O principal executivo da Nvidia, Jensen Huang, declarou recentemente que a inteligência artificial não representa uma ameaça de extinção para a humanidade até o final desta década, rejeitando previsões catastróficas sobre o tema.
Posição sobre o ritmo tecnológico
Durante uma conversa com o correspondente Jo Ling Kent, transmitida pela rede de TV CBS News, o líder empresarial garantiu que há “0% de chance” de 2030 marcar o fim do mundo por causa da tecnologia.
Questionado se o setor deveria frear as inovações diante de advertências recentes, o dirigente foi categórico sobre a continuidade das pesquisas e criações no segmento.
“Devemos ir o mais rápido que pudermos, independentemente de qualquer outra pessoa”, afirmou o CEO da Nvidia.
Segurança e inovação
Apesar de defender a máxima velocidade no progresso tecnológico, o empresário ressaltou que a pressa não justifica a comercialização de itens perigosos ou inacabados para o público.
O debate sobre a velocidade ideal ganhou intensidade após a demissão pública de Jacob Coxon, ex-pesquisador da Anthropic, que apontou negligência em protocolos preventivos pelas companhias da área.
Divergências no setor
Enquanto vozes como a de Dario Amodei, chefe da Anthropic, pedem cautela devido ao crescimento exponencial da tecnologia, a liderança da Nvidia mantém uma postura oposta e descarta a urgência de novas regras estatais.
A entrevista completa com Jensen Huang será veiculada no programa dominical Sunday Morning, trazendo mais detalhes sobre os rumos da inteligência artificial.








