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Homem que invadiu creche em Curitiba é morto pela PM após resgate

Operação do BOPE encerrou o cativeiro de dezenas de alunos no bairro São Braz nesta tarde

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Após tensão em negociações, homem que invadiu CMEI no São Braz em Curitiba é morto e crianças são resgatadas

O homem responsável por invadir um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) localizado no bairro São Braz, na capital paranaense, acabou morto pela Polícia Militar após horas de tensão e tratativas no local.

Entrada na unidade escolar

A ocorrência teve início quando o indivíduo ingressou na instituição de ensino infantil portando um pacote e fingindo realizar uma entrega. O comportamento suspeito ao circular pelas dependências alertou as docentes, que imediatamente acionaram tanto a Guarda Municipal quanto a Polícia Militar.

Dinamica do cativeiro e resgate

Dados preliminares apontavam a presença de 23 alunos na sala ocupada pelo suspeito, sendo que um primeiro grupo de oito menores foi liberado logo no início da crise. A tensão aumentou com relatos sobre um forte odor de gasolina na área, embora a presença exata de substâncias inflamáveis não tenha sido oficialmente atestada pelas autoridades competentes.

Para acompanhar o cerco, o Comando de Aviação mobilizou um helicóptero enquanto equipes especializadas cercavam o perímetro. Com o passar das horas, estampidos de disparos e detonações de bombas foram escutados nas imediações da escola infantil antes do desfecho final da intervenção tática.

“A equipe de negociação fez o adentramento, a equipe do COE, do BOPE, fez o adentramento. Neste momento, nós temos a situação de refém encerrada. Nós tivemos 13 crianças que foram resgatadas, estão todas bem, e estão sendo encaminhadas para o atendimento médico, psicológico e acesso às famílias. O autor, ele foi neutralizado. Então toda a situação, o decorrer, a gente vai conseguir confirmar depois, tá? A informação que eu tenho agora é esse desfecho”

Alunos especiais e investigação

Parentes de matriculados na unidade relataram que a sala escolhida pelo invasor abrigava alunos diagnosticados com transtorno do espectro autista (TEA), embora tal dado aguarde confirmação oficial por parte dos órgãos competentes.

Com o término da operação de salvamento conduzida por policiais e bombeiros, a Polícia Civil assumirá as investigações para esclarecer as motivações reais do crime e todos os fatores que culminaram na invasão da instituição.

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