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Príncipe Harry e Meghan Markle devem ficar longe da realeza no Natal

Duque e duquesa de Sussex avaliam destinos para as festas enquanto enfrentam divergências sobre a rotina familiar e o Reino Unido.

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Harry e Meghan decidem se vão ou não passar o Natal com a Família Real Meghan e Harry negociam segurança especial (Foto: Getty)

O príncipe Harry e Meghan Markle pretendem ficar de fora da tradicional celebração de Natal da família real britânica em Sandringham, liderada pelo rei Charles III. A escolha reflete o distanciamento entre o duque de Sussex e seus parentes, além de gerar diferentes expectativas dentro do próprio casal sobre onde passar o final do ano.

Destinos alternativos para as festas Entre as opções analisadas pela família estão a residência do casal em Northamptonshire, na Inglaterra, uma propriedade em Portugal ou o retorno definitivo para a Califórnia, nos Estados Unidos. A presença de Doria Ragland, mãe da duquesa, é dada como certa independentemente do local escolhido para as comemorações.

Tensões no casamento e rotina escolar A logística envolvendo os filhos do casal, o príncipe Archie e a princesa Lilibet, tornou-se um desafio para viagens transatlânticas frequentes, gerando atritos internos.

“Com as crianças na escola, eles não podem ficar indo e voltando entre a Califórnia e o Reino Unido sempre que querem. Portanto, terão decisões difíceis pela frente, já que não estão em sintonia”, afirmou a fonte.

Enquanto Harry demonstra vontade de retornar à Inglaterra para aproveitar o período festivo perto de seus familiares, Meghan teme a recepção da realeza e prioriza a proximidade com sua rede de apoio e sua rotina americana.

“Meghan sente falta dos amigos, da rotina do dia a dia e, principalmente, da mãe. Ela conversa com Doria todos os dias, geralmente várias vezes, mas não é a mesma coisa que passar todos os fins de semana com ela”, continuou o informante.

A influência da hierarquia real Especialistas em realeza apontam que o rígido protocolo da instituição também pesa na decisão de evitar os eventos oficiais de fim de ano.

“Existe uma hierarquia. E o rei é o CEO, ele é o chefe — o que ele diz deve ser cumprido, então é melhor que eles não se coloquem em nenhuma situação difícil”, afirmou.

Histórico de afastamento e expectativas futuras As tensões atuais se somam ao rompimento iniciado em 2020, quando o casal renunciou às funções oficiais na monarquia para viver nos Estados Unidos. A distância foi ampliada por produções como a série documental da Netflix e o livro de memórias de Harry.

Apesar das especulações sobre uma possível base permanente no Reino Unido e o desejo do príncipe de se reaproximar da família, o diálogo com o príncipe William segue interrompido, mantendo incerta a dinâmica futura entre os irmãos.

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