Um indivíduo de 32 anos acabou detido na noite de última segunda-feira (6), na cidade de Paranaguá, situado no litoral paranaense, sob a acusação de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos. O episódio ocorreu em uma residência localizada na Vila Marinho, mobilizando equipes de segurança pública após uma série de reviravoltas na cena do crime.
Detalhes da ocorrência na Vila Marinho O acionamento das autoridades policiais aconteceu por volta das 23h, momento em que uma viatura da Polícia Militar foi direcionada ao endereço para averiguar chamados referentes a violação de domicílio e lesão corporal. Em conversa com os agentes, a mãe da vítima relatou que sua filha estava desacompanhada no imóvel e tomava banho quando a invasão aconteceu, por volta das 21h50.
Reação da vítima e fuga do invasor Conforme os levantamentos da polícia, o agressor entrou na casa e flagrou a menor nua no banheiro, momento em que abaixou as calças e iniciou atos obscenos. Mesmo diante dos pedidos para que deixasse o local, o homem permaneceu irredutível. A pretexto de defesa, a garota utilizou um rodo para afastar o criminoso e conseguiu bani-lo do interior da residência, fazendo com que ele corresse para o seu domicílio, situado nos fundos da mesma vizinhança.
Ligação surpreendente para a polícia Em uma reviravolta inusitada, o próprio suspeito ligou para a Polícia Militar logo após o ocorrido. Na chamada, ele tentou inverter a situação ao alegar que havia sido alvo de difamação, ameaças e agressões físicas por parte da mãe da vítima.
Prisão em flagrante e encaminhamento Apesar da tentativa do suspeito de se passar por vítima, a guarnição policial avaliou a gravidade dos depoimentos e se deslocou até a residência dele, conduzindo todos os envolvidos diretamente para a Delegacia Cidadã. Na unidade, a autoridade policial de plantão formalizou a prisão em flagrante do homem com base no artigo 217 A do Código Penal, tipificando o ato como estupro de vulnerável.
O indivíduo foi posteriormente transferido para o sistema penitenciário estadual, permanecendo recluso e à disposição do Poder Judiciário para os trâmites legais do processo.







