O Juventude de Estância fez história ao conquistar o vice-campeonato do Brasileirão Feminino A3, garantindo também seu acesso à segunda divisão nacional. O técnico Ricardo Pereira elogiou a trajetória do time e destacou que, apesar de não ter levado o título, a campanha foi excepcional.
Uma jornada notável
Após a derrota por 1 a 0 para o Planalto-GO na final, realizada na Arena Batistão, o treinador não hesitou em exaltar o desempenho da equipe. “Encerramos com a melhor campanha, mesmo sem o título. Tivemos a melhor defesa, o melhor ataque e a artilheira do campeonato”, afirmou Pereira. Ele reconheceu que o time enfrentou uma adversária experiente, mas sublinhou que a trajetória do Juventude foi digna de celebração.
Foco no futuro
Ricardo Pereira ressaltou a importância de planejar os próximos passos, solicitando apoio para investimentos que garantam um desempenho competitivo na A2. “É um momento marcante para Sergipe, pela primeira vez em uma final de um Brasileiro com visibilidade nacional. Precisamos desse apoio para investir mais ainda”, disse o técnico, enfatizando a necessidade de recursos para enfrentar os novos desafios.
Planejamento a longo prazo
O treinador também projetou o futuro da equipe, afirmando que o principal objetivo é garantir a permanência na segunda divisão até 2027. “O primeiro passo é ter os pés no chão e buscar se manter. Depois, precisamos desenvolver a maturidade para, um dia, brigar pelo título novamente”, concluiu o técnico.
No total, o Juventude deixou seu legado na competição, com 11 vitórias, duas derrotas e um empate em 14 partidas, além de ver a atacante Laureen se destacar como a artilheira do torneio, marcando 11 gols. Assim, a equipe sergipana não apenas conquistou um lugar na A2, mas também solidificou sua presença no cenário nacional do futebol feminino.








