Em agenda de campanha realizada no Rio Grande do Norte na segunda-feira (21), o senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que adotará uma postura de neutralidade comercial caso vença a disputa pela Presidência da República em 2026. O parlamentar declarou que pretende manter uma relação “pragmática economicamente” com a China, priorizando parcerias estratégicas que tragam aportes financeiros e inovação para o país.
Críticas à política externa atual
Durante conversa com jornalistas, o candidato direcionou críticas à condução da diplomacia liderada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com o senador, o Brasil possui potencial para assegurar suprimento alimentar e energético tanto internamente quanto para o mercado internacional, mas perde oportunidades por causa de alinhamentos ideológicos.
Foco em investimentos estrangeiros
O plano do candidato do PL para o comércio exterior envolve abrir diálogo com múltiplos parceiros estratégicos, incluindo Estados Unidos, Israel, Argentina, Paraguai e nações do Oriente Médio. O objetivo principal é colocar os interesses financeiros do Brasil no centro das negociações internacionais.
“A gente não tem que escolher um lado, a gente tem que estar junto com todas as nações que sejam desenvolvimentistas, que queiram investir no nosso Brasil, que queiram trazer tecnologia, transferir tecnologia aqui para o Brasil”, declarou.
Para finalizar, o senador demonstrou otimismo em relação ao apetite do mercado internacional pelo Brasil e enfatizou que há expectativa externa por mudanças na chefia do Executivo federal.
“Está o mundo inteiro só esperando trocar o presidente da República para chover investimento aqui no nosso país”, afirmou.








