O plano mais caro do Disney+ no Brasil passou por uma redução na qualidade de transmissão. Agora, os assinantes que pagam pelo pacote mais completo perderam o acesso às tecnologias 4K e HDR, ficando limitados à resolução máxima de 1080p.
Entenda o impacto no plano mais caro
Apesar da queda técnica na exibição dos vídeos, o valor cobrado permanece inalterado em R$ 69,90 mensais. Essa alteração ocorreu de forma silenciosa, sem qualquer tipo de comunicação prévia ou aviso oficial aos consumidores por parte da plataforma de streaming.
Motivo da mudança na transmissão
A alteração estaria ligada a uma disputa judicial envolvendo patentes de tecnologias de transmissão. O processo judicial é movido pela InterDigital contra a empresa de entretenimento.
Consequências jurídicas e judiciais
A ordem judicial contrária à companhia foi emitida em setembro de 2025 pela 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. A acusação tratava do uso não autorizado de tecnologias de compressão de vídeo dos padrões AVC e HEVC, sendo que a sentença desfavorável também foi confirmada posteriormente em segunda instância.
Panorama das assinaturas no país
Atualmente, o serviço disponibiliza três opções de contratação no mercado brasileiro. A modalidade Padrão com anúncios custa R$ 29,90, a versão Padrão sem anúncios sai por R$ 49,90, e a opção Premium é comercializada por R$ 69,90. O pacote mais caro mantém diferenciais como o acesso a canais ao vivo e transmissões esportivas da ESPN, além de vantagens relacionadas a downloads e telas simultâneas.
Precedentes internacionais da plataforma
Movimentos semelhantes já haviam ocorrido no mercado europeu no mês de julho, quando a empresa também suspendeu o suporte a 4K e HDR em decorrência de litígios parecidos. Embora publicações especializadas tenham relatado uma retomada parcial do recurso em agosto no exterior, o cenário atual no território brasileiro reflete restrições técnicas semelhantes.







