Um ano após a morte do companheiro JP Mantovani, a cantora e atriz Lissa Martins abriu o coração sobre os desafios de enfrentar a ausência do marido. A artista, que integrou o grupo Rouge, relatou que ainda vive em um ciclo inconstante de aceitação, onde alterna dias de lucidez com momentos em que imagina que o influenciador está apenas cumprindo compromissos profissionais distantes de casa.
O trágico acidente e a revelação
O falecimento de JP ocorreu em 21 de setembro de 2025, na capital paulista, após a motocicleta que ele conduzia colidir com um caminhão de limpeza urbana. Naquele momento, Lissa dormia e foi desperta pelo toque da campainha. Um policial solicitou os documentos da moto para confirmar a identidade do dono, revelando ali mesmo a fatalidade. A cantora admitiu que a gravidade da situação demorou vários meses para ser plenamente compreendida por ela.
Reflexões sobre a dor e o tempo de recuperação
No início, a ex-Rouge confessou ter sentido uma autocobrança excessiva por presumir que existiria um prazo determinado para superar a perda. Ela destacou que o processo é totalmente individual e que a partilha de experiências serve para acolher outras pessoas que passam pelo mesmo sofrimento. A união civil do casal havia sido oficializada em junho de 2025, após um pedido romântico em Paris no final do ano anterior, e eles ainda planejavam uma festa religiosa.
A rede de apoio e os cuidados com a filha
Além de lidar com a própria dor, Lissa precisou dar suporte a Antonella, filha de nove anos do casal, que esteve junto por 11 anos. A mãe busca não esconder os sentimentos da menina, contando com o auxílio da terapia para validar a vulnerabilidade de ambas. Encontrar uma rede de sustentação confiável também se mostrou vital para atravessar fase tão delicada.
Mantendo viva a memória da personalidade alto-astral do parceiro, a artista busca motivação para seguir em frente e cuidar da herdeira, honrando o legado deixado por ele.








