha Auto (RPA) vinculada ao 9º Batalhão. O Conselho Tutelar também compareceu para prestar o suporte necessário à família.

Atendimento hospitalar e histórico

O trio envolvido — vítima, mãe e o suspeito — foi encaminhado ao Hospital Regional do Litoral para a realização de exames e avaliações médicas. Enquanto a menina ficou internada sob observação, o homem passou por atendimento devido a ferimentos leves e foi liberado na sequência.

Logo após deixar a unidade de saúde, ele foi levado à Delegacia Cidadã de Paranaguá, onde o caso foi formalmente registrado como estupro de vulnerável.

Registros adicionais do boletim policial apontam que a mãe relatou às autoridades uma suspeita anterior, afirmando que o mesmo homem já teria cometido abusos contra outro filho dela anos atrás. Este histórico agora passará por investigação policial.

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