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Juliano Floss vai à justiça após sofrer deepfake sexual com ex-BBB

O influenciador digital prometeu rastrear os criadores do conteúdo falso gerado por inteligência artificial e alertou sobre a legislação brasileira.

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Juliano Floss se revolta após ser vítima de deepfake sexual com Jonas e anuncia medida: “Isso é crime” Juliano Floss se revolta após ser vítima de deepfake sexual com Jonas e anuncia medida: “Isso é crime”

O influenciador digital Juliano Floss usou suas redes sociais para anunciar que acionará a Justiça após ter sua imagem manipulada por inteligência artificial em um vídeo pornográfico falso que também envolvia o ex-BBB Jonas Sulzbach.

Reação e medidas judiciais Indignado com a situação, o criador de conteúdo afirmou publicamente que pretende responsabilizar civil e criminalmente todos os envolvidos na produção e na disseminação do material ilícito. Em sua conta oficial, ele declarou:

“Isso é crime, p*rra! Se liguem”

Na sequência, o influenciador reforçou que já está mapeando os perfis responsáveis pela adulteração e compartilhamento das imagens falsas.

“Anotando nome por nome. Não me dá trabalho nenhum achar e processar alguém que está cometendo um crime contra mim”

Floss também criticou a falsa sensação de impunidade daqueles que praticam crimes virtuais acobertados pelo anonimato digital.

“Tem gente que acha que aqui é terra de ninguém só porque não tem o nomezinho e o CPF”

Previsão legal para deepfakes no Brasil Para embasar sua revolta, o famoso compartilhou uma pesquisa do portal JusBrasil destacando que a fabricação e o compartilhamento de mídias íntimas falsas são puníveis pela lei nacional. Embora o país ainda careça de uma lei específica e unificada sobre inteligência artificial, o Código Penal já tipifica condutas semelhantes em artigos específicos.

O artigo 216-B criminaliza a realização de montagens em áudio, foto ou vídeo para inserir terceiros em contextos de nudez ou atos sexuais sem consentimento. Já o artigo 218-C pune a divulgação de conteúdos pornográficos ou de nudez sem autorização prévia, prevendo pena de reclusão e multa para os infratores.

Projetos de lei em tramitação Enquanto o caso ganha repercussão, o Congresso Nacional debate novas propostas para enrijecer a punição contra fraudes digitais geradas por tecnologia avançada. Entre as iniciativas estão o PL 3.821/2024, da deputada Amanda Gentil, e o PL 212/2026, do deputado Rubens Pereira Júnior, que visam criminalizar especificamente a manipulação audiovisual por IA.

Por fim, antes de encerrar o assunto nas plataformas digitais, o influenciador aproveitou para redirecionar o foco dos seguidores para o cenário político nacional, lembrando a proximidade do primeiro turno das eleições de 2026.

“Três dias pra eleição, gente. Vamo focar no que importa?”

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