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Polícia

Condenado a 55 anos por matar oficial da PM é preso em Matinhos

PRISÃO FOI NO BAIRRO TABULEIRO

Agora Litoral
Policiais militares do 9º Batalhão prenderam, na noite de quinta-feira, 25, na cidade de Matinhos, Luis Carlos de Lima Tiepo, de 34 anos, o qual se encontrava foragido do sistema penitenciário de Santa Catarina. Durante a prisão, foi constatado que o suspeito era condenado a uma pena de 55 anos de prisão, por ter matado um oficial da Polícia Militar do Paraná, durante um assalto ocorrido na Região Metropolitana de Curitiba no ano de 2007.

A prisão de Tiepo teve início por volta das 23h40, quando uma equipe da PM, que realizava patrulhamento pela Rua Francisco Beltrão, Barro Tabuleiro, desconfiou quando avistou o suspeito em frente a uma residência com portão de alumínio. Ao perceber a viatura se aproximando, ele foi para o interior do terreno, chamando a atenção dos militares.

Os policiais então entraram no local para abordagem, e a namorada dele tentou impedir a ação. No entanto, os policiais foram atrás de Tiepo, o qual acabou retornando e dizendo que era foragido do Estado de Santa Catarina. Na identificação do suspeito não foi constatado mandado de prisão contra o mesmo, porém, em contato com a PM catarinense, foi confirmado que o detido era foragido daquele Estado.

Segundo a ocorrência, na averiguação com os policiais de Santa Catarina, foi constatado que Tiepo, condenado a 55 anos de prisão pela morte de um oficial da Policia Militar do Paraná, estava cumprindo prisão no estado vizinho, devido a uma rebelião ocorrida na penitenciária estadual de Piraquara. O detido acabou conduzido à delegacia de polícia de Matinhos para que fossem tomadas as providências necessárias.

CRIME
Segundo o que foi apurado, em julho de 2007, em Matinhos, Tiepo foi preso pelo assassinato do tenente Eduardo Moreira da Silva, de 26 anos, e do ex-policial Israel Woss, de 27, mortos na cidade de São José dos Pinhais. Na ocasião, mais dois suspeitos de envolvimento nas mortes também foram presos e houve a apreensão de uma pistola 765, um revólver calibre 38 e uma carabina, além de drogas e pertences das vítimas, como documentos e correntes.

O tenente Eduardo, que já tinha trabalhado no 9º Batalhão, estava de folga e foi rendido por bandidos, quando estava com Israel em um caminhonete, que foi tomada no assalto. Durante as investigações, foi apurado que o policial e o ex-policial ficaram reféns e foram levados até um quarto, nos fundos de um bar em São José dos Pinhais, onde acabaram assassinados a tiros.

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