Uma quadrilha familiar atuante no Paraná é alvo de investigação por suspeita de fornecer armas e munições para o tráfico do Rio de Janeiro através de uma estrutura logística complexa que incluía um hangar próprio e o uso de empresas de fachada.
A fachada empresarial e a base logística
A investigação aponta que o grupo criminoso utilizava estabelecimentos comerciais de mentira para mascarar a aquisição e o transporte do material bélico. A escolha estratégica de manter uma estrutura de aviação própria facilitava a distribuição interestadual sem despertar suspeitas imediatas das autoridades competentes.
Modus operandi da rota clandestina
O esquema funcionava de maneira integrada, onde os familiares exerciam funções específicas para garantir o fluxo contínuo dos produtos ilícitos desde o território paranaense até os compradores localizados em comunidades cariocas dominadas pelo crime organizado.
As autoridades continuam realizando diligências para identificar todos os envolvidos, bem como eventuais ramificações e conexões que permitiam a circulação desse arsenal bélico pesado em direção ao mercado ilegal do Sudeste.








