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Curitiba realiza Grito dos Excluídos e Excluídas em defesa dos direitos

Evento mobiliza vozes em prol de moradia, paz e direitos das mulheres, mesmo em clima adverso.

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Curitiba recebe o Grito dos Excluídos e Excluídas; veja fotos

Na tarde desta segunda-feira (7), Curitiba foi palco da 32ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas, que, mesmo sob chuva e frio, reuniu diversas vozes em um manifesto por justiça social. O tema central deste ano foi “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”, refletindo uma preocupação crescente com os direitos das mulheres e a luta por condições dignas de vida.

O papel central das mulheres na mobilização

O evento trouxe à tona a importância de colocar a vida das mulheres e a autodeterminação como prioridades na agenda social. Com o slogan “Vida em Primeiro Lugar!”, a mobilização busca destacar as preocupações sobre os direitos sociais em um contexto de crise e desigualdade.

Principais reivindicações do Grito em Curitiba

O ato teve início por volta das 14h30, na Praça Tiradentes, onde manifestantes expressaram suas principais reivindicações. Entre os pontos destacados estavam: a luta contra ameaças de despejo a famílias em ocupações urbanas, a oposição ao modelo cívico-militar nas escolas do Paraná, a urgência em abordar casos de feminicídio e a luta pela redução da jornada de trabalho de 6×1.

Esse movimento se insere em uma mobilização nacional que ocorre anualmente no Dia da Independência, reunindo uma ampla gama de movimentos sociais, sindicatos e entidades que se comprometem com as lutas sociais.

Solidariedade e pressão política

Milton Rezende, conhecido como Miltinho, que é secretário nacional de Mobilização da CUT, enfatizou a importância da presença das entidades sindicais. Segundo ele, essa participação fortalece as reivindicações e aumenta a pressão política por mudanças significativas. “As ruas e as redes sociais devem se tornar espaços permanentes de pressão e diálogo com a sociedade, buscando garantir mais tempo para viver e promover a inclusão social”, destacou.

Esta edição do Grito dos Excluídos não apenas reafirma a luta por direitos, mas também serve como um lembrete da necessidade de união e mobilização diante dos desafios enfrentados pela sociedade brasileira.

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