–:–:–
Conecte-se conosco

Caso isabelle caracristi: justiça revoga prisão de namorado

Bacharel em direito deixou a cadeia em fortaleza após parecer favorável do ministério público e cumprirá medidas cautelares

31 visualizações
Caso Isabelle Caracristi: Justiça do Ceará toma decisão sobre prisão do namorado da jovem João Munhoz Neto é o principal suspeito pela morte da jovem. (Foto: Reprodução/Instagram)

A 5ª Vara do Júri de Fortaleza atendeu ao pedido do Ministério Público do Ceará (MPCE) e determinou a soltura de João Munhoz Neto, de 34 anos, nesta quinta-feira (1º). O bacharel em Direito é o principal investigado pela morte de sua namorada, a estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22 anos. A decisão judicial impôs o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de deixar a comarca e o afastamento obrigatório dos parentes da vítima, embora os fundamentos específicos da revogação não tenham sido detalhados publicamente.

Andamento das investigações e medidas cautelares O alvará de soltura foi emitido apenas um dia depois de o órgão ministerial apresentar um parecer concordando com o pleito da defesa. O suspeito estava detido desde o dia 22 de setembro sob a acusação de praticar violência psicológica e induzir a jovem ao ato extremo.

O falecimento de Isabelle ocorreu na noite de 13 de setembro, quando ela foi achada sem vida na área externa do condomínio residencial onde residia com o companheiro, situado no bairro Aldeota, na capital cearense. Conforme relatou Márcio Gutiérrez, delegado geral da Polícia Civil do Ceará, João proibiu a entrada da família de Isabelle no edifício e não estava colaborando com a investigação. Logo no dia posterior ao ocorrido, o imóvel foi higienizado e colocado à disposição no mercado imobiliário.

Laudos periciais e conclusão preliminar Até o momento, a investigação policial já registrou o depoimento de 28 testemunhas e a conclusão de 13 laudos periciais por parte da Perícia Forense. Os exames técnicos apontam que a queda ocorreu por precipitação voluntária, afastando a possibilidade de homicídio por empurrão ou de acidente fatal.

A necropsia indicou que a causa do óbito foi politraumatismo decorrente do impacto contra o solo, além de confirmar que a jovem não estava gestante. Aparelhos celulares, mídias eletrônicas e registros de câmeras de segurança continuam sob análise pericial para reconstruir a linha do tempo exata que antecedeu a tragédia.

Mais em Variedades

Ver tudo →