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Polícia

Homem que mantinha família refém morre após trocar tiros com a PM

NA VILA GUARANI EM PARANAGUÁ

Agora Litoral
Um homem que mantinha a família sob a mira de um revólver, na Vila Guarani, em Paranaguá, morreu após trocar tiros com a Polícia Militar. O confronto aconteceu próximo da 1 hora desta sexta-feira (13).

A Polícia Militar chegou ao local após receber um pedido de socorro da irmã de Manoel Galdino Ferreira, de 40 anos, conhecido por “Manolo” e também por “Mané Golias”. Segundo ela, Manoel estava transtornado e ameaçando matar alguns familiares.

Ao chegar à residência, na Rua Arcésio Guimarães, os PMs chamaram pela proprietária do imóvel, que é mãe de Manoel, mas quem apareceu foi ele, portando um revólver. Em seguida, passou a atirar contra os militares.

Os policiais conseguiram se abrigar e ainda tentaram conversar com o homem, pedindo para largar a arma, mas Manoel não atendeu a solicitação e acabou se escondendo em um banheiro, onde, com a arma para fora do cômodo, continuou a efetuar disparos contra a equipe da PM.

Na troca de tiros, um dos policiais acabou atingido na mão por estilhaços, mas as lesões não foram graves. Os policiais, então, revidaram à agressão e Manoel acabou baleado. Em seguida foi acionado o SAMU, mas ele não resistiu, entrando em óbito no local.

Após a perícia criminal na casa, o corpo de Manoel Galdino Ferreira foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) de Paranaguá para exames complementares.

TRANSTORNADO
Durante o atendimento à ocorrência, os familiares informaram para as equipes da PM que se deslocaram em apoio à situação, que Manoel estava transtornado no interior da residência, andando com a arma em punho, e que a todo momento dizia que ia matar alguém. Outro familiar do suspeito ainda teria relatado que tinha sido ameaçado por ele, que inclusive teria colocado a arma em seu rosto.

Após a ocorrência ter sido encerrada no local do confronto, os policiais militares envolvidos na situação se apresentaram na 1ª Subdivisão Policial, junto com as vítimas das ameaças e testemunhas, para que fossem tomadas as providências necessárias.

O revólver usado por Manoel foi apreendido pelo Instituto de Criminalística para passar por perícia.

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