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Equipe de Flávio Bolsonaro planeja transição de dois anos no Bolsa Família

Proposta visa incentivar formalização de empregos e criação de novos negócios sem o risco de perda imediata da assistência financeira.

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Coordenadora econômica de Flávio promete regra de transição para Bolsa Família

A coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, anunciou durante entrevista à CBN Bahia que o grupo projeta estabelecer um mecanismo de transição com duração de dois anos voltado aos beneficiários do Bolsa Família. O objetivo central é encorajar a busca por ocupações com carteira assinada ou a abertura de empreendimentos próprios, garantindo o retorno imediato à ajuda estatal caso o trabalhador não obtenha êxito em sua nova jornada.

O papel dos bancos públicos na economia

Parceria com instituições financeiras

Conforme detalhado pela ex-presidente da Caixa, o projeto econômico pretende utilizar as agências federais como pilares de sustentação para o desenvolvimento de pequenos negócios em todo o país.

Crédito facilitado para pequenos negócios

Apoio ao microempreendedor

“A Caixa vai ser o grande braço de apoio para isso, assim como o Banco do Nordeste, para ser o banco do pequeno empreendedor, para oferecer crédito”, disse.

Medidas para o endividamento nacional

Plano de reestruturação de dívidas

Ademais, a estrategista econômica destacou que uma eventual gestão do Partido Liberal (PL) pretende colocar em prática um programa de emergência para reorganizar os débitos de cidadãos e companhias, atribuindo o cenário atual a ações eleitoreiras adotadas pelo adversário político.

O cronograma de alívio financeiro

Carência para pagamento de débitos

“Esse plano emergencial vai permitir que famílias tenham carência de seis meses para reestruturar suas dívidas, assim como as micro e pequenas empresas terão carência de 12 meses para recompor a capacidade de pagamento”, detalhou.

Combate a boatos sobre assistência social

Garantia de manutenção dos programas

Durante a conversa, Marques também refutou o que classificou como desinformação propagada pelo PT a respeito de um suposto corte de benefícios sociais ou aposentadorias caso seu candidato vença o pleito.

“Não iremos (cortar programas sociais). Nós iremos cortar os privilégios em Brasília, férias de 60 dias, supersalários, viagens e outros privilégios, desperdícios da máquina pública e fechar o buraco das estatais para que a gente tenha um Estado mais eficiente”, disse Daniella Marques.

Visão macroeconômica e cortes de gastos

Controle fiscal e redução de juros

De acordo com a representante da campanha liberal, o alinhamento das contas do governo é essencial para conter o avanço da dívida pública e estimular uma diminuição na taxa real de juros. Na visão dela, o patamar atual das taxas prejudica diretamente o orçamento das famílias e das empresas brasileiras.

O foco em desburocratização

Desoneração e facilidade para empreender

Por fim, a equipe econômica reforçou que a prioridade da gestão será a simplificação das normas fiscais e trabalhistas, definindo o cenário atual como um obstáculo severo para quem deseja investir. “O Brasil é um inferno para abrir um negócio”, analisou.

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