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Nunes afirma que “Supremo é o povo” em ato contra Moraes

Prefeito de São Paulo critica governo Lula e apoia candidatura de Flávio Bolsonaro.

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Supremo é o povo brasileiro, diz Nunes em ato contra Moraes

Em um ato realizado na Avenida Paulista, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), declarou que “o Supremo é o povo brasileiro”, enfatizando a importância da participação popular nas próximas eleições. O evento ocorreu no dia 7 de setembro e também serviu como um espaço para críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Críticas ao governo atual

Durante seu discurso, Nunes não poupou críticas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem chamou de “irresponsável”. Ele destacou o aumento do endividamento das famílias e mencionou os descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. O prefeito argumentou que as gestões conservadoras, como a dele e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), são mais eficazes em entregar resultados à população.

Apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro

Nunes aproveitou a oportunidade para manifestar seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência. Ele declarou ter total confiança na vitória do candidato e afirmou que o ato na Paulista simbolizava um novo capítulo na campanha, a apenas 27 dias do primeiro turno das eleições. “A dúvida sobre nossa vitória é zero. Flávio Bolsonaro, presidente do Brasil”, afirmou Nunes.

Importância da composição no Senado

O prefeito também ressaltou a relevância das eleições para o Senado em São Paulo. Ele solicitou apoio aos candidatos alinhados ao grupo político que representa, destacando que a composição do Senado será crucial para o futuro do país, especialmente se Flávio Bolsonaro for eleito presidente.

Contexto do ato em 7 de setembro

O ato foi organizado pelo senador Flávio Bolsonaro e teve como lema as mensagens “Fora Lula, Fora Moraes” e “É agora ou nunca”. A manifestação, que já estava agendada desde agosto, ganhou novos contornos após a divulgação de mensagens enviadas pelo fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao ministro Alexandre de Moraes. Flávio Bolsonaro intensificou suas críticas ao ministro, chamando-o de “laranja podre” e caracterizando o gabinete de Moraes como um “gabinete da perseguição”.

Em setembro do ano passado, o mesmo ato contou com a presença de 48.800 pessoas, e em 2024, quase 60.000 pessoas se reuniram na mesma localidade. Em 2021, o ex-presidente Jair Bolsonaro também convocou apoiadores para um evento na Avenida Paulista, que ficou marcado por suas ofensas direcionadas a Moraes, a quem chamou de “canalha”. A mobilização atual demonstra a contínua polarização política no Brasil e a mobilização de grupos conservadores em prol de suas causas.

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