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Ex-fifa Fábio Pereira assume chefia da arbitragem no Tocantins

Conheça a trajetória do novo presidente da Ceaf-to, marcado por passagens na elite nacional e decisões polêmicas em campo

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Novo chefe da arbitragem no TO, ex-Fifa Fábio Pereira teve polêmica com Atlético-MG e Fluminense na carreira

A Federação Tocantinense de Futebol (FTF) oficializou a nomeação do ex-assistente Fábio Pereira como o novo presidente da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol (CEAF-TO). Único profissional do estado a alcançar o quadro internacional da Fifa, ele assume o cargo que antes pertencia a Adriano de Carvalho.

H2: Experiência e desafios no comando da arbitragem estadual

A principal atribuição do novo dirigente será comandar a preparação teórica, o planejamento estratégico e a supervisão prática dos profissionais que trabalham nos torneios da região.

Com mais de vinte anos dedicados à função, Fábio faz parte da FTF desde 2002 e da Confideração Brasileira de Futebol (CBF) desde 2005. Sua trajetória nos gramados inclui atuação em mais de 250 confrontos oficiais promovidos pela entidade máxima do país, englobando as quatro divisões do Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e a Copa Verde.

H2: Carreira internacional e momentos de destaque

Natural de Araguatins, situada na região do Bico do Papagaio, o ex-assistente se consolidou como o grande expoente do apito tocantinense ao integrar o quadro da Fifa entre 2013 e 2015. Seu currículo internacional ostenta participações em competições de peso, tais como a Copa Libertadores, a Copa Sul-Americana e as Eliminatórias para a Copa do Mundo.

H2: Polêmicas marcantes na elite do futebol brasileiro

Apesar da carreira consolidada, a trajetória do novo chefe da arbitragem tocantinense também ficou marcada por episódios de grande repercussão nacional em partidas da Série A e do Campeonato Mineiro.

O caso mais emblemático aconteceu na decisão do Campeonato Mineiro de 2014, disputada entre Cruzeiro e Atlético-MG. Na reta final da partida, o árbitro Leandro Vuaden marcou pênalti para o Galo, mas mudou de ideia após a sinalização de Fábio Pereira, que apontou impedimento do atacante Jô na origem da jogada. A decisão gerou revolta nos atleticanos e fortes críticas públicas do então presidente do clube, Alexandre Kalil.

Outro momento de tensão ocorreu em 2012, durante partida entre Fluminense e Ponte Preta pelo Campeonato Brasileiro. Um desentendimento na sinalização entre Fábio e o árbitro central gerou divergências e culminou no afastamento temporário do assistente.

Mais tarde, em 2015, ele voltou a ser criticado nacionalmente ao invalidar incorretamente um gol legítimo do meia Cícero, do Fluminense, em confronto contra o Corinthians. O equívoco resultou em um novo afastamento imposto pela CBF para fins de reciclagem e capacitação.

O acúmulo desses episódios acabou impactando sua trajetória no topo do esporte. Embora tenha permanecido na lista da Fifa para a temporada de 2015 após ser aprovado nos testes físicos e teóricos, o profissional perdeu o escudo internacional e acabou de fora do quadro da entidade em 2016.

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