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Áudios revelam caos em 911 após falha em execução nos Estados Unidos

Gravações divulgadas expõem momentos de confusão e desorientação entre equipes de socorro e agentes penitenciários no Tennessee.

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Christa Pike: Ligações para emergência revelam confusão entre equipes após tentativa frustrada de execução Christa Pike (Foto: Reprodução/ Inside Edition)

Gravações telefônicas recém-tornadas públicas expõem falhas graves e atrasos no socorro médico após a tentativa malsucedida de execução de Christa Pike, de 50 anos, ocorrida em uma prisão norte-americana.

Entenda a confusão nas chamadas de emergência

Divulgados nesta terça-feira (13), os registros em áudio mostram que atendentes do serviço de emergência dos Estados Unidos hesitaram em enviar ajuda, chegando a suspeitar que o pedido de socorro vindo da penitenciária se tratava de um trote ou de uma falsa denúncia.

Detalhes do procedimento malsucedido

O caso aconteceu em 30 de setembro na prisão de Riverbend, situada no estado do Tennessee. De acordo com as conversas gravadas, os profissionais demoraram vários minutos tentando confirmar se a ocorrência era legítima antes de decidirem pelo envio de uma ambulância.

Inicialmente, um atendente relatou ter recebido o aviso de que a pena capital havia sido aplicada, mas que a detenta permanecia viva e com dificuldades para respirar, necessitando de suporte médico urgente.

Suspeita de trote e falta de alinhamento

Durante a triagem, o operador mencionou a necessidade de determinar o envio de viaturas policiais ou médicas, avaliando a hipótese de um caso de “swatting” — prática que envolve o acionamento indevido de autoridades com dados falsos.

Em outro trecho, um supervisor orientou a equipe a ignorar o pedido por considerá-lo falso. Contudo, ao checar a informação diretamente com o complexo carcerário, os operadores receberam a resposta de que nenhum funcionário da unidade havia efetuado tal ligação.

Esclarecimento e histórico da detenta

A situação só começou a ser esclarecida quando um advogado interveio, confirmando que sua cliente passava pelo protocolo letal, mas continuava respirando e precisava de intervenção imediata para salvar sua vida.

Christa Pike foi sentenciada à morte em 1995 pelo homicídio de Colleen Slemmer, ocorrido quando a condenada tinha 18 anos. Após o procedimento frustrado com pentobarbital, ela foi hospitalizada em estado grave, apresentou melhora e recebeu alta para retornar à custódia no último sábado (10).

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