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Stevie Wonder processa mulher para despejá-la de imóvel em Los Angeles

Cantor americano busca na Justiça a desocupação de propriedade onde moradora viveu por quase quarenta anos sem pagar aluguel.

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Stevie Wonder vai à Justiça por despejo de mulher que vive há 40 anos em sua propriedade

O renomado cantor Stevie Wonder, de 76 anos, acionou a Justiça dos Estados Unidos para garantir a saída de uma mulher que reside há quase 40 anos em uma propriedade de sua posse situada em Los Angeles. Conforme os documentos protocolados, o artista pede que o Tribunal Superior da Califórnia determine o fim da ocupação de Carmen Efferson, que habita o local desde 1988 sem realizar pagamentos de aluguel.

Acordo verbal e histórico da moradia De acordo com os registros judiciais ajuizados na quinta-feira, 22 de outubro, a moradora seria ex-noiva do músico, cujo registro civil é Stevland Hardaway Morris. A base para a permanência de longa data teria sido um pacto verbal firmado entre as partes no final da década de 1980.

A escalada do conflito imobiliário A tensão na relação jurídica informal aumentou recentemente quando a assessoria jurídica do cantor exigiu a liberação de acesso para técnicos de uma seguradora vistoriarem as instalações.

Segundo os autos do processo, a moradora recebeu uma comunicação em 23 de julho determinando a visita técnica para o dia 30 do mesmo mês, etapa considerada obrigatória para a renovação da apólice. A resposta negativa veio dias depois, acompanhada de alegações de constrangimento e recusa total em permitir o ingresso de qualquer representante legal ou profissional na residência.

Notificação e pedido de indenização Diante do veto à vistoria, a equipe jurídica expediu uma ordem com prazo de 30 dias para a desocupação voluntária do espaço, medida que não foi cumprida pela ocupante dentro do limite estipulado.

Na petição inicial, os advogados caracterizam a continuidade da moradora no espaço como uma ocupação indevida e pleiteiam o encerramento oficial do pacto verbal original, além de cobranças referentes a taxas judiciais e compensações previstas na legislação californiana. Até o momento do encerramento das apurações iniciais, os porta-vozes de ambas as partes optaram por não se manifestar sobre o litígio.

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