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Polícia

Criminosos amarram taxista durante assalto em Paranaguá

TÁXIS VIRARAM ALVO DE BANDIDOS

Agora Litoral
Um motorista de táxi de 20 anos foi assaltado, na madrugada desta segunda-feira (9), na cidade de Paranaguá. Ele ficou amarrado dentro do veículo e quando os bandidos fugiram, ele conseguiu se soltar e acionou a Polícia Militar, mas não houve êxito na localização de suspeitos do delito.

Segundo a ocorrência, por volta da 0h30, o taxista acionou a PM na Rua Xingu, Jardim Guaraituba. Ele informou que, meia hora antes, quando estava no ponto de táxi próximo ao Colégio José Bonifácio, na Estradinha, dois indivíduos apareceram solicitando uma corrida até as imediações do cemitério São Benedito, na Vila Vicente.

Em suas declarações, o taxista contou que não desconfiou de nada e quando se aproximou do local combinado, os dois passageiros anunciaram o assalto, mostrando que estavam portando armas de fogo.

O taxista relatou que o indivíduo que estava no banco da frente colocou a arma na sua barriga e falou para ele ficar quieto.

Na sequência, o outro bandido o amarrou e ele foi obrigado a passar para o banco de trás, enquanto a dupla tomou a direção do táxi.

O motorista contou que ao chegarem na Rua Xingu, os assaltantes pegaram o dinheiro que portava, além do telefone celular e fugiram a pé.

O taxista disse que assim que conseguiu se soltar, pediu ajuda, mas os bandidos acabaram fugindo, tomando rumo ignorado.

ALVOS
A triste realidade é que os taxistas de Paranaguá viraram alvos de assaltantes. Pra se ter uma ideia, outros três motoristas foram assaltados na cidade, entre a noite de sexta-feira (06) e a madrugada de sábado (07).

Taxistas contatados pelo Agora Litoral lembram que a jornada de trabalho da maioria é de até 24 horas, e que alguns têm idade avançada, tornando-se alvos mais fáceis para os marginais.

DISCUSSÕES E SOLUÇÕES
Em grupos de WhatsApp o assalto a taxistas em Paranaguá virou tema de discussões.

Alguns chegaram a sugerir o uso de câmeras nos automóveis, mas essa solução encareceria ainda mais a categoria, que enfrenta dificuldades financeiras com a liberação do trabalho dos motoristas de aplicativos na cidade.

Outra parcela de motoristas levantou a possibilidade de fazer valer a Lei Municipal 2837, de 19 de dezembro de 2007, que estabelece em seu artigo 3º, parágrafo único, a obrigatoriedade do passageiro identificar-se ao motorista de táxi, mediante apresentação da Cédula de Identidade ou documento similar.

Enquanto uma solução definitiva não vem, a classe trabalha com insegurança. E alguns já declararam estar pensando seriamente em não trabalhar mais à noite.

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